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P. A. R. D. A.

Percepção (de nossa própria realidade interior), Aceitação (das condições percebidas em nós mesmos), Reflexão (sobre as razões e causas do comportamento ou circunstância envolvida), Decisão (escolha dos caminhos ou opções para promover mudanças) e Ação (no sentido de agir mesmo!).
Atenta observação do título abreviado, com os destaques da primeira letra no parágrafo acima, traz noção exata de um programa que qualquer um de nós pode utilizar para superar as próprias dificuldades pessoais. Sejam elas de ordem emocional, psicológica ou mesmo de relacionamento com outras pessoas.
Afinal, podemos alterar o rumo de nossos pensamentos e sentimentos, para alcançar mais equilíbrio e serenidade.
Observemos atentamente o que mais nos atormenta; procuremos perceber o foco central de nossas preocupações. Talvez demoremos um tempo para perceber essa realidade interior, mas é necessário passar por essa primeira fase: percepção de nós mesmos.
Em seguida, identificada a questão, aceitar-se. Sim, aceitar-se nas condições próprias já percebidas. Por exemplo: poderemos perceber que estamos com ciúme, inveja, com raiva, etc. Aceitar isso, pois é humano.
O próximo passo é refletir sobre as causas que nos movem nesse sentido, ou seja, por que estamos assim. Por que sentimos isso ou aquilo. Por que determinada circunstância nos causa tais sensações que nos perturbam e tiram nossa tranqüilidade. Tal reflexão nos fará ver caminhos de superação ou opções para alterar o quadro que traz dificuldades.
Porém, é preciso avançar: decidir. Sim, decidir o que fazer, que rumo tomar, optar por melhorar através das opções apresentadas pela etapa anterior da reflexão.
Uma vez decidido, é preciso agir. É a ação no sentido de promover as mudanças que desejamos. Vai exigir coragem, perseverança, honestidade. Mas é o caminho da superação que esperamos.
Perceber, aceitar, refletir, decidir, agir!
Eis um roteiro para modificar os quadros perturbadores que nos fazem sofrer ou viver aflições. Poderemos, é óbvio, contar com amigos que nos ajudem, mas a decisão sempre será nossa. Inclusive a de desejar enfrentar tais enfrentamentos conosco mesmo.
Coragem, pois, diante dos desafios. Eles, os desafios, existem para nos trazerem experiência e amadurecimento. Nada de medo, mas honestidade de enfrentar nossas próprias mazelas morais. Não dos outros, mas de nós mesmos.
Eis os passos do equilíbrio: perceber em nós mesmos o que precisa ser mudado; aceitar tais dificuldades ou comportamentos infelizes que ainda trazemos; refletir sobre a melhor maneira de remover esses estados enfermiços; decidir entre as opções que a reflexão apresentar e agir pela mudança de comportamento.
O que mais notamos em nós: a) somos pessimistas ou tristes? b) temos o feio hábito de falar mal da vida alheia? c) nossos pensamentos nos envergonham? d) sentimos inveja, medo, ciúme ou raiva? e) sentimo-nos inseguros? f) somos tímidos ou extrovertidos demais? E, por fim, desejamos mudar? Queremos alterar algum desses ou outros comportamentos? Eis pois uma maneira de provocar mudanças...
Perceber, aceitar e refletir sobre nós mesmos... decidir por mudanças e agir...


Orson
Enviado por Orson em 12/09/2006
Código do texto: T238447
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Sobre o autor
Orson
Matão - São Paulo - Brasil, 56 anos
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