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Os Sete Pecados Capitais

 

O ORGULHO

 

Conceito muito elevado que alguém faz

de si mesmo; altivez, brio.

Amor próprio exagerado.

Empáfia, soberba.

Aquilo de que se tem orgulho.
******

 

O Orgulho é um mal que atinge a quase todos.

Ou a todos, pois, qualquer um de nós, como

seres humanos falhos, que somos, vez ou outra,

já teve seus momentos de orgulho, altivez, soberba.

No entanto, a maioria, ainda bem, não se deixou

levar por esse sentimento durante muito tempo.

É o contrário do sentimento de humildade.
Ou, poderíamos definir, também, 
como um complexo de superioridade.

Quem poderia dizer, por exemplo, que

Madre Teresa de Calcutá,

Gandhi, Chico Xavier e, acima de todos eles,

nossos contemporâneos, o Mestre maior

Jesus Cristo, seriam providos do sentimento de Orgulho!?

O Orgulho é prejudicial aos outros, quando o orgulhoso exerce um Cargo de importância, 
no trabalho e se prevalece
do mesmo, 
para fazer valer a sua vaidade e soberba.

Temos o exemplo de nossos Políticos!

Que o exercício da Política em nosso País 
(e em outros), 
está um verdadeiro caos, disso ninguém duvida!

Porque o que está em primeiro plano não é, verdadeiramente, os rumos que a Economia, 
a Saúde e todos os assuntos importantes

e pertinentes, devem tomar, para um Governo justo e correto mas sim, o Orgulho exacerbado de cada um, individualmente.

Estão mais preocupados em aparecerem, cada um mais do que o outro, em serem o centro das atenções e não em fazerem seu trabalho com honestidade, humildade, de acordo com o lema de um bom Político, e bom caráter.

E, no nosso dia a dia, então!

Quando encontramos pela frente alguém, demasiadamente orgulhoso, que quer tudo para si, acha-se o melhor em tudo e, se possível, 
até nos prejudica para ficar em evidência.

Isso acontece em nossos locais de trabalho, nas rodas sociais e, pasmem, até mesmo em 
nossos ambientes familiares.
É necessário que tomemos o máximo de pecaução para não cairmos nessa armadilha e, sem o percebermos, agir da mesma forma, orgulhosa, soberba, com aqueles que nos rodeiam.

Ninguém é melhor do que ninguém.

Somos iguais. Seres humanos carentes, com seus conflitos pessoais, suas necessidades, 
suas particularidades e dons.

Cada um tem o seu valor.

E esse valor será, com toda a certeza, 
reconhecido pelos outros.

Não é necessário que nós próprios

façamos propaganda de nossas habilidades e dons,

de nossas qualidades, para que sejam percebidos.

Pelo contrário. Esta atitude, só vai nos prejudicar!

Bom senso e humildade, não faz mal a ninguém!


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Milla Pereira
Enviado por Milla Pereira em 30/09/2007
Reeditado em 01/10/2007
Código do texto: T675187

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Sobre a autora
Milla Pereira
São Paulo - São Paulo - Brasil
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