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FESTA EM CONFISSÃO


     Pensei ser o astro maior, tal qual a lua fiz um balé dentre as estrelas que me circundavam...AhAhAh, os risos foram tantos por quanto eram cada vez mais enganos ; a sede, aumentava quanto mais a noite se entregava aos desvaneios dos sonhos ébrios ; dançantes corações enlaçados planavam pelo salão.

     Tudo era alegria, até que a orquestra tocar a última música - Máscara Negra, ahahah (quando fecho os olhos ainda a escuto),paro e te procuro, pensando-te meu par, acho-te,então, colombina nos braços de um pierrô...que não era eu.

     Risos,mais uma vez risos, rio de mim, pois agora eu era palhaço e o baile estava completo em suas figuras carnavalescas.

     Findo o baile, restava-me a despedida; num rasgo de tristeza minha alma sendo falsa te desejava felicidades.
Tinha então, de resto confessar-me as verbenas já molhadas pelo orvalho matutino, foi então que elas me falaram num sibilar:::: És feliz, o mundo é teu, tens tudo e ninguém te tem, ninguém te aprisiona, és livre até do amor.
ERASMO SIQUEIRA
Enviado por ERASMO SIQUEIRA em 09/12/2005
Código do texto: T82772
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Sobre o autor
ERASMO SIQUEIRA
São José do Egito - Pernambuco - Brasil, 37 anos
10 textos (927 leituras)
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