Além da noite

A noite caía sobre a densa floresta como um manto sombrio, envolvendo Anna e Mark em um frio arrepio de medo e incerteza.

O que era para ser uma aventura emocionante de acampamento agora se transformou em um pesadelo sinistro.

Enquanto caminhavam pelas trilhas mal iluminadas, uma sensação de serem observados começou a assombrá-los.

Cada sombrio sussurro do vento nas folhas parecia carregar um aviso silencioso, uma ameaça iminente escondida nas sombras da floresta.

Anna e Mark armaram sua tenda em um claro entre as árvores, mas mesmo ali a sensação de inquietação persistia.

Ao acenderem a fogueira e se prepararem para a noite, uma figura sombria se materializou nos limites do seu campo de visão. Um homem estranho, com olhos brilhantes de insanidade, observava-os com uma intensidade perturbadora.

O coração de Anna e Mark disparou em proporcional, o medo os paralisando em um silêncio tenso.

O homem não parecia humano; sua presença exalava uma aura de perigo iminente, como se estivesse ali não para explorar, mas para caçar.

Com a coragem incerto., Mark tomou a iniciativa de confrontar o estranho.

Mas cada passo em direção ao homem apenas parecia empurrá-los mais fundo no abismo do terror.

O psicopata, com um sorriso doentio, avançou em sua direção, revelando uma lâmina reluzente na penumbra da noite.

Anna agarrou-se a Mark, o pânico e a desesperança inundando seus corações.

Eles estavam sozinhos, isolados na escuridão da floresta, enfrentando um inimigo cujos motivos eram tão obscuros quanto a própria noite que os cercava.

A luta foi rápida e brutal.

Cada golpe trovejou como um eco macabro na calma da floresta, cada grito ecoou através das árvores como um lamento silencioso por ajuda. Mas não havia ninguém para ouvir, ninguém para intervir.

No clímax da luta, um golpe fatal é desferido.

Anna cai no chão, seu corpo imóvel na fria noite.

O rosto de Mark se contorce em angústia enquanto ele percebe que sua amiga está morta.

Com lágrimas nos olhos, ele se vira para enfrentar seu agressor, sabendo que a tragédia é inevitável.

Quando o sol começa a surgir sobre a floresta, Mark é encontrado, sozinho e ensanguentado.

Ele é resgatado, mas o brilho de seu olhar nunca mais se recupera completamente.

A sombra da floresta e a morte de Anna permanecem como cicatrizes em sua alma, lembranças de uma noite em que o horror se tornou realidade.

BrunoR
Enviado por BrunoR em 21/03/2024
Reeditado em 23/03/2024
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