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Linda

Linda,

Em um dos meus artigo escritos no Jornal “O Mossoroense citei o Teólogo Dom Vitaliano,que afirmava: “o homem não é já o ‘senhor’ de si mesmo, mas que sua concepção errada da vida e da existência o conduz a sua destruição”. E isso vemos quotidianamente em nossa vida, na realidade do nosso meio, tão próximo de nós e em todos os locais do mundo. Parece que somos detentores de uma sabedoria própria sobre tudo, podendo com a ciência de si mesmo realizar atitudes desconexas com o fim que tanto almejamos em nossas vidas: a felicidade. Parece que forçamos a sermos infelizes, desprovidos de razão, com um falso coração que pulsa e não produz a alegria de viver.  Sim! Infelizmente somos capazes disso.
Como é um artigo (Liberdade e Verdade, Jornal o Mossoroense, 03/12), não posso entrar muito no tema, mas aqui gostaria de dizer que somos capazes de mais!! Do outro lado, oposto ao que estávamos descrevendo,  temos um poder incrível de fazer a mudança, de provocarmos a ser cada vez mais alegres para amar e ser amado.  Em diversos momentos somos conduzidos ao “desespero”, mas é boa parte deles superamos, pois somos maiores do que os nossos próprios problemas e mais do que isso, somos filhos de Deus.


Cara linda, princesa/donzela/rainha-do-meu-coração/bela-razão-do-meu-viver/amiga; doce sentimento me fez escrever para vós!!!  Independente do tempo que nos conhecemos ou do espaço que nos separa, não gostaria nunca de parar de demonstrar o carinho que tenho por vc! Não é a toa que nos conhecemos, por mais que não haja um sentido aparente, a não ser duas pessoas que se conheceram nas ondas digitais da net. O mais importante é que diante de milhões de pessoas conectadas, chegamos a nos conhecer e isso basta!
Quero que sejas uma princesa, mesmo que se faça no imaginário de nossas ações na internet. Aqui podemos sermos um pouco exagerado em nossas atitudes e aparências para com um meio que não nos conhece. Aqui, posso declamar sem me preocupar em apaixonar-me, haja vista a distancia que nos separa, nesta relação que nos desune, pois nunca nos unirá “realidademente” falando. Podemos ter uma fraterna ligação via o computador, e quem sabe, se Deus assim permitir um dia chegarmos a nos conhecer ao vivo e em cores!! 
Oh! Se me fosse concedido a graça de novamente sair por ai e viajar por todos os lugares deste Brasil! Não hesitaria em procurá-la, por mais que pudesse assolar-lhe o medo de estar com alguém que só conheceu pela net! Esperava poder realizar este feito, mês passado.  Infelizmente o bolso não tinha cédulas suficientes para custear viagens, comidas e tudo mais necessário para dar uma passadinha por aí.  Deus queira um dia fazer o nosso – se também por vosso, claro – desejo de nos conhecer.
Sou, como já sabes, um pobre mortal, que vive na alegoria da vida mais otimista e realista possível. Nas palavras de Ls janck, sou “um outro alguém” do lado de lá de seu PC, que não merece um pingo de confiança, a não ser aquela delegada  a quem vós mais amais na face da terra. Se isso não é possível – e creio que eu não seja digno desse amor tão grande – me contentarei em ser simplesmente um anjo – e parece que isso já não é muito!
Linda, já ouviste falar sobre a “geografia da mulher”? Pois bem, antes de falar de vós, para que não fique de cara chateado comigo, digo que a “geografia do homem” só diz o seguinte: Entre os 13 e os 60 anos, o homem é como Cuba: governado por um só membro. Depois dos 61 anos, o homem é como a União Soviética: sem a "ditadura", acaba e morre. Interessante não? Parece até que é verdade!! Mas vejamos:

A GEOGRAFIA DA MULHER

Entre 13 e 17 anos, a mulher é como a Antártida: Misteriosa e com quase  todas as regiões ainda não exploradas.
Entre 18 e 25 anos, a mulher é como o Continente Africano: uma metade já foi descoberta e a outra metade esconde beleza ainda selvagem e deltas férteis.
Entre 26 e 35, a mulher é como a América do Norte: moderna, desenvolvida, civilizada e aberta a negociações em troca de muito dinheiro.
Entre 36 e 40, é como a Índia: muito quente, relaxada e consciente da sua  própria beleza.
Entre 41 e 50, a mulher é como a França: envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.
Entre 51 e 60, é como a Iugoslávia: perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas se empenhando na reconstrução.
Entre 61 e 70, ela é como a Rússia: espaçosa, com fronteiras sem patrulha. A camada de neve oculta poucos tesouros.
Entre 71 e 80, a mulher é como a Mongólia: com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81, ela é como o Afeganistão: todos sabem onde está, mas ninguém quer ir até lá.
 
Deu para sorrir muito? 
Espero que sim!!!!

Na alegria de tê-la como amiga, saiba que mesmo distante ou sem dar notícia, espero nunca esquecê-la. Nos próximos dias farei um retiro. Provavelmente começarei na segunda ou terça-feira. Só irei retornar ao convívio da internet, lá para o dia 15 ou 16 deste mês.  Por isso, ficará quase impossível tc, convosco entre esses dias. Gostaria que, caso queira, quando escrevesse para mim, mandasse e-mails para este pobre escritor. Espero que tenha gostado desta carta e que tenha lhe animado a escrever para mim, dizendo o quanto me amas!!  ) [mesmo que isso não seja uma pura verdade!]
Se puder passar seu endereço para guardá-lo no meu coração!!   Ficaria muito feliz!! Ah! Se não exigir muito de vc, mande uma foto tb!
Desejo-te um precioso Natal com o nosso irmão Jesus, em qualquer parte do ano.  Que possas lembrar mais d’Ele do que o Papai Noel. Sejamos firmes na idéia da vinda do Filho de Deus ao nosso meio, pois em isso que mais conta nas nossas vidas. Anseio mais ainda, que nesta presença d’Ele o ano que se iniciará possa vir cheio de frutos para a sua vida, advindo das árvores plantadas durante este ano de 2004.


Hugo M. M. Galvão
Anjo_compaixão
Anjo Galvão
Hugo Galvão
Enviado por Hugo Galvão em 25/07/2006
Código do texto: T201518
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Sobre o autor
Hugo Galvão
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 39 anos
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