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Amor ou conveniência



Muita gente considera  que o amor  é essencial outros tem como um passa tempo; já vi alguém dizer que  achava Que  o amor era uma bobagem; um amigo meu dizia o que ele achava do amor entre um homem e uma mulher: - O ser humano só faz alguma coisa, por interesse; por que ele era assim! O nome dele era Lauro; esse homem não gostava nem que se falasse de amor com ele; esse  homem tachava a palavra amor como interesse, ele dizia que quando alguém falava que estava amando outra, era para conseguir alguma coisa; e assim ele pensava que era vida, não aceitava  como coisas do coração.

Ele era um sujeito desiludido com o amor; pelo que vejo este homem acreditou muito em alguém que ele amava e se decepcionou.  ele dizia eu não preciso de amor,  eu preciso de alguém que me compreenda; mulher nenhuma de um homem que a ame  ela precisa de comida e roupa, remédio quando está doente; entrou alguém falou com ele: - você ama seus filhos, não quer admitir; ele continuou: - isso é uma grande besteira, o que faço pelos meus filhos é dar o que eles precisam, e não podem conseguir por eles mesmos isso eu sabia que tinha que ser assim; ai entrou dona rute e disse: - se não ama, por que se preocupa? Há isso é completamente diferente; eu sou humano! E Vai dizer que não amou a mãe dessas crianças? Não, eu me casei com ela, por que me era conveniente.

Mas ela o amava! Não, acho que isso não tem nada ver com amor; Ela chegou a idade de se casar, tinha vontade de sair do jugo do pai, tinha vontade de ter filhos, então me escolheu.
Conversando com Gabriel Foi ai que fiquei sabendo o por que de Lauro ser tão irredutível em relação ao amor.
Ele não acha mesmo que um casal é capaz de se entregar um ao outro por amor.

Gabriel disse que conheceu Lauro quando era jovem; amava uma mulher seu nome era Matilde; ele conheceu Matilde e logo se apaixonou; Matilde era bem mais velha, cheia de experiência cheia de truques, e se aproveitou do quanto Lauro a amava, e foi conseguindo o que queria; Ela o convenceu  a vender seu pequeno sitio e comprar uma casa na cidade; Lauro fez comprou a casa em nome dela; mobiliou a casa, e ficou quase sem dinheiro; foi trabalhar em uma padaria em serviço noturno e assim ele trazia para a bela casa o sustento para si e sua amada; mas ela começou a mudar, ele perguntava o que estava acontecendo, um dia ela o respondeu você é uma besta! Não entende nada de mulher! Agente tem dia que não está boa nem para conversar; isso é coisa de mulher.

Lauro concordou, ele nunca foi mulher para saber! e continuou seu trabalho um dia ele chegou para trabalhar e foi dispensado;
Lauro voltou para casa, triste e louco para conversar com Matilde, para ver o que fariam com o dinheiro da indenização.
Entre ida e volta do trabalho ele chegou em casa era quase meia noite, ele enfiou a chave na fechadura, e ouviu vozes e um movimento estranho; Risos e troca de palavras de carinho. Ele entrou pé ante pé e lá estava ela na cama com um sujeito estranho.

Ele perguntou o que é isto? Matilde era uma mulher da vida e ele só veio saber depois ela tinha a resposta você não está vendo? Se não gostou junta sua roupa e vai procura alguém como você! Tudo aqui é meu menos a sua roupa pode pegá-las.
O sujeito que estava com ela acrescentou: - não ouviu o que ela disse? Pega suas roupas e se manda ante que seja pior para você! Lauro saiu e a mulher ficou com tudo que era dele; É esse o motivo de ele ser assim

sterquini
Enviado por sterquini em 25/08/2007
Código do texto: T623525

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Sobre o autor
sterquini
São João de Meriti - Rio de Janeiro - Brasil, 73 anos
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