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PRECONCEITO e DESIGUALDADES SOCIAIS
VOCE É BRANCO? ENTÃO SE CUIDE, PRÁ NÃO PERDER O SEU LUGAR NA INVERSÃO DOS CRITÉRIOS DO PRECONCEITO NO BRASIL!!!

É sabido em todo mundo que a questão do preconceito passa em primeiro lugar pelo negro; ele é por natureza, preconcetuoso consigo mesmo e com seus irmãos de cor e depois vem a questão da cor da pele dos outros.

Ser preto é ser diferente no conceito da sociedade, que associa a cor com o credo, com a cultura e com o social. A inteligencia humana não discrimina quem em si desenvolve o conhecimento, pois é somente através do conhecimento que se torna possível medir o tamanho de um homem (homem no conceito generalizado do ser, homem e mulher), fora disso, todos são miudos, pequenos!

Eu em minha avaliação pessoal, tem achado no negro, um dos grandes responsáveis pelo preconceito contra ele mesmo, parte dele muitos atos preconceituosos que se tornaram hábitos da raça negra e a maior delas, é se anular das oportunidades de aprender a aprender, através do conhecimento disponivel a todos que buscam crescer.

O Negro quando financeiramente estável, em muitas ocorrências, tem atitudes de quem quer se mostrar em situação superior aos outros, induzindo o pensamento que os outros hão de pensar dele.
Sou preto, mas tenho dinheiro ! Sou preto mas olha a loira que tenho! Sou preto, mas viu o meu carrão?

Ser preto ou ser pobre não é defeito, mas ser burro, preconceituoso e ser inimigo de si mesmo.

O cidadão comum de cor branca, hoje está se tornando a maior vítima do preconceito, em consequencia da cor de sua pele; ele vem sendo agressivamente discriminado pelas autoridades, pela sociedade e até pela legislação infraconstitucional, sem que ninguém perceba o fato.
Os cidadãos bancos vêm sendo submetidos a possíveis preconceitos, em favor dos cidadãos pretos, pardos, mamelucos, índios, afro descendentes, homossexuais, a quem dizem pertencer as minorias e sempre que surge uma lei concedendo privilégios a esses, ou outros têm reduzido seus espaços e seus direitos a liberdade de conhecimento e concorrência. O que eu chamo de porta de acesso ao preconceitos, onde uns são privilegiados, protegidos pela força da lei, com sua descriminante classificação de raças e cores. Sempre que se cria uma cota de concorrência em concursos, públicos e vestibulares; o conhecimento a livre concorrência deixa de ser um direito constitucional, com exceção aos portadores de necessidades especiais e as crianças, que são os únicos que fazem jus a proteção da lei.
O preto, o mameluco, os índios, homossexuais e todos os afro descendentes, são iguais em sua formação óssea e mental, dotados dos mesmos princípios capazes de adquirir conhecimento, desenvolver-se culturalmente e a mesma falta de oportunidade que os priva, também priva a muitos brancos, ou será que todos os brancos nascem ricos e todos os pretos pobres?
Somos um só povo, independente de cor, raça ou credo! Essa expressão tornou-se um slogan dos que se dizem não preconceituosos e são os privilegiados pela força dos decretos, que se revelam os mais preconceituosos, consigo mesmo e com os outros.
Os negros, por exemplos, suas preferências são totalmente racistas, quando têm condições de impô-las a sociedade preconceituosa. Fazem questão da notoriedade, como os homossexuais, como forma de recompensarem pela condição da cor ou das preferências sexuais assumidas. Óbvio que se não houvesse exceções, o mundo já teria sido consumido pelas ditas diferenças raciais e sociais.
Quando o Estado procura interferir nessas questões, através de decretos, parece que o problema se acentua e o suporto remédio que poderia amenizar o paciente, mostra um efeito colateral arrasador e "separatista", uma espécie de "apartaid" oficializado pelo Estado.
Veja o que acontece até hoje com a questão das cotas dos vestibulares, que divide até hoje os pontos de vista da população. Uns dizem que os negros são "burros" não têm condições de competir com igualdade; ao passo se as cotas fosse liberadas as escolas públicas, não só valorizaria o ensino publico há muito em decadência, como indistintamente e sem nenhum preconceito, beneficiaria a todas as classes sociais e "raças" definidas pela epiderme.
Se um branco, um índio e um afro descendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um, elementos pertencentes a raça protegida do Estado.
Em igualdade de condições, o branco e o negro, nunca podem ter a força de um decreto para determinar sua competência de ser, por pertencer a uma etnia.
Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras onde moram desde seus ancestrais; por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesse exagero equivocado da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados e os brancos, penalizados por serem brancos.
Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afro descendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, têm também direito ao território, numa fatia consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito; outro exemplo claro é o financiamento do Partido dos Trapaceiros, digo Trabalhadores, que custeiam todo uso e abuso dos sem terras, que invadem, depredam, anarquizam, enquanto o pobre cidadão nas cidades, vivem sujeito a duras regras para garantir seu direito a moradia, isso não é também uma forma de preconceito?
Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito ao financiamento de um congresso, usando o dinheiro público para realçar suas tendências e preferências. Concessão que o cidadão comum jamais conseguiria! É uma situação tão absurdo como a ajuda carcerária que recebe os filhos de um detento; mais de R$ 700,00 reais é pago pelo Estado a família do detento preso, enquanto o trabalhador, por ele assaltado, assassinado, violentado; "rala" para sustentar dignamente sua família, com o miserável salário mínimo e pouco mais de V$ 400 reais.
... e ainda tem quem diga que neste País estão combatendo as desigualdades sociais e raciais ! Nem pela força do decreto esta situação um dia mudará, senão pelo igualdade de condições ao conhecimento e a valorização a escola pública.
Os ditos "Sem Terras" e os grileiros de terras violentam diariamente a Constituição e pasmem outra vez, com as decisão política da classe "de- putados", que aprovaram o direito deles terem aposentadoria, imaginem isso !
Não bastasse o financiamento do Estado as ações vagabundas, da categoria, agora vem o reconhecimento explícito do governo considerando mais que legítimo tal direito; isso é uma conduta agressiva ao direito de quem tem reais necessidades a atenção do Estado e o direito a ter direitos. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem 'privilégio' ao financiamento de seus sonhos de luta. Com esses não se cumpre a lei, na sua forma cabal, ou no popular, "a risca!".
Desertores, assaltantes de bancos, terroristas, que no passado participaram da guerrilha, garantem para si e seus descendentes, polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros; o que já soma mais de 4 bilhões de reais anuais; retirados dos pagadores de tributos, como forma de 'ressarcir' àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram por eles perseguidos.
São tantas as discriminações e as divergências gritantes, sociais e políticas, que chegamos a perguntar para que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Não precisa ser um magistrado da lei, basta ser um observador atento dos fatos cotidianos para perceber o Preconceito e as Desigualdades Sociais imposta ao povo.
Por esta e outras tantas é que sou contra a tudo que determina o favorecimento a qualquer povo, pela força do decreto. Se há alguém que necessita deste privilégio, são as crianças, a quem dever-se-ia dar todo os privilégios possível, para se ter saúde, educação, segurança, pois somente assim se formaria os futuros cidadãos, sem as mazelas dos preconceitos tantos, que geram violência e desequilíbrio em todos os níveis da sociedade.
Preconceito, desigualdades sociais e a maldita corrupção é o grande mal de nossa nação.
E tem ainda quem se acha o tal, quando levanta a voz para dizer com orgulho que não se envolve com política... É por ações como esta que o nosso país esta entregue a uma Turma de Trapaceiros que vendeu a alma ao diabo, em troca do poder.

ABRO MÃO A QUALQUER DIREITO DE COTAS E ESPERO QUE MEU NETO VENHA TER DIREITO A ESCOLA PÚBLICA ONDE UM DIA ESTUDEI.
Flamarion Costa
Enviado por Flamarion Costa em 19/11/2009
Reeditado em 15/07/2013
Código do texto: T1932396
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Flamarion Costa
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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