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O MENINO DA FÁBRICA DULCE (PARTE II)

_Vamos, Elias, diga! O que aconteceu com ela? Pergunta Fernando, nervoso.
_Ela morreu! Seu corpo está em um estado crítico. Responde Elias, com pesar.
_Meu Deus... Coitada! Lamenta Fernando.

Os dois atravessam o rio através de um velho tronco que estava ali e entram na antiga fábrica. Para o azar dos dois cai uma violenta tempestade, o que os obriga a passar a noite naquele lugar tenebroso.
Eles não conseguem pegar no sono, principalmente quando observam um clarão vindo de uma das portas e no meio dele, uma criança! Para ser mais preciso, um menino, que parecia estar com os ossos todos quebrados, arrastando-se em direção a eles e emitindo horríveis gritos como se estivesse sendo torturado.
Fernando e Elias ficam pálidos, mas logo recobram a consciência e fogem daquele lugar subindo rapidamente a colina e ainda ouvem os assustadores gritos do menino. Por sorte, um caminhão passa pela avenida e os leva para casa enquanto o motorista ouve os relatos aterrorizantes daquela noite.
No dia seguinte...
Elias e Fernando não conseguem esquecer o que aconteceu na velha fábrica, então decidem descobrir o que realmente aconteceu ali. Conseguem então o endereço da antiga dona da fábrica, Maria Adelaide Dulce.
_Eu não gosto de falar sobre isso, mas preciso desabafar! Foi há muito tempo...

Continua...
Felipe Corrêa
Enviado por Felipe Corrêa em 17/11/2006
Reeditado em 18/05/2009
Código do texto: T293778

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Sobre o autor
Felipe Corrêa
São Luís - Maranhão - Brasil, 27 anos
21 textos (1698 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 21:07)
Felipe Corrêa