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Corredor da Morte

John era um homem que estava condenado pelas autoridades americanas á morrer pela cadeira elétrica, pois ele havia assassinado sua própria família de uma forma cruel e brutal, capaz de mexer com os nervos das pessoas. Ele mesmo me relatou o fato, pois eu era um jornalista inglês e fui a última pessoa á vê-lo com vida. Não dava para acreditar quando ele detalhava a imagem de sua esposa sendo serrada ao meio por um serra elétrica e depois arrancar o máxilar da mulher por um golpe de machado. Houve certos momentos da entrevista que ele dava risada ironicamente e eu mantinha meu nervosismo, por que era um profissional, não estava ali para julgá-lo e sim retirar informações necessárias para a mídia. Eu notava também que o policial que estava de pé ao nosso lado, ouvindo toda a história, suava frio. O assassino também me disse sobre o ataque de um grupo de detentos que o esfaquearam brutalmente, foram mais de setenta facadas, só escapou da morte por milagre, ficou em estado de coma por 3 meses, até se submeter á uma cirurgia no corpo inteiro. Pedi á ele que levantasse a camiseta e me surpreendi ao ver vários pontos no seu abdómen e tórax, era simplesmente terrível. Logo depois, continuou falando como matou seu filho menor de dez anos de idade, tente imaginar a cena:
O garoto trabalhava com ele na fazenda, porém uma vez, o jovem pegou a espingarda do seu pai sem permissão. Furioso ao descobrir a verdade, John agarrou o moleque pelo braço fortemente e ligou a máquina de fazer caldo de cana, assustando a criança que somente falava:
- Não pai por favor, não pai por favor...
O homem sinistro enfiou o braço do garoto na máquina, triturando o braço do menino, que grita de desespero e lágrimas escorriam dos seus olhos. Como se não bastasse isso, o psicopata enfiou o outro braço dele, transformando em carne moída. Só parou de torturar a vítima, quando percebeu que seu filho já tinha morrido. Nesse momento da entrevista me retirei, não aguentava mais ouvir aquelas barbaridades, mas tive o prazer de vê-lo morrendo na cadeira elétrica. Acompanhei o bandido pelo corredor da morte, onde um padre conversava com ele, bem que na minha opinião sua alma seria lançada no inferno na mesma hora, não acho que existia perdão pelo que fez.
O funcionário da penitenciária amarrou o homem na cadeira, cujos pés e mãos ficaram presos por fios elétricos, onde uma espécie de capacete cobria seu crânio para que o choque fosse mortal. Seu último desejo foi querer ver o inferno, ou seja, pedia que o matassem imediatamente. Ao ligar a cadeira elétrica, o homem começou a tremer repentinamente e uma gosma branca saía de sua boca. Seu rosto ficara desfigurado, cujos olhos avermelhados explodiram de sua face, jorrando sangue pra todos os lados.
Foi a pior experiência que eu já tive em toda a minha vida, espero nunca mais passar por isso novamente...
Alexandre Santos nascimento
Enviado por Alexandre Santos nascimento em 24/08/2007
Reeditado em 26/09/2016
Código do texto: T622189
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alexandre Santos nascimento
Hortolândia - São Paulo - Brasil, 28 anos
133 textos (33622 leituras)
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