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O HUMOR CEARENSE



O HUMOR CEARENSE

Antes de fazer alusões comutativas sobre a eminente qualidade dos alencarinos no âmbito do humor, se faz necessário que sejam epigrafados alguns estereótipos que somatizam ou veiculam essas qualidades, inerentes ao povo cearense. Nordestino bravo valoroso e trabalhador, alcunhado como “o judeu brasileiro”, devido às diversas nuanças, entre elas, a migração, que é grande, e constante. O Estado por se localizar abaixo da linha do Equador está inserido totalmente na zona do sertão. Daí a sua ambigüidade com as secas cruéis e desumanas. Apesar dos percalços, a extasia e suas belezas naturais cativa os demais brasileiros de ponta a ponta desse imenso continente Sul-americano, do Oiapoque ao Chuí. A raiz desse cenário está estampada no sofrimento, nas intempéries da natureza que fustiga, e corroe as esperanças de uma vida mais completa de fastos do que angústias. As asperezas o cearense tira de letra, pois transforma as tristezas em alegrias, superando o sofrimento e transformando-o em bem estar e alegria. O nosso Estado é uma região pobre, mas não por culpa de Deus nem da Natureza. Ele nos faz inteligentes para fazer por nós mesmos o que a Natureza não fez. O segredo do negócio é saber como, e querer fazer. Não poderíamos entrar no mérito da questão humorística sem fornecer dados importantes sobre o Estado e a cultura de seu povo. Causos fazem parte da história dos cearenses, esse aqui é um fato que merece destaque: “Um naviozinho, subia o rio Amazonas, ora, o rio é o maior do mundo, tem lugares em que é tão largo que parece mar: não se vêem as margens, bem diferente, portanto, dos rios daqui, muitos dos quais não são perenos, secam e no enchem na quadra invernosa de março a junho”. Pois iam os cearenses nesse naviozinho, subindo o gigantesco e caudaloso rio Amazonas, quando um deles se distraiu e. Tchibun!
Caiu da beirada da pequena embarcação. Seus companheiros assustados e vendo o companheiro em apuros perdido no meio daquela imensidão de água, o contador da história era cunhado do que caiu, chorava feito uma criança com fome. Foi quando o cearense lá, lutando para nadar de volta, ainda tinha fôlego para consolar o amigo: “Sê besta - cumpade. Choro não, eu tou costumado é atravessar o Choró! Ora, o Choró é um pobre riacho comparado ao rio Amazonas. E o danado do cearense, que ainda teve coragem de fazer piada diante da morte, se salvou. Essa história tem uma lição: é assim que o nosso povo enfrenta as dificuldades da vida, é uma força achar graça até da desgraça. É saber lutar para vencer. Esse exemplo é digno de nota e mesmo diante das adversidades e risco de vida, o cearense ainda teve humor de contar uma piada”. Assim, que os conterrâneos são conhecidos como os maiores humoristas do Brasil e do mundo, visto que apesar dos perigos que correm ainda arranjam tempo para contar uma boa piada. Em qualquer situação o cearense tem prazer em receber, em alegrar e principalmente em estar de bem com a vida sempre. A Secretaria de Cultura do estado do Ceará apóia os programas sociais dentre eles a divulgação do humor cearense e incentiva projetos que estão abaixo especificados: A SECULT está cadastrando os profissionais da cultura do Estado. O objetivo é informar quem são, o que fazem e onde estão os artistas, técnicos, gestores, produtores entre outros profissionais que atuam nas diversas áreas do campo da cultura.
O cadastro é destinado a pessoas físicas e jurídicas (empresas e entidades). A secult disponibilizará um sistema de informações on line que abrigará um banco de dados com os cadastrados e será publicado o Catálogo dos Profissionais da Cultura do Ceará, um veículo de informação pioneiro no Estado que tem o caráter de utilidade pública e certamente contribuirá para o mercado de produtos e serviços culturais. Projetos da Secretaria de cultura para as escolas da rede pública: “Viva Leitura, Projeto Guri, Atendimento ao público em geral, destacando as consultas destinadas à pesquisa histórica. Emissão de certidões de documentos cartoriais e transcrições paleográficas de documentação histórica e monta exposições temáticas. Promoção de visitas pedagógicas para alunos da rede pública e de universidades. As visitas, que devem ser agendadas antecipadamente, são monitoradas por técnicos do Arquivo. Realização de assessoria e consultoria nas áreas de gestão documental, tabela de temporalidade e elaboração de projetos, cinema com rapadura, teatro nos bairros, atividades circenses, escolinhas de futebol”, entre outras. Atendimento ao público: De segunda a sexta-feira das 8h às 17h. E assim é o cearense. Sempre bem humorado (até o Seu Lunga com seu mau humor), alegre (até o torcedor do Ferrim quando o time perde) e hospitaleiro (até o pessoal da Pensão Tio Patinhas quando está cheia). Em qualquer situação o cearense tem prazer em receber, em alegrar e principalmente em estar de bem com a vida sempre.
Cearense na praia: um cearense estava no Rio de Janeiro andando na praia, pés descalços, sem camisa, aquele calção leve e sem cueca. Os cariocas ao redor dele davam risadinhas e contavam piadas de nordestinos. Então o cearense olhou para o mar e não se agüentou, correu a toda velocidade e deu um mergulho. Quando saiu, o calção de tecido fino estava transparente e grudado na pele. Todos na praia estavam olhando pro tamanho da manguaça que o cearense tinha.O bicho ia até pertinho do joelho. Os cariocas nunca tinham visto coisa igual. As mulheres com um sorriso, os homens roxos de inveja, todos só tinham olhos pro bichinho. O cearense então percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou: - O que foi, hein? Vão dizer que aqui, quando vocês entram na água fria, o pinto de vocês também não encolhe? O Ceará não tem uma cultura singular assim como o Forró da Paraíba, o Frevo de Pernambuco, o Axé da Bahia ou o Samba do Rio de Janeiro, mas em uma coisa, nenhum outro estado brasileiro se destaca tanto: a molecagem cearense.
O humor está nas veias do cearense. E já faz tempo que o Ceará mostra isso exportando seus talentos para o sul e sudeste. Iniciando por Chico Anysio seguidos tempos depois pelo Renato Aragão que criou o grupo dos Trapalhões. Hoje se perdeu a conta vendo na televisão a irreverência e as paródias da Rossicléa, da dupla-personalidade do Adamastor Pitaco ou do (brega-chique) do Falcão.O cearense só acha graça naquilo que realmente tem graça e por isso ele é exigente. Esses filmes de comédia americanos aqui no Ceará passam em branco por melhor que seja. Até que pode se aproveitar alguma coisa, porém na maioria das vezes o cearense ri mesmo é dos americanos tentando fazer graça.Quando visitar Fortaleza não deixe de conhecer os restaurantes e casas de shows onde muitos dos artistas da terra se apresentam diariamente. E de lá, dê uma esticadinha e conheça Itaitinga. Seu humor vai melhorar. Vindo ao Ceará, compre logo um bom dicionário de Cearês. Vai ajudá-lo a entender o cearense e seu humor. Veja só como você vai precisar, procurando interpretar este texto: Chico, cabra errado e bonequeiro, já melado depois de traçar um burrinho e duas meiotas vinham penso, cambaleando, arrodiando o pé de pau, quando deu um trupicão que arrancou o chaboque do dedo. - Diabeísso! - Vai, cú de cana! - mangou a mundiça que estava perto. - Aí dento! -disse Chico. Chico estava ariado desde ontonti, quando o gato-réi que ele acunhava lá na baxa da égua, bateu fofo com ele pra ir engabelar um galalau estribado da Aldeota.
- É o que dá pelejar com canelau, catiroba, fulerage, - pensava ele- ganhei um chapéu de touro, mas não tem Zé não, aquela marmota tá mesmo só o buraco e a catinga. Dá é gastura. Chegando em casa se empriquitou de vez e rebolou no mato todas as catrevage da letreca: uma alpercata, um gigolete amarelo queimado e uns pés de planta que ela tinha trazido enquanto iam se amancebar. Depois se empanzinou de sarrabui e panelada e foi dormir pensando nas comédias.
* se não conseguir entender, peça a um cearense pra traduzir. Como denotamos à medida que tentamos analisar sobre vários aspectos as diabruras dos cearenses, vamos descobrindo através de uma pesquisa honesta e sadia a riqueza que é o humor cearense, ou o humor do ceará no Estado e no Brasil. Quanto mais se pesquisa mais surpresa vamos encontramos no caminho da risada alegrias estonteantes de fazer carrancudos sorrirem até chorar ou mixar de tantas gargalhadas.Um fato hilariante aconteceu em Fortaleza, um dia em que os cearenses vaiaram o sol ficou nos anais da história cearense. Fato inusitado talvez até no mundo, e que a peraltice do cearense pode proporcionar. Senão vejamos: “O que esperar de um povo que vaiou o próprio sol!”?Ceará e conhecer o povo cearense. Em Itaitinga, como não poderia ser diferente pode-se desfrutar dos shows que acontecem nas casas noturnas (churrascarias, bares, etc). As opções estão no site, em A CIDADE. Porém, já dá pra se ter uma idéia, se você já viu na televisão ou assistiu ao show de alguns dos nossos humoristas como Chico Anysio, Renato Aragão, agora com o também cearense Tadeu Melo, Tiririca, Falcão, Adamastor Pitaco, Tom Cavalcante, Rossicléa, Ciro Santos e por aí vai,   a qualidade de humorista que há em nosso município.Itaitinga contribui fartamente apresentando seus astros e estrelas: Cícero Gonçalo com o velho Briguilino e outros personagens, Rozélia Gonçalo com a Dona Perpétua, Ernandes com o seu   palhaço Fofinho, Nildo Soares, com o palhaço Xilito e o velho Venâncio, a Daniele Barros, com a Felomena e a Prima Vera, o Neílton, com o palhaço Ximbinha, a Lucineide com sua Madame Salomé, o Adrimar (ou Pepeca) com tantos personagens, o Manoel com o clone do Pit Bicha, a Mariana com sua palhacinha Pipoquinha. É difícil citar todos neste pequeno espaço. Até mesmo   porque seria necessário citar todo o povo cearense que faz piada até da desgraça já que o humor incorpora, é o seu dia-a-dia natural. A história da gente do Ceará é repleta de histórias que viraram folclore incluindo desde as tiradas do Quintinho Cunha até as chifradas do Bode Ioiô na Praça do Ferreira. E também na Praça do Ferreira a algazarra que a vagabundagem da praça fazia quando passava desfilando com o seu minúsculo calção o homossexual (Burra Preta).
Até a boemia do cearense é bem diferente. A diferença entre a mesa do bar com cearenses e outras são visíveis nas expressões. Numa mesa de bar do cearense tem sempre o espiritualista, o piadista, o falador da vida alheia, o corno e em geral a descontração a alegria. Quando não estão rindo é porque estão com a atenção voltada para a próxima piada ou causo. Conta-se que a boemia nos bares da Praça do Ferreira vaiava o sol, quando este nascia, para ver se ele envergonhado ia embora e prolongava a noite...E assim é o cearense. Sempre bem humorado (até o Seu Lunga com seu mau humor), alegre (até o torcedor do Ferrim quando o time perde) e hospitaleiro (até o pessoal da Pensão Tio Patinhas quando está cheia). Em qualquer situação o cearense tem prazer em receber, em alegrar e principalmente em estar de bem com a vida sempre.
PROJETO DE LEI DO HUMOR CEARENSE: Já pensaram que luxo e organização possuem o humor cearense? PL Nº. 178/2003 – CRIA O FESTIVAL DO HUMOR CEARENSE. PROJETO DE LEI No 178 /2003-
“Cria o Festival do Humor Cearense - FHC”. A Assembléia Legislativa do Estado do Ceará decreta: Art. 1o – Fica criado, o Festival do Humor Cearense – FHC nos termos desta lei:  Art. 2o – São objetivos do FHC: I – Incentivar a  criação humorística nos diversos níveis; II – Estimular o intercâmbio das manifestações humorísticas; III – Divulgar o trabalho dos humoristas amadores. Art. 3o – A data reservada para o evento é a primeira semana do mês de agosto. Art. 4o – Fica instituída a cidade de Iguatu como sede do Festival. Art. 5o – O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias. Art. 6o – Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as disposições em contrário. Justificativa: O Brasil é um país rico em manifestações culturais. Das regiões brasileiras surgem os mais diferentes aspectos que juntos formam o mosaico da Cultura Nacional. O Ceará, por sua vez, contribui de forma significativa para elevar a Cultura Nacional. Daqui surgem os mais relevantes humoristas do nosso país a exemplo dos nossos Chico Anysio, Renato Aragão e Tom Cavalcante. Esta casta de grandes nomes, todavia, tem como inspiração nomes como Quintino Cunha, Paula Ney, Leonardo Mota, Manezim do Bispo, Padre Quinderé, Dr. Gouveia dentre outros expoentes da lendária cultura popular cearense. A criação do FHC tem por escopo integrar os humoristas cearenses, estimulando sua criação, divulgando o seu trabalho e, sobretudo, reconhecendo sua contribuição para o crescimento e difusão sócio-cultural do nosso Estado. Sala das Sessões da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará, em 14 de outubro de 2003.
AGENOR NETO-Deputado Estadual
      Cearês: “Uma Forma de Expressão”
      William de Oliveira:
     Quem é que nunca ficou com abuso na frente de um “abestado” bebo botando boneco? “Arre égua”, eu num gosto destas coisas. Eu “tava nu meu canto queto” e o “fidumaegua” do Severino que “tava bebo” ficamos “insutando” comigo, parecia até possuído pela coisa ruim. “Valha me Deus que diabeisso?” Vou sai daqui que esse “maxu” tá me deixando “aperreadim”. O que poderia parecer uma outra língua para uma pessoa que nasceu fora do Ceará soa como leque de reclamações feitas por um cearense típico e usuário do "cearês". Esse por sua vez se trata de um idioma criado paralelamente ao português, nossa língua de origem. E deu ao povo do Ceará uma característica peculiar em seu modo de se expressar. Ainda tema de muitas gargalhadas, o "cearês" vem, com o passar dos anos, conquistando novos adeptos e teve direito até mesmo a um dicionário, explicando da forma mais “engraçada” tudo o que é dito por um povo que, em quase tudo, se diferencia dos demais brasileiros.E não se engane. O "cearês" é falado em todas as classes. Seja a pessoa culta ou não, em momentos de “apurrinhação”, sempre pergunta que “diabêisso”? Ou mesmo liga “pra” um mecânico reclamando que ficou “no prego”.Eu mesmo, estudante de jornalismo e pré-concludente, fiquei muito tempo, “doidim”, para escrever essa notícia e não sabia como, de preto que sou, fiquei até amarelo queimado de tanto pensar. Mas acho que o recado “ta” dado e agora vou “capar o gato pra faculdade, se não a fêssora me bota na maior cruzeta”. O Brasil é um país rico em manifestações culturais.
Das regiões brasileiras surgem os mais diferentes aspectos que juntos formam o mosaico da Cultura Nacional.O Ceará, por sua vez, contribui de forma significativa para elevar a Cultura Nacional. Daqui surgem os mais relevantes humoristas do nosso país a exemplo do nosso Chico Anysio, Renato Aragão e Tom Cavalcante.Esta casta de grandes nomes, todavia, tem como inspiração nomes como Quintino Cunha, Paula Ney, Leonardo Mota, Manezim do Bispo, Padre Quinderé, Dr. Gouveia dentre outros expoentes da lendária cultura popular cearense.Daí surgiu à idéia na Assembléia Legislativa de se criar datas para comemorar este senso de humor. Criou-se o FHC, o FESTIVAL DE HUMOR CEARENSE que acontece em agosto, em Iguatu. A criação do FHC tem por escopo integrar os humoristas cearenses, estimulando sua criação, divulgando o seu trabalho e, sobretudo, reconhecendo sua contribuição para o crescimento e difusão sócio-cultural do nosso Estado. Dessa forma o Ceará precisava de uma data significativa que simbolizasse o ápice do humor. E porque não homenagear o divulgador do humor cearense? Então se escolheu o dia em que nasceu Chico Anysio, nosso maior humorista. E nesta data promove-se a Dia do Humorista Cearense. Francisco Anysio de Oliveira Paula nasceu em Maranguape, cidade localizada na região metropolitana de Fortaleza, capital do estado do Ceará em 12 de Abril de 1931.Quarto dos cinco filhos do Sr. Francisco Anysio de Oliveira Paula e Dona Haydée. Chico Anísio mudou-se junto com os irmãos, menos Elano Paula que lá já estava, para o Rio de Janeiro, onde "quase" concluiu os estudos, pois antes ingressou na carreira artística que lhe tomou todo o tempo disponível.Para saber mais sobre a biografia de Chico Anysio, visite o seu site oficial. Basta clicar no Link: http://www.chicoanysio.com
Renato Aragão: Antônio Renato Aragão (Sobral, 13 de janeiro de 1936) é um comediante e ator brasileiro, conhecido do grande público pelo seu trabalho no grupo Os Trapalhões. O nome artístico do comediante é Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgino Mufumbo ou simplesmente Didi. Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, iniciou sua carreira artística em 1960, na TV Ceará, com o programa Vídeo Alegre, que tinha a participação de diversos humoristas, ao mesmo tempo em que trabalhava num banco. Formou-se em Direito em 1963, mas nunca chegou a exercer a profissão. Já em 1963, mudou-se para o Rio de Janeiro, e foi contratado pela TV Tupi, onde trabalhou com seu futuro colega de Trapalhões Manfried Sant'Anna, o Dedé. Estréia o programa "Os Adoráveis Trapalhões", mais tarde conhecido como "Os Trapalhões", em 1966 na TV Excelsior de São Paulo, onde dividia o palco com Wanderley Cardoso, Ivon Curi e Ted Boy Marino. Daí surge o personagem pelo qual ele será mais conhecido: Didi Mocó. Posteriormente, o grupo passou a ser chamado de Os Trapalhões, tendo como demais integrantes Dedé Santana, Mussum e Zacarias. Do seu repertório constam muitas expressões pitorescas, tais como: *Ô psit! Era a expressão mais famosa da personagem, e era a maneira pela qual ela chamava outras pessoas.*Camufla como em "esse aí camufla", "Audácia da Pilombeta". Junto com rapaz alegre e Creuza, eram termos usados para se referir a supostos homossexuais.*Bicho bom e tesouro eram ambos jeitos de se referir a mulheres bonitas.*Ô da poltrona' era usado para se referir ao telespectador.*Bufunfa era como ele se referia a dinheiro.*Cuma? era sua pronúncia de "Como?".
*Som na caixa era usado para anunciar a atração musical do programa.*Assô sua pronúncia de "achou" Outra personagem bastante conhecida do humorista é Aparício, um mendigo mudo e de bom coração, que interage com a voz grave de um locutor (interpretado por Zacarias). Após o fim de Os Trapalhões, Renato Aragão passou a comandar o programa "A Turma do Didi", de proposta parecida, mas com outros integrantes e um enfoque mais voltado ao público infantil, fazendo, no entanto um sucesso muitíssimo menor e sempre sendo bastante criticado, até mesmo por seus antigos admiradores. Ele também é Representante Especial do UNICEF para as Crianças Brasileiras, e destaca-se há muitos anos como apresentador do "Criança Esperança", uma campanha de solidariedade anual promovida pela Rede Globo e pelo UNICEF. Renato Aragão tem 12 irmãos, é casado (pela segunda vez) com a fotógrafa Lílian Taranto, e tem cinco filhos, quatro do primeiro casamento com Martha Rangel (Paulo, Ricardo, Renato e Juliana) e Lívian do segundo casamento (que nasceu em 1999, quando Aragão já tinha 64 anos). Filmografia solo
• 2005 - Didi, O Caçador de Tesouros
• 2004 - Didi Quer Ser Criança
• 2003 - Didi, O Cupido Trapalhão
• 2000 - O Anjo Trapalhão
• 1999 - O Trapalhão e a Luz Azul
• 1998 - Simão, o Fantasma Trapalhão
• 1997 - O Noviço Rebelde
NO CENÁRIO ATUAL SÃO DESTAQUES:
Chico Anysio, Renato Aragão, Adamastor Pitaco, Dona Cremilda, Tiririca, Iran Delmar, Titela, Meirinha, Rossicléa, Ery Soares, Falcão, Espanta Jesus (David Cunha), Motoca, Lailtinho Brega, Skolástica, Ciro Santos, Raimundinha (Paulo Diógenes), Tom Cavalcante, Biba (Amadeu Maya), Seu Coxinha (autarquia), Luana de Castro, Madame Mastrogilda, Zé Modesto, Barão e Bolachinha, Seu Encrenca, Professor Tiridá, Seu Manjuruba, Froxilda, Fofolete, Aurineida Camurupim (Luis Antonio), Zuleica (Dude Torres), Mailak Frutica (René Duarte),Cici Shopping (Cláudio Barbosa), Dita Parlo, Lani Silva, Bárbie Girl, Seu Lunga e muitos outros.
O jargão que o cearense usa é que: a cada dia surge um novo humorista na praça, por isso não estão muito interessados em sair de Fortaleza e trabalhar no eixo Rio-São Paulo.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ESTUDANTE DE JORNALISMO DA FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA (FGF).






































































































































































































































































































































































































































































































































































































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Enviado por Paivinhajornalista em 11/08/2006
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