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OVNI - Relato de uma visão

          Segue abaixo um RELATO da minha filha Vânia – (29 anos)

          Era madrugada, 9 de maio de 2006.
          Depois de um pesadelo assustador eu acordei. Mantive-me quieta, deitada e de olhos fechados para me acalmar. Mas, mesmo de olhos fechados vi uma luz que atravessava a janela do meu quarto que estava sem cortinas. Ao abrir os olhos me deparei com uma luz de um brilho intenso, que vinha do alto, por detrás de uns eucaliptos que existem no outro lado da rua e que ficam distante mais ou menos trinta metros da minha cama, donde costumo olhar os movimentos de suas folhas se balançando ao vento.
          Sentei-me na cama e fiquei a observar aquela estranha luz, e vi que dela partiam fechos de outras luzes multicoloridas que saíam lentamente da esquerda e da direita da luz maior, e depois voltavam lentamente para o ponto de onde saiam. Eram lindas, e, às vezes, eram mais fortes em tom azul claro.
          Levantei-me da cama ansiosa para contar a alguém o que eu estava vendo e, sem tirar os olhos da dita luz, eu acendi a lâmpada do quarto e teclei o telefone para o meu marido que estava trabalhando. Ao tirar os olhos do telefone e voltar-me para a luz nas árvores, notei que elas haviam diminuído de brilho quase que totalmente, ficando apenas com um brilho comparativo ao da Lua e logo voltou a se acender com muita intensidade. Os fechos passeavam deslizando no ar como se estivessem se inflando, pois aumentavam de espessura e logo diminuíam de volume. Fiquei encantada com aquela visão, e pensei:  - aqui na Terra não pode existir nada igual.
          Até aquele momento a minha filha Michelly, de cinco anos, permanecia dormindo.
          Ao telefone falei ao meu marido o que eu estava vendo, e ele, caçoando-me: sem me dar crédito; me pediu para descrever a “coisa”. Respondi que não estava vendo nenhum objeto, apenas luzes, e que eram lindas: como nunca tinha visto. Relatei assim:
          - Não dá para ver tudo direito, pois elas saem de detrás das árvores. Vejo que tem uma lâmpada grande, quase do tamanho de uma lua-cheia que vemos no céu, e que dela saem fechos de luzes coloridas com muitos azuis, seguindo pelo ar sempre para a direita e para a esquerda; aumentando e diminuindo de espessura. Os fechos vão e vêm lentamente no ar, e depois se acoplam na base ‘da coisa’. A luz maior não se move, está parada no ar! Não há nenhum barulho. Que pena que não temos filme na máquina!
          Falei ainda que a luz maior se acendia com muito brilho na medida em que os fechos  se distanciavam, e, em meio à nossa conversa minha filha acordou e eu a peguei ao colo, e ela também via as luzes. E eu disse-lhe: - filha, fala pro papai que você está vendo um helicóptero. E ela - ao telefone -, disse: - não! Não tem barulho, não é helicóptero. Meu marido me pediu para eu descrever a nave e voltei a lhe dizer que eu só via as luzes e que nada se mexia nas árvores, e que era tudo silêncio.
          Por um momento tive um pouco de medo.
          Ficamos ao telefone mais ou menos vinte minutos.
          A noite estava fria e muito escura, exceto nos eucaliptos, ali, bem perto de mim
          Fiquei extasiada, observando aquele reluzeio, e só por volta das 5:15h (hora em que meu marido me confirmou pelo telefone, e depois o desligou), é que pude visualizar perfeitamente o formato do objeto da luz, pois ele se afastou vagarosamente alguns metros dos eucaliptos e deslocou-se para a direita e para baixo, e parou a poucos metros do muro que separa as árvores da rua, ficando todo à vista, somente com a luz maior acesa na parte inferior. Era um objeto com a dimensão de mais ou menos dois a 3 três de comprimento; com o formato de uma bola de baseball achatada na parte superior e com sua fuselagem de cor escura como se fosse de um verniz envelhecido. A sua extremidade não era lisa, pois tinha umas saliências tal como as de uma parede chapiscada.
          À medida que o dia ia clareando ficou mais fácil vê-lo plenamente, pois sua posição era para o nascente e o raiar do dia se fazia depressa.
          Passou um ônibus na rua e o objeto foi saindo lentamente na direção Leste.
          Sentei-me na cama com minha filha e ficamos a observá-lo, até que ele silenciosamente desapareceu no Céu.

                                    *   *   *

Estou narrando porque tudo isto me intrigou.
Que objeto foi aquele?
E as luzes que  não obedeciam à velocidade da luz que conhecemos, pois elas saiam lentamente se inflando e em forma de fechos, e depois voltavam lentamente para a luz maior na base do objeto?
Por que ele diminuiu de brilho na hora em que acendi a lâmpada do quarto?
Procuro uma explicação”.
                                VÂNIA
    _________________________________________________________
Nota: este depoimento foi enviado para um respeitado ufologista brasileiro, que me respondeu (via E-mail), ser provavelmente um UFO, pois todas as características indicavam para esta realidade. "PENA QUE NÃO TIROU-SE A PROVA" - disse-me ele.
José Pedreira da Cruz
Enviado por José Pedreira da Cruz em 22/07/2006
Reeditado em 05/12/2009
Código do texto: T199547
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Sobre o autor
José Pedreira da Cruz
São Paulo - São Paulo - Brasil
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José Pedreira da Cruz