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A porta entreaberta

Ouço tantas melodias quando penso em você
E em cada uma delas eu imagino como seria estarmos juntos
Por ventura outrora tenho raiva, tenho medo, tenho tudo que uma mulher pode ter por um homem
Mistérios em seu negro olhar
Negro demais talvez, tenho receio de mergulhar nessas aguas profundas e nunca mais conseguir voltar a tona
E você nada faz, a não ser por sua voz suave a me envenenar os timpanos...
E eu o que posso dizer se não que você se esvai por todos os meus poros, sabe todos os meus medos e faz questão de que eu os tenha por você
Gosta de saber que eu te receio, eu te temo, eu te espero sempre, eu te abrigo e me abrigo em você
Quantas melodias fazem parte da nossa história, e você nem sabe...
Tenho sensações que nenhuma mulher teria por um homem
Tenho em mim a alma de um século de vivência e nem por isso aprendi o necessário.
Na verdade julgo ser necessário viver mais um século por sonhos do que só mante los dentro de mim.



Nathalya Etchebehere
Enviado por Nathalya Etchebehere em 05/09/2007
Código do texto: T639799

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Sobre a autora
Nathalya Etchebehere
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil, 33 anos
253 textos (23041 leituras)
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Nathalya Etchebehere