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O JARDIM DAS ROSAS




                 O jardim das rosas é um lugar secreto, tão secreto que somente seu descobridor é capaz de encontrá-lo novamente. Esse descobridor é João, destemido João, que desde criança, jamais aceitou sua condição de escravo. Garoto saudável, esperto, afetuoso com seus pais e muito querido entre os seus companheiros.
                 
                Quantas chicotadas João levou do terrível feitor Prudêncio, homem amargo que não tolerava a felicidade dos outros e desnecessariamente, sempre que podia, açoitava os escravos por puro prazer.  Mesmo assim o garoto nunca mergulhou no mundo da angustia e sempre encontrava motivos para ser feliz. Afinal, vivia pensando no dia da sua liberdade, em que não mais precisasse experimentar tantos constrangimentos nem sofrer perseguição de quem quer que fosse.

                 Quando ainda adolescente, na Fazenda Sabiá, onde era escravo, ficou perdidamente apaixonado por Rosinha, mulata fascinante, meiga e pura, e apesar de nunca terem dividido barracão de senzala, sempre encontravam um jeito de estar a sós, longe dos olhos do feitor, que estava sempre muito atento a todos, especialmente para aquele negrinho, que lhe parecia muito esperto. Por isso, acabava encontrando desculpas para castigá-lo.
                 
                  Um dia, por falta de sorte, quando trocavam inocentes carinhos, João e Rosinha foram flagrados pelo capataz Prudêncio, que dominado pela incapacidade de aceitar a felicidade alheia, deu uma surra no garoto e algumas lapadas na menina. E ainda, criando desculpas perfeitas, somente por maldade, pediu ao Barão Bertoldo que vendesse João. Somente assim, poderia desfrutar da satisfação de vê-los separados. Mas antes de sua partida o escravo prometeu à sua amada que jamais aceitaria tal condição e um dia voltaria para buscá-la, livrando-a das obrigações humilhantes da escravidão. Mesmo sem saber qual jeito ele era capaz de dar, Rosinha acreditou fervorosamente na promessa, com o coração cheio do amor que sua juventude e sua pureza lhe permitiam.

                  E a reboque, enjaulado em cima de um carro de bois, João foi levado ao grande mercado de escravos para tão imensa distância da fazenda que talvez fosse impossível um dia poder voltar. Em face da brutal separação seguiu a triste viagem, com mistos de amor e ódio em seu coração.

                 Na chegada ao estranho lugar para onde fora levado, João logo foi comprado por representantes da fazenda Uirapuru, que ficava em sentido contrário ao local de onde viera. Quatro dias de viagem. E novamente numa jaula, foi conduzido ao distante local, onde lhe coube recomeçar a vida entre trabalhos forçados e uma amarga rotina no meio de estranhos. Apesar da grande tristeza, seu coração recebia os eflúvios da lembrança do amor de Rosinha e assim, se sentia nutrido da mais forte esperança de um dia poder voltar para buscá-la, e encontrar novamente a alegria de viver.
 
                  Em sua labuta diária, cheia de tarefas quase impraticáveis, também era tarefa sua cuidar dos animais da fazenda, João carregava nos ombros o peso dos dias morosos, no entanto, até se distraía, cuidando do cavalo do Barão Felipe.

                  Um dia, em passeio, o senhorzinho Joaquim Pedro, filho mais novo do Barão, se descuidou e acabou perdendo o animal. Encarregado de encontrá-lo, João inicialmente, como de costume, começou suas buscas nos lugares mais próximos à sede da fazenda. Não obtendo êxito, e já passados cinco dias, João viu esgotadas todas as possibilidades num raio de três léguas. Sem lhe restar alternativa, partiu para lugares mais distantes e quase inacessíveis na tentativa de cumprir o dever.

                  No sétimo dia de sua incansável busca, no final de uma tarde calma e fresca, ao pé de uma grande colina estava o precioso cavalo. João sentiu que estava sendo retirado um peso de suas costas. Experimentou então o doce sabor do dever cumprido. Ofegante, parou um pouco, respirou fundo e chamou o alazão pelo nome: “Ventania!?” O cavalo levantou a cabeça, olhou firme e relinchou, reconhecendo quem tão lhe tratava. Depois de passar o cabresto em Ventania, sentou-se um pouco na raiz de uma frondosa árvore e contemplou a bela vista entre a colina e o vale, que abrigava um rio de águas puras e cristalinas, ainda intocável, pois ninguém jamais havia passado por aquelas longínquas paragens.
               
                 Naquele calmo fim de tarde, sentindo a brisa leve a tocar-lhe o corpo, o forte rapaz volveu o pensamento aos momentos de sua vida e conseqüentemente, à vida de Rosinha.  Fez planos e sonhou acordado com a possibilidade de voltar ao berço natal e fugir com sua amada. Entretanto, precisava encontrar um local seguro para que nunca mais fosse submetido a trabalhos forçados e, principalmente, não mais viesse a sofrer a dor da separação de sua querida Rosinha. Esquecido das horas, navegando nos mares da sua fértil imaginação, não percebendo o anoitecer, dormiu ao tronco do grandioso arvoredo. Preso em sono profundo, sonhou que numa noite escura, chegava à senzala da fazenda Sabiá, e com muita emoção e regozijo de rever todos os seus entes, partia em fuga com seu grande amor.

                Na madrugada seguinte resolveu subir a colina para ter conhecimento daquelas terras perdidas. Depois de três horas de cavalgada estava descendo para o outro lado do monte e descobriu o início de uma quase intransponível floresta. Decidiu conhecer um pouco daquelas matas e o seu coração transbordou de alegria quando teve a certeza de que tinha encontrado o esconderijo perfeito para a realização dos seus sonhos.

                Com o estoque de comida já quase esgotado, fez o caminho de volta, se arranjando com o que podia encontrar para se alimentar. Mas isso era o que menos lhe preocupava, porque certamente, naquelas regiões, havia fruteiras carregadas e, portanto, não passaria fome.

                Tendo cumprido sua tarefa, João pode, finalmente, desfrutar de algum descanso na fazenda, passando a gozar de certa confiança na casa, uma vez que a fuga do cavalo não foi por sua culpa. Para ele, isso era muito importante, porque poderia planejar melhor uma forma de tentar rever o amor de sua vida, que já não via há cinco anos.

                 De sorte, os planos de fuga já estavam no caminho certo, mas tomaram rumos diferentes quando Tobias, o administrador geral da fazenda, descobriu que João, quando vendido e desgarrado de sua terra natal lá deixara o primeiro e grande amor de sua vida. De fato, o encarregado tinha simpatia pelo escravo, muito embora não demonstrasse, porque não cabia essa proximidade com os serviçais.

               Com o propósito de ajudar João, Tobias propôs ao Barão que vendesse alguns escravos que não estavam apresentando bons rendimentos. Seu objetivo era colocar o corajoso escravo entre eles. Desta forma, pensou que encontraria comprador representante de alguma fazenda da região de onde o negro viera, colocando-o, portanto, na rota do encontro desejado.

               O Barão concordou com a sugestão. O lote foi arrumado e levado para o grande comércio, conduzido pelo próprio administrador. No caminho, João chamou Tobias e perguntou-lhe: “Por que eu?”. Ele lhe respondeu: “Um dia me agradecerá por isso. Não precisa entender agora, mas estou fazendo o bem pra você”. João sorriu e ficou calado, sabendo que Tobias era sincero e honesto não apenas com ele, mas com todos. Isso lhe deu esperança de que boas surpresas estariam por vir.

                O grande mercado ficava localizado na região central das fazendas produtoras de café. Levava-se quatro dias de viagem. No final do quarto dia, chegaram àquele lugar que João já havia passado uma vez há mais de cinco anos. No dia seguinte, com muita movimentação de compradores e vendedores de escravos, deu certo o plano de Tobias. De uma só vez vendeu o lote que trouxera para um representante da fazenda Jaçanã, justamente na região de onde João viera.

                  Ao final do dia e dos negócios, entre todos os escravos o poderoso Tobias foi até João e lhe disse: “Boa sorte rapaz, espero ter contribuído pra sua felicidade. Na hora certa você saberá do que estou falando. Se algum dia nos encontrarmos saberá que pode em confiar em mim”. João respondeu-lhe: “Não sei do que o senhor está falando, mas sei que posso acreditar. Obrigado”.

                 No outro dia o lote a que pertencia João, conduzido por Amaral, representante do Senhor José Botelho, foi levado à fazenda Jaçanã. Com três dias de viagem, no usual transporte da época, carros de bois, chegaram à fazenda. Como de costume todos foram colocados aos trabalhos da colheita de café. João não era acostumado com esse tipo de trabalho, pois nas fazendas que havia trabalhado as tarefas eram outras, mas como não atinha escolha, teve que aprender a lidar com o café. Ao descobrirem seus dotes no trato com animais lhe deram mais esse serviço.

               Dez meses de trabalho já haviam passado em Jaçanã. João já conhecia toda aquela propriedade e através de conversas com os outros acabou tendo informações de que não estava tão distante de sua terra natal. Seu coração novamente se encheu de alegria.

                Finalmente, com a ajuda dos companheiros, aproveitou a viagem do feitor e de outros empregados, fez pequeno estoque de comida e partiu com destino à fazenda Sabiá. Eram cinco horas da manhã de sábado, quando ele saiu montado no burro que era acostumado a tratar.

                A cigarra já havia cantado quando a senzala da fazenda Sabiá foi surpreendida com a presença daquele homem forte e determinado, que entrou no barracão e  ofuscado pela luz do candeeiro falou: “Tem comida pra mais um”? Inicialmente ninguém o reconheceu. Era hora da última refeição do dia e entre todos os homens e mulheres, estava aquela linda moça que ficou parada olhando para o estranho. Ninguém falou nada durante alguns segundos. Então o estranho olhou firmemente para a moça e repetiu “ Tem comida para mais um, Rosinha?”.

                 Pálida e ofegante, com o coração em descompasso, sem acreditar no que seus olhos viam, Rosinha ficou muda por alguns instantes e finalmente encontrou forças para falar: “Jão! Meus Deus! Não... não... não... não posso creditar! É vosmicê mesmo, home de Deus? Eu pensei que esse dia nunca ia chegar, Jão. Passei cada dia de todos esses ano lhe esperando e agora vosmecê tá me devolvendo a vida, Jão!”

                 Depois de tantos abraços e lágrimas a alegria tomou conta do barracão, sem a incômoda presença dos capatazes que estavam comemorando aniversário de um deles em local afastado da senzala e todos puderam desfrutar daquele momento de felicidade.

                 Passados os primeiros momentos de euforia pelo inesquecível reencontro, João passou a explicar o motivo de sua volta, o que foi entendido por todos sem questionamento. Então, antes do dia amanhecer, os dois amantes fugiram da fazenda Sabiá.

                 O sumiço de Rosinha não foi notado na Fazenda Sabiá, pois não era de praxe a conferência de escravos aos domingos. E na fazenda Jaçanã, com a ajuda dos colegas, ninguém havia percebido a falta de João, o que rendeu bastante tempo na fuga do casal, que além de mais um animal, acomodaram na bagagem também um cachorro e suprimentos para alguns dias que levariam para encontrar um local onde pudessem começar uma nova vida.

                Na segunda-feira seguinte, tanto em Jaçanã quanto em Sabiá, soube-se da fuga dos dois. E como João era o principal responsável, a ordem era que os capatazes capturassem o fujão vivo ou morto. A partir daí organizou-se uma verdadeira caçada, com todo o aparato necessário para a captura de João e Rosinha.

                 João conhecia melhor que ninguém toda aquela região, portanto, tinha certa vantagem em relação aos capatazes. Mas sem saber que havia toda uma mobilização para o sucesso da captura, no quarto dia de viagem, encontraram uma antiga cabana abandonada. Fizeram o reconhecimento da área e resolveram ficar no local, permanecendo lá durante o tempo que fosse seguro, mas sempre atentos e receosos de aparecer algum capitão da mata.

                  Do grupo que estava no encalço do casal, três deles resolveram fazer caminhos diferentes, na tentativa de ter êxito nas buscas e conseqüentemente obter algum prêmio pelo feito. Então, realmente pegaram trilhas que os conduziram à cabana que João havia encontrado.

                   Já se passara seis meses. João e Rosinha já não acreditavam que alguém ainda os estivesse procurando. Durante esse período, puderam desfrutar de uma inesquecível e adorável lua de mel, fazer planos para uma vida melhor, até que numa noite muito estrelada, após amena e amorosa conversa  que se estendeu até mais tarde, quando dormiu em sono profundo, João sonhou que estava sendo capturado e arrastado para Jaçanã, onde padeceu novamente no tronco, levando tantas chicotadas até que não pôde mais gritar. No instante em que levantou a vista percebeu um homem de capa preta se aproximando, e empunhando uma arma na sua nuca, lhe dava o tiro de misericórdia. Era o capitão Chico. Com o barulho do tiro, ele acorda e levanta assustado, pois foi a primeira vez que teve aquele estranho sonho. E naquela madrugada fria não conseguia dormir de novo. O cachorro começou a latir. Ele abriu a porta e percebeu que aquele sonho era um aviso para que fugisse. O sonho era realidade.

                  “Rosinha, meu amor, vamo simbora sumir nesse mundo. Tão vindo nos pegá”. Recolheram então a pequena bagagem e os animais que estavam comendo atrás da cabana. Usando folhas de palmeira amarradas à carga, apagaram as pegadas no chão, e naquela madrugada fria levaram dianteira. Já no final da manhã e com todo conhecimento daquele chão, cruzaram  morros de pedras altas e baixos alagados.

                    Os Capatazes Chico, Antonio e Matias, em seus cavalos e burros, já cansados, cruzaram o rio e encontraram os demais, Pedro, Horácio, Simão, e também um, chamado Tião. No final de uma tarde encharcada e fria, encontraram a cabana onde João fizera residência e ali mesmo dormiram para, no dia seguinte, continuarem suas buscas.

                   Enquanto isso, João e Rosinha cortaram caminho para o lado do norte, pois tinham a certeza de que se continuassem naquele ritmo, escapariam da captura.

                   E naquela vida de adiadas mortes, por maus caminhos andados, onde era possível correr, João às vezes falava sozinho: “Quero vê se vosmicês me pegam”. E naquele quadrante de terras onde João não mais conhecia, cada vez ficava mais difícil a fuga.

                  Chico, um capitão da mata, que se achava o melhor de todos e realmente era o mais temido dos capatazes, resolveu pegar rumo diferente, na tentativa de, sozinho, capturar o negro e ficar com fama. Neste caso, ele seguiu seu instinto, confiado em sua experiência, que julgava ser infalível, mesmo sem o apoio dos demais. Realmente estava certo o rumo que ele pegou, porque o fez encontrar vestígios da passagem de João.

                    Com o achado das pegadas, o Capitão ficou mais animado e acelerou o passo, cada vez mais encontrando sinais da passagem dos fugitivos. Ele sabia que estava chegando perto demais e na descida de um monte muito alto, pode, pela primeira vez, avistá-los a uma distância de mais ou menos dois quilômetros.

                     Enquanto isso, sem perceber a aproximação do desalmado algoz, de vez em quando João e Rosinha paravam para descansar um pouco. E foi então que o sorrateiro Capitão em seu cavalo treinado foi tomando chegada com todo cuidado que sua experiência permitia. Quando a tarde terminava, o casal foi surpreendido pela indesejada presença do terrível Chico.

                     “Peguei-te, negro ordinário!”, bradou o capitão, com o rifle já empunhado. “Vai me atirar Capitão?” disse João, num tom seguro e revoltado. “Não. É claro que não. Acho melhor levar vocês vivos e, pessoalmente, colocar os dois no tronco e dar tantas chicotadas que verão o começo, mas não verão o fim”. Confiado na obediência escrava aproximou-se um pouco mais para colocar as algemas, e aí quem foi surpreendido desta vez foi o Capitão.

                        João, do alto do seu vigor físico e de sua envergadura de aproximadamente um metro e oitenta, reagiu, e com toda força e determinação que possuía, segurou o braço do Capitão, tomou a arma e as argolas e o prendeu, depois o amarrou ao tronco de uma árvore e ali fez dormida.

                        Na madrugada seguinte continuou sua fuga, só que agora levando o capitão de refém e nos primeiros quilômetros o fez caminhar para que provasse um pouco do mal que fazia aos outros. Neste particular, o Capitão pedia toda hora que João o matasse logo, porque era melhor do que ele ser visto humilhado por um escravo. João então respondeu: “Não vou lhe matar, não sou assassino como o senhor. Isso faz a nossa diferença. Mas o senhor vai sim, passar a vergonha que merece. Será deixado em local que possam lhe encontrar”.
                       
                         O rumo que João tomou, mesmo sem saber, se continuado, os levariam às terras próximas à fazenda Uirapuru.  Depois de dois dias, começou a reconhecer aqueles lugares. Encontrou um local que sabia ser passagem diária de mercadores, e aproveitou a oportunidade para passar um bom e comprido sermão no Capitão, deixando-o amarrado ao tronco de uma árvore, logicamente, sem o cavalo e a arma.

                           Ao alvorecer, como de costume, usando sua rota de sempre, um vendedor ambulante encontrou o Capitão e o soltou. Muito envergonhado, foi procurar serviço em outras fazendas, onde ninguém o conhecia.

                           Depois de atravessar desertos, banhados, lamaçais, serras e florestas intensas, finalmente João e Rosinha chegaram à margem de um rio pequeno de águas cristalinas. Puderam então desfrutar de um bom banho e descansar com mais tranqüilidade.

                          Depois de atravessar o rio João percebeu que aquele era o local onde ele esteve quando procurava o cavalo do Barão. Isso lhe renovou as energias e aumentou sua certeza de que estaria escapando para sempre daquela vida que havia ficado para trás.

                         Com o amor no peito e o futuro pela frente, João e Rosinha seguiram rumo à grande colina que já estava à vista. Antes do meio dia, estavam no topo. Então ficaram alguns minutos ali e João, com a consciência de que estavam cruzando a fronteira da servidão, gritou tão alto que sua voz ecoou por todo aquele vale, dizendo: LIVRES, LIVRES... FINALMENTE LIVRES!

                        E o jardim das rosas se fez realidade na vida de João e Rosinha: jamais poderiam ser encontrados, protegidos em primeiro lugar, pela grande muralha natural, e depois pela floresta que parecia ser encantada. Era como se o próprio Deus tivesse criado todo aquele aparato para protegê-los, até que viessem tempos novos e com eles a boa nova da liberdade para todos.
                       Realmente, algum tempo depois, a boa nova chegou trazendo o fim da servidão. E eles continuaram lá, no jardim das rosas, não mais feito de medo, mas de sonhos, de paz, e, principalmente, servindo de perfeito cenário para o grande e verdadeiro amor de João e Rosinha, que durou para sempre.

                       
                                                                                                GASPAR, Nelson da Silva.



                    Fonte de inspiração: Matita Perê -  Antonio Carlos Jobim
                                           

             

   

                                 
   
                   
Nelson Gaspar da Silva
Enviado por Nelson Gaspar da Silva em 19/11/2007
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Sobre a autora
Nelson Gaspar da Silva
Coelho Neto - Maranhão - Brasil, 53 anos
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