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EXCLUSÃO SOCIAL



 EXCLUSÃO SOCIAL

A pobreza, a miséria, as péssimas condições de vida, a escassez de saneamento básico, os péssimos serviços de segurança pública e educação básica, a falência da saúde, a deficiência de moradias que está aumentando o número de favelados, podemos nominar como fatores geênicos e causadores da exclusão social. As raízes do mundo atual e do mundo moderno estão assim delineadas: pobreza, exclusão social, modernização e modernidade. Aceitando esses fatores podemos afirmar que: “a visão antimodernista na opinião dos estudiosos no assunto, está delineada nas raízes do mundo moderno e na recuperação em grandes linhas de alguns dos temas centrais da história do pensamento social e econômico. Como as origens da riqueza e da pobreza e os efeitos da expansão da modernidade para sociedades que não participaram diretamente de sua criação”. Central nessa história é o paradoxo da criação simultânea da riqueza e da pobreza pela Revolução Industrial, amplamente estudado por Karl Marx.
Mostra o conceito que é ou parece contrário ao comum, contra-senso, absurdo, disparate, contradição, pelo menos na aparência em que uma afirmação aparentemente contraditória é, no entanto, verdadeira. Afirmação que vai de encontro a sistemas ou pressupostos que se impuseram como incontestáveis ao pensamento. Dupla implicação entre uma proposição e sua negação, que caracteriza uma contradição insolúvel esse paradoxo e em reapresentá-lo em toda sua complexidade, valendo-se para isso em particular do trabalho clássico de “Karl Polanyi” sobre esse tema, que ele denomina "a grande transformação”. Outro contraponto é a globalização, a dependência gerada por ela, a qualidade e a natureza do trabalho e os determinismos sociais, mercadológicos e políticos e seu impacto normalmente assimilados pelos Países do terceiro mundo.
A Exclusão Social é um câncer que deve ser combatido com todas as forças e medidas urgentes para evitar o extermínio da população carente. Normalmente a Exclusão Social está aliada ao capital social, provocando o que chamamos de choque das civilizações. Na transformação da história, e contribuindo para mudanças na  modernidade ou pós-modernidade, no Capital Social, na cultura e pobreza. E fincando o papel da história  das instituições em modernização, pobreza e a construção de um futuro melhor para a sociedade humana. O capital social quando bem utilizado fornece melhorias e os benefícios positivos acima citados. “Triste mundo, que veste quem está vestido e despe quem está nu”-Calderón de La Barca. Se existe a exclusão social, deve existir a inclusão social.
 A inclusão social torna-se viável somente quando, através da participação em ações coletivas, os excluídos são capazes de recuperar sua dignidade e conseguem, além de emprego e renda, o acesso à moradia decente, facilidades culturais e serviços sociais, como educação e saúde. Esta tarefa ultrapassa o âmbito estreito dos programas de filantropia desenvolvidos por Ongs e exige o engajamento contínuo do poder público através de políticas pró-ativas e preventivas, sobretudo na área econômica, em nível federal que permeiem as ações dos governos estaduais e municipais. Senhores honrem os compromissos que assumiram durante o decorrer do pleito eleitoral, que o povo não seja enganado mais uma vez. O povão está cansado de tanto sofrimento e já começa a se movimentar, exterminando as velhas oligarquias políticas estaduais. Esses fenômenos podem chamar de democracia.
A democracia é o governo do povo para o povo, soberania popular, democratismo, doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição eqüitativa do poder, ou seja, regime de governo que se caracteriza, em essência, pela liberdade do ato eleitoral. E pela divisão dos poderes, pelo controle da autoridade e dos poderes de decisão e de execução, democratismo. Onde o País tem como ponto forte o regime democrático, as classes populares, o povo e  o proletariado. Apesar de tudo, existe ainda a democracia autoritária, que é o sistema de governo surgido após a 1ª Guerra Mundial, em geral anticomunista, firmado na supremacia do poder executivo em relação aos demais poderes. A Democracia popular cuja definição em ciências políticas refere-se à designação comum aos regimes políticos monopartidários dominantes nos países da área socialista. São as repúblicas populares. O povo com sua sapiência deve lutar por seus direitos, nunca deixar que o ócio venha dominar a vontade e os interesse do povo.



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI








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Enviado por Paivinhajornalista em 13/11/2006
Código do texto: T290358
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