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INTELIGÊNCIA HUMANA


INTELIGÊNCIA HUMANA


Somos possuidores de uma organização cérebros-mentais, também possuímos um aparelho respiratório, um aparelho digestório e terminando com um aparelho genital. As forças do homem são as forças mentais e sexuais.  O campo cérebro-mental é uma máquina que gera ou produz conhecimentos, o respiratório a respiração, o digestório a nutrição, o aparelho genital do homem difere do da mulher, visto que o aparelho genital feminino, principalmente das fêmeas dos mamíferos, o feto que constrói. A espécie humana atual homens eretos ou existentes a, aproximadamente, 500.000 anos. Mas, foi há apenas 6.000 ou 8.000 anos a.C. que alguns homens abandonaram por fim a vida de selvageria e deram-se à árdua agricultura que tornou possível o aparecimento das primeiras aldeias sedentárias no Oriente Médio.  Os primórdios de nossa civilização urbana remontam aos mais primitivos sítios neolíticos, em Jericó, cerca de 6000 a.C. e em Jarmo, no Iraque, cerca de 4500 a.C.  Os homens foram criados simples e “ignorantes” e além do mais, imperfeitos. Aqui podemos afirmar que as condições de simples e ignorantes está relacionada à condição do nascituro, pois o homem nasce indefeso, cria-se indefeso, até alcançar uma idade ideal para compreender as nuances da vida e nesse período sua organização cérebro-mental já disparou. Através da convivência, do meio em que vive da cultura a que está subordinado, dos ensinamentos ele vai progredindo até com certa rapidez e a soma de conhecimentos adquiridos vão se inserir em sua inteligência. A nutrição, a respiração pode interagir na fase em que nossa inteligência começa aflorar. Pouco poderia se compreender o trabalho da inteligência, cuja operação especifica é a formação de nossos conhecimentos, igualmente, o que é conhecer. O que seria conhecimento? Existe grau para qualificarmos? Sabemos que o conhecimento faz parte da inteligência, sucede com muitas outras expressões filosóficas e o podem ter significados: vulgar e vago, e um diferenciado e extremamente preciso.
Na vulgaridade o que se sobrepõe é a consciência de alguma coisa. Um homem na condição de desacordado perdeu a consciência momentaneamente, perdeu o conhecimento. Quando falamos em precisão o conhecimento toma outra concepção. A operação mental é contumaz e chama-se de análise. Essa operação mental faz um levantamento minucioso dos componentes das coisas e objetos que possuímos com bastante precisão. O conhecimento é mais do que uma representação analisada. Para medirmos a inteligência humana precisaríamos realizar alguns testes.  Um deles seria o Q. I. Abreviatura de quociente de inteligência. O conceito de quociente de inteligência foi adaptado pelo psicólogo norte-americano Louis Terman em 1915. O QI é calculado de acordo com a fórmula: QI = IM/IC x 100 em que IM é a «idade mental» (a idade em que uma criança média é capaz de desempenhar determinadas tarefas) e IC é a «idade cronológica». Daí o fato de uma pessoa média possuir um QI de 100. Existem pessoas com o coeficiente de inteligência tão alto que são chamados de gênios. E o que seria um gênio na sinonímia natural da palavra? Gênio Pessoa que possui dotes extraordinários de inteligência, de capacidade de invenção ou de criatividade. As produções geniais podem ser de uma admirável originalidade e a sua espontaneidade pode parecer confusa e inexplicável, embora não haja dúvida que resultam de longos períodos de intenso trabalho e de uma devoção invulgar. Se os gênios formam ou não uma classe de indivíduos superiormente dotados é uma questão bastante debatida. Um dos dados desta questão é, por exemplo, o de que um elevado Q. I. Não é indício de genialidade. Os primeiros coeficientes de inteligência chegaram à França depois de 1910. Essa chegada dos testes de QI na França depois de 1910 permitiu a primeira demonstração séria da veracidade desta visão. Ao mesmo tempo, os investigadores que administravam a execução dos testes encontraram outros resultados interessantes entre grupos raciais e étnicos: Os judeus têm consistentemente um QI que, com a média de 117, é marcadamente superior às outras populações caucasianas; e os povos da Ásia Oriental têm QI’s médios na ordem de QI 105-110. Estas diferenças são de um modo geral tal como Galton as estimou em 1869 e em linha com a freqüência com que são atribuídos Prêmios Nobel a pessoas dos diferentes grupos: por exemplo, os judeus (3% da população de EUA) contam com 27% dos americanos laureados com prêmios Nobel. Nas palavras de Darwin (1871, A Descendência do Homem): "As raças diferem em constituição, no seu grau de aclimatização e no seu grau de vulnerabilidade perante certas doenças. As suas características mentais são igualmente muito distintas." O que a psicometria (Medida da duração e da intensidade de processos mentais, por meio de métodos padronizados) do vigésimo-século alcançou é a capacidade de medir de forma fidedigna o que permite testar de forma objetiva as teorizações raciais. Vários fatores sociais contribuem para o desenvolvimento da inteligência humana.
O econômico, médico–educacional  privação paterna, alienação e exclusão, a psicometria, engenharia psico-social, contribuição genética Caucasiana (Do latim. Caucasiu, cuja adjetivação vem do, ou pertencente ou relativo ao Cáucaso, cadeia de montanhas entre os mares Negros e Cáspio; caucasiano, caucásico e famílias de línguas dessa região, entre as quais figura o georgiano,  indivíduo de cada um dos vários povos que habitam a região do Cáucaso, como, por exemplo: os circassianos, os georgianos e caucasianos. A inteligência possui uma característica a complexidade cujas nuanças poderão ser estudadas em outra oportunidade. Frases inteligentes que ficaram na história: "O fracasso é a oportunidade de se começar de novo, com inteligência." (Henry Ford); "Sou um pessimista pela inteligência e um otimista por desejo." (Antonio Gramsci); "Um dos poucos resultados concretos obtidos nos primeiros vinte anos da pesquisa de inteligência artificial, é o fato de que a inteligência requer conhecimento." (Elaine Rich); "O tempo é o único capital de quem só possui a fortuna de sua inteligência." (Honoré de Balzac); "Inteligência é capacidade que se tem de aceitar o que está ao redor."(William Faulkner); "Educar a inteligência é dilatar o horizonte dos seus desejos e das suas necessidades." (James Russell Lowell); "A inteligência é feita por um terço de instinto - um terço de memória - e o último terço de vontade." (Carlo Dossi); "O mistério não é um muro onde a inteligência esbarra, mas um oceano onde ela mergulha." (Gustav Thibon); "Nem sempre juntas andam cortesia e inteligência." (Henry Wadsworth Longfellow); "A leitura é para a inteligência o que é o exercício para o corpo."(Joseph Addison); "O ouvido é um coletor cujo filtro é a inteligência." (Pierre Veron); "Com um pouco de inteligência e muita soberba, queremos passar por alguém neste mundo. Que triste herança!" (André Chénier); "O apreço exterior pela arte é a sobrecasaca da inteligência." (Eça de Queiroz); Difícil dizer: “O que incomoda mais, se a inteligência ostensiva ou a burrice extravasante." (Stanislaw Ponte Preta); "A inteligência é uma excelente dona de casa que, um dia, resolve tirar partido de tudo quanto recolheu e classificou." (Alphonse Daudet); "As emoções são as senhoras; a inteligência o servo." (Herbert Spencer); "A inteligência da criança observa amando e não com indiferença - isso é o que faz ver o invisível." (Maria Montessori); "Não há nada tão equitativamente distribuído no mundo como a inteligência: todos estão convencidos de que têm o suficiente." (René Descartes); "Não existe verdadeira inteligência sem bondade." (Beethoven); "A inteligência humana só é infalível quando decide sobre o que percebe distintamente." (René Descartes); "A inteligência artificial é o estudo de como fazer os computadores realizarem tarefas em que, no momento, as pessoas são melhores." (Elaine Rich); "Admiro as inteligências límpidas. Mas o que é o homem se lhe faltar substância? (Antoine de Saint-Exupéry); “Não é a inteligência que se escasseia, mas a constância.” (Doris Lessing); "A preocupação de mudar a forma de governo é a mais vã e frívola a que pode dedicar-se a inteligência." (Anatole France); "Livre, enfim, de compromissos com tudo mais, fiquei unicamente obrigado para com a minha mestra e ama a inteligência." (Carlos Lacerda); "O erro é a noite da inteligência e o laço da inocência." (Luc de Clapiers, Marquês de Vauvenargues); "O primeiro dever da inteligência é desconfiar dela mesma." (Albert Einstein); A inteligência do homem não pode ser fonte de soberba e orgulho ( Antonio Paiva Rodrigues).



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ACADÊMICO DA ALOMERCE



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Enviado por Paivinhajornalista em 05/11/2007
Código do texto: T724758
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