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Hoje minha alma chora, chora por você minha amiga e companheira de todas as horas, o "Pai" decidiu te chamar, e quem sou eu para contestar?

Jamais vou esquecer do seu sorriso, do seu olhar, do seu doce modo de falar, dos seus brilhantes olhos negros, do carinho e amor que nos davas, estavas sempre presente, espalhando confiança, esperança, fé e amor.

Você sempre foi uma segunda mãe para mim, sempre esteve ao meu lado em todos os meus momentos de dor e alegria, nunca me deixou sozinha, sempre de deu força e muito amor.

Como uma mãe você me sentia em todas as minha aflições, e vinha sem precisar ser chamada, você simplemente aparecia, como um anjo e trazia o alento para o meu sofrer, com carinho me chamava a razão, me mostrava o caminho, pegava em minha mão, me fazia seguir enfrente, quando me percebia sem forças caminhava junto comigo norteando o caminho.

Ainda ouço sua voz me dizendo, " Vamos, força, você não é assim, eu conheço a sua garra e determinação, você nunca teve medo de nada, o que é isso agora ?", e eu impulsionada por você reagia, e fazia o que tinha que ser feito.

Minha a amada amiga mãe Said, em minha alma você sempre vai estar.

***

ÐäMå Ðë ÑëG®ö

Apenas uma mulher que já riu, amou, se entregou e chorou.
Escrevo o que sinto, como sinto quando sinto.
Longe de ser uma poetisa, sou apenas alguém que sente!


Dama De Negro
Enviado por Dama De Negro em 28/09/2006
Reeditado em 20/05/2012
Código do texto: T251365

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Sobre a autora
Dama De Negro
São Paulo - São Paulo - Brasil
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