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Queridas almas sensíveis

Me sinto só...
Em minha frente há apenas um pedaço frio de papel
esperando ansiosamente por minhas palavras...
Talves elas sairão angustiantes
quem sabe sejam melancólicas...
Uma coisa é certa:
"São palavras malquistas e incompreendidas por mim."
 São requícios de desilusões que ainda trago, de tantas caminhadas na chuva
de tantos amores deixados para trás...
São aqueles sentimentos que eu gostaria de chutar para fora da minha vida...
 São memórias de quando a vida era bela
de quando eu costumava amar todos os momentos e todos os segundos,de quando todas as minhas estradas eram floridas,meus jardins enfeitados com meus sonhos e quando novos dias prometiam ser melhores.
 São confissões que morrem na minha garganta,palavras de amor que não merecem ser ditas.
  Hoje estou aqui,escrevendo esta carta para almas sensiveis que ainda tem toda vida pela frente: não deixe morrer dentro de você a grandeza de seus ideais mais sublímes!
 Você ainda tem como levantar-se de todas as tuas derrotas,afinal:
"Fortes não são aqueles que nunca caem,mas sim aqueles que se levantam sem lamuriar de uma pequena queda"!
   Sem mais,as palavras que intencionei aqui deixar serviram-me de uma maneira de descarregar minhas incertezas,talvez triviais para a maioria das pessoas,mas completamente unicas para mim!
             Doug
Douglas Rodrigues
Enviado por Douglas Rodrigues em 08/10/2006
Código do texto: T259626
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Sobre o autor
Douglas Rodrigues
Montes Claros - Minas Gerais - Brasil, 29 anos
2 textos (190 leituras)
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