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Acalanto

Eu não sei explicar o amor que sinto. É tão profundo e altruísta que só quer se expandir, criar asas e envolver-te em sua serenidade apaixonada.É um amor que não saber ser simples, não sabe ser calmo. Sabe ser mil, sabeser infinito, sabe ser unicamente teu.Tentei por noites à fio não tremer ao chegar perto de ti, mas como consegui-lo,se, a cada abraço teu meu coração treme de alegria, medo, ansiedade, desejo?E, trêmulo, brada teu nome aos céus! Reza e pede que voltes à mim. Mas a tua únicareação é me abraçar e dizer-me que está tudo bem, que sente saudades, mas que precisa do vento.Meu amor é tão auto-suficiente que não necessita de beijos teus.

O único pedido dele é que continue mantendo meu coração aquecido com estes abraços teus, acalentando-mecom tuas mãos doces e generosas, que só sabem me acariciar. Mesmo que demoremos para encontrar nosso caminho, por que eu sei, caminhos sagradossão difíceis mesmo de alcansar, desejo somente que deixe nossos corações batendo nomesmo ritmo, amando o mesmo amor, desejando os mesmos sonhos.

Eu não lhe peço mais nada. Meu amor por ti me basta, me satisfaz, me faz ser uma pessoamelhor e mais sensata. Tu és o grande amor da minha vida, e por ti canto, por ti alegro meu pesar. Por tisou única, por ti sou tua. Mesmo quando não estou contigo, mesmo quando tu não estáspor perto. Por ti, me faço tua por inteiro.Então, meu grande amor, vibre. Por quê nem passado, presente ou futuro acaba comtanta generosidade. Generosidade que só um amor sem medo de sofrer é capaz de possuir.E eu te amo, por que te amo, por que tu me amas, e por que não tenho medo de continuar sozinha,por que sei que um dia tudo se encaixa. E meu amor por ti eternizado está.
Beatriz Verneaux
Enviado por Beatriz Verneaux em 20/11/2007
Código do texto: T744092
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Sobre a autora
Beatriz Verneaux
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 26 anos
3 textos (113 leituras)
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Beatriz Verneaux