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Meu castelo de areia... desabou. Quero ser feliz!

Vamos conversar...
Preciso de uma conversa comigo, a tempos não o faço
Não ando bem, gostaria da ajuda de alguém...
Mas não posso pedir. O que faço?!
Não posso contar a ninguém o que sinto.
É horrível, não dá, isso me reprime, me deixa melancólica; o que farei então?
O meu problema amigo leitor é um amor!
Sim, um amor, talvez agora, você se pergunte: - Um amor? Mais um amor não é um problema, é felicidade, é gozo...
O meu não, é um problemas, um problema que me desestruturou,
O responsável, por esse ser macilento que me vejo agora!
Eu era feliz, vivia minha vida normalmente, a procura de um amor, sim, como a maioria das mulheres...!
O problemas foi eu o ter encontrado...
O encontrei em minha vida, perfeito, veio seguido de uma realização pessoal, nessa tal o encontrei, vivia então feliz duplamente! Mui feliz!  Mas por pouco tempo.
Eras um homem perfeito, um senhor mui belo, dono de uma elegância graciosa!
Eu passei a amá-lo..
Da primeira vez que o vi, algo me chamou atenção, não sabia me dizer o que ao certo.
O tempo passou e na convivência com ele pude analisar que aquele era o presente de natal, qual fazia rascunhos ao papai noel em minha adolescência, na esperança de que chegasse; e aquele príncipe encantado que aparecia em meus sonhos, cheio de amor, dono de uma beleza estonteante, adianto aos meus queridos leitores, que não trata-se de um senhor de grande porte, de grande estatura, e um físico musculoso....
Trata-se do meu presente de natal, um príncipe, um ser de estatura não muito grande, cabelos negros, assim como os meus, escorridos... muito belo! Ele era assim, mas não me apaixonei pelo ser físico desse belo senhor, me apaixonei por ele todo, tens realmente o caráter de um homem, o que se aproximava ainda mais dos meus pedidos, ao bom velhinho... para que no meu pedido não faltasse nada, és também um poeta, sim, meu pedido estava completo agora, ele ama artes, cultura, poesia... assim como eu, como se um anjo tivesse pego meu pedido e o tivesse esculpido a risca, estava me sentido mui bem, mui feliz, convivia com meu príncipe, a espera de uma maior convivência, para declarar-lhe meu amor, e foi nessa maior convivência que meu castelo de areia desmoronou, nos tornamos amigos, “de um bela amizade, nasce o amor”! e descobri então, oh! Meu Deus, o fim de meus sonhos, alguém antes de mim, já havia feito o meu pedido, e levara o que era meu! Ele tinha namorada! Acabou-se então meus sonhos, vi meu castelo desmoronar na minha frente, sem chances de se reerguer...
Vi-me inactiva diante a história de amor que ele me contara de sua amada, seus belos versos já tinham dona, e eu na esperança de um dia te-los sussurrados em meus ouvidos... tola!
Passava ainda parte de meu tempo, a viajar em meus pensamento, feliz com a descoberta do meu presente, da minha encomenda que não és minha, isso tem me deixado em estado melancólico, uma amor, que eu desejava tanto que fosse recíproco, um amor árduo....
O que fazer, dizem que fui cobarde, por não ter-lhe dito que eu o amava, mas estaria indo contra meus princípios, meus conceitos...  não poderia fazer isso
Ele parecia amar tanto sua musa inspiradora, o inspirava a belos versos, e se ele a amasse mais que eu... embora gostasse de mim, acho que seu amor por ela era mais forte, talvez estivesse na mesma situação que eu..!
Não sei, só sei que não agi, e hoje sofro, decide que sofrerei, mas não passarei por cima de meus princípios e conceitos para alcançar meus ideais...
Estou lânguida, deitada em meu leito, a pensar na vida e procuro forças para saber, como suportarei essa dor, que me machuca o peito...

[Dani, publiquei aqui conforme pedido, gostei viu!! Dei uma analisada nos erros como pediu, e está tudo certo!! Um amor platonico hein! Quem diria!! Só mudei umas palavrinhas meio estranhas...]
Aninha de Souza
Enviado por Aninha de Souza em 05/09/2006
Reeditado em 22/09/2006
Código do texto: T233185

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Sobre a autora
Aninha de Souza
Sumaré - São Paulo - Brasil
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