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A bolha

Naquela manhã acordou em susto. Estava envolta por uma bolha invisível anti-mundo que tocava música exclusiva. Rolou até o espelho e nem lembrou de ver-se embolhada. Nem parou. E nem precisava de espelho. A representação de sua imagem rolava lá dentro também. A bolha translou ao redor dos compromissos até o fim da gravidade. Voou feito de sabão até o recôncavo do sofisma. Conchegada a si bolou o plano de deixar rolar. E claramente transparente - PÓC! - enfim.
Cláudia Cândido
Enviado por Cláudia Cândido em 13/12/2005
Reeditado em 21/07/2009
Código do texto: T85374

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Sobre a autora
Cláudia Cândido
Curitiba - Paraná - Brasil, 36 anos
21 textos (1465 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 00:01)
Cláudia Cândido