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senhora fulana de tal

Desde que a lei do Divórcio entrou em vigor no Brasil, em mulheres não são mais obrigadas a trocar de sobrenome quando casam. Porem, 23 anos depois dessa conquista, a maioria continua a adotar o sobrenome do marido, e só depois da lua-de-mel se da conta de trocar de identidade não é tam simples quando era para nossas avós.
Antigamente mulher tinha dono.Primeiro o pai, depois o marido. Era comum obedecer orgem num mundo regido somente por homens, e herdar o sobrenome da familia deles era uma convençao facilmente assimivel.Hoje munta coisa mudou, mas esse costume permanece intacto na maioria dos casamentos. Trocar o sobrenome continua sendo uma providencia matrimonial tao automativa quantoescolher a igreja ou comprar a aliança.Terminada a cerimônia, a noiva joga para dentro do baú um vestido e um nome que nunca mais serão  usados, como de num passe de mágica ela houvesse se transformado em outra pessoa.  É de fazer pensar. Esposa não é bem de costumo que se possa registar em nome de alguém, como se faz com um apartamento ou um carro.Todo casal que planeja construir uma relação estável sabe que a fórmula “dois a um”. Cada um com a sua individualidade, sua profisão, seus amigos de infância. O amor só ganha com isso. E se, por falta de sorte, o amor terminar, e com ele om casamento, o recomeço será doloroso, mas bem menos complicado. A burocracia para refazer RG, CPF e passaporte é desanimador.
Nosso nome é um patrimônio, uma marca registrada. Qualquer empresa sabe que arquivo o nome de um produto é arriscado: pode acarretar a perda da imagem e dos clientes conquistados. Com as pessoas é a mesma coisa. Profissionais liberais carregam, junto de seu nome, prestígio alcançado em anos de carreira. Imagine o doutor Ivo Pitanguy tarnsformado em Ivo Menezes, assim, de um dia para o outro. Você entregaria seu lindo narizinho as mãos desse desconhecido. O sobrenome é ema parte da gente que não merece ser amputado. Mantê-lo é, ao menos, um bom exemplo para os filhos, pois este nascem sabendo que papai e mamãe têm a mesma importancia. Democracia se aprende em casa.
Tudo isso não pode ser romantico, mas é prático, sensato e até excitante.  Seu marido estara indo para cama todo dia com uma mulher que não é proprietaria dele. Se você está para casar, seja bem exigente nos quesitos respeito, paixão, carinho, afinidade. Mas não queira nada que já não seja seu.
 
                                                   

 








































Douglas dinho
Enviado por Douglas dinho em 16/03/2005
Código do texto: T6768
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Sobre o autor
Douglas dinho
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 28 anos
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Douglas dinho