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Amor é só o amor.

Amor só o amor!!!



Paulo  de Tarso em sua carta aos coríntios capitulo XIII, escreve sobre o amor de uma forma tão sublime que a emoção torna-se incontrolável, é claro aos sensíveis.... Vou colocar apenas um trecho:

“Coríntios”
 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o símbolo que retine.
 
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
 
 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria não se ensoberbece,
 Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;.......
.
Bom é divino.

Assim também foi Camões em sua majestosa poesia líric, é comovente.
 Mas quero arrematar todo esse texto com uma música, que une Paulo de Tarso camões eo magnífico Renato Russo, que podem falar o que quiserem dele , mas em minha opinião ele sim é o poeta da minha geração mesmo com alguns de seus conceitos que algumas pessoas condenam ele soube compreender o amor de uma forma linda, música essa que para mim é magnífica,ela responde por si só...
O nome:

“Monte Castelo”
Legião Urbana

Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).

"Ainda que eu falasse língua dos homens falasse a língua dos anjos Sem amor, eu nada seria...

É só o amor, é só o conhece o que é verdade amor é bom, não quer o mal Não sente inveja Ou se envaidece...

O amor é o fogo Que arde sem se ver é ferida que dói e não se sente é um contentamento descontente é dor que desatina sem doer...

Ainda que eu falasse a língua dos homens falasse a língua dos anjos sem amor, eu nada seria...

É um não querer mais que bem querer é solitário andar por entre a gente é um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha Em se perder...

É um estar-se preso Por vontade e servir a quem vence o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a siÉ o mesmo amor...

Estou acordado e todos dormem, todos dormem todos dormem...

Agora vejo em parte; mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor que conhece o que é verdade...

“Ainda que eu falasse á língua dos homens é falasse a língua dos anjos Sem amor, eu nada seria...”

Adelita Castellan.
Dêcastellan
Enviado por Dêcastellan em 20/04/2011
Reeditado em 20/04/2011
Código do texto: T2919896
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Sobre a autora
Dêcastellan
Nova Trento - Santa Catarina - Brasil, 36 anos
26 textos (1228 leituras)
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