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Meu filho, Caio.


Caio, como todos os meus filhos você nunca me deu motivos para ficar triste.

Você, sempre foi um filho carinhoso.

Cheio de atenções comigo e com sua mãe.

Desde pequeno sempre fazia um carinho, um agrado.

Por menor que fosse, sempre fazia.

Estava sempre por perto.
Na escola, sempre entre os primeiros.

 Eta orgulho danado que eu sentia e sinto.
Às vezes é meio brigão cheio de birra.

Quer enfrentar o mundo de peito aberto, sem medo de nada.
Às vezes em casa, fica emburrado, bravo que até assusta!

Este é o lado ruim que puxou do pai e da mãe.

Mas, se formos colocar na balança.

O lado bom certamente vai ganhar fácil, fácil.
Filho, quando eu falo algo que você não gosta.

Não liga não!

Deixa o velho achar que tem razão.
Isto é coisa de pai coruja.

Sempre pensa que tem a última palavra.
Filho releve quando eu falar algo que não te agrade.                

Eu, só quero o seu bem! Nunca o seu mal.
O pai te ama de verdade!

Quer ser seu amigo FOREVER.
Filho, depois que você ler o que lhe escrevi.

Não fale nada!

Somente me de um abraço.
Teu pai que te ama!

Luiz Carlos

lucaroca
Enviado por lucaroca em 05/09/2007
Reeditado em 22/12/2007
Código do texto: T639383
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
lucaroca
Teresópolis - Rio de Janeiro - Brasil
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