Revelações de Urântia

Destino: Sede do Sistema do Paraíso

Título: Sobre o sistema perverso e como erradicá-lo

Autor: Agente Relator nº 143.694 / Julho de 2010 d.C.

“O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura”.

Jesus Cristo, Avatar

“A quarta guerra mundial será feita com pedras e paus”.

Albert Einstein, Pesquisador Quântico do Sistema de Satânia

Tópico 1) Convivendo com os costumes dos habitantes deste planeta há alguns anos, em meu disfarce entre outros falsos, me disseram que não sou objetivo; que considero mais importante o culto a fantasias do que os fatos a perder tempo com devaneios, ao invés de me dedicar à tarefa de encontrar meios de superar os problemas do cotidiano.

Tópico 2) Com minhas vivências no mundo onde fui posto, adquiri os influentes pontos de vistas de meus predecessores, os enviados Jesus Cristo e Albert Einstein. Aqui os cito como baluartes dos argumentos do que seguirá, omitindo um tanto de outros que me fizeram enxergar melhor o mundo onde estou a essencialmente entender a presença incontestável da força do gigantesco poder que dá visão aos cegos.

Tópico 3) Em minhas convivências com os pré-humanos terrestres, alguns dizem que somente realizo um “exercício de auto-engano” quando tendo a considerar, como me disseram os citados Jesus Cristo e Albert Einstein – entre outros desbravadores do Homem e da Vida – o valor da subjetividade e do sonho como fundamento de tudo o que, bom ou mal, historicamente foi, está e será posto neste mundo a enfrentamentos no dia a dia.

Tópico 4) Entre os que defendem ser a “realidade fundamental” aquilo que nos conta a História mal escrita que os ascendentes dos terráqueos andaram produzindo – e que seus descendentes tendem a parecer automaticamente reproduzir (sendo uma verdadeira guerra o efeito dos debates ao estabelecimento de prioritários valores e metas de conquistas entre pais, mães e filhos) – lembro de um pré-humano que, “munido de extrema objetividade”, objeta a facilidade com que certo músico toca seu violão de ouvido. Ele diz que, por isso, tal músico não é músico e que o que faz não é música, uma vez que não expressa o que está escrito numa partitura. Por causa do valor que dá a objetividade, é-lhe difícil entender o poder da subjetividade no exemplo do grande cientista musical alemão Ludwig Van Beethoven que, estando surdo, continuava a compor músicas.

Tópico 5) Entre pré-humanos, argumento sempre que, fora o gigantesco Universo cósmico criado, a Natureza, e os organismos ainda deficientes que os sustentam a sensações da Vida aqui em Urântia, percebo que os problemas que enfrentaram gerações passadas são os que ainda enfrentam a geração de hoje – e, muito provavelmente, as de amanhãs - resultados maldosos do que andaram imaginando e realizando deliberadamente grupos de pré-humanos poderosos motivados por ancestrais instintos selvagens e associados a demônios assassinos, remanescentes bárbaros dos primeiros sistemas de Satânia.

Tópico 6) Munidas de subjetividades perversas, então, isentos do chamado "bom caráter", incompreensivelmente elas se tornaram herdeiras da má índole daqueles primeiros exploradores selvagens, habitantes além dos muros do Éden, os fundadores das primeiras formas de vidas neste mundo. Junto com seus muitos discípulos, ao longo dos séculos, os tais impuseram formas de vida que nada mais são do que a expressão do desejo de posses e dominações, motivado pelo egoísmo exagerado que produz o desrespeito a vidas e o estímulo à competitividade desumana.

Tópico 7) Política, econômica e burocraticamente manipulado, em Urântia tudo isso tem tornado sofisticados malfeitores em invejáveis bem-sucedidos campeões. A despeito do respeito que devemos conferir a poucas verdadeiras espirituais conversões, com suas imposições e forte poder de persuasão, os tais transformam os poucos homens de boas vontades restantes reféns sofredores das consequências deste secular persistente sistema satânico que tudo contaminou, manipulado literalmente por um considerável bando de desalmados vampiros e mantido pela covardia de bilhões que, por medo de um futuro incerto para si e suas famílias, a despeito de parecerem se crer crentes que abafam, se submetem a este moderno sistema escravocrata a eles imposto por desumanas leis de mercado e por seus algozes patrões.

Tópico 8) Entretanto, malgrado essa vontade irracional da Vida de multiplicar-Se indefinidamente pelo vazio afora – vontade que, a despeito dos milhões de crianças abandonadas existentes neste planeta, mais poderosamente se reflete no desejo das fêmeas de várias espécies, e mais entre as chamadas “humanas”, de terem o que elas imaginam serem “seus" próprios filhos; e considerando ainda os imensos espaços vazios habitáveis do planeta, graças a este sistema perverso, suas terras chegaram a concentrados níveis populacionais insuportáveis.

Tópico 9) Em consequência, parece mesmo necessário, como forma de remediar tal situação, não que se elimine quem está vivo – como quis o satânico Hitler e outros grandes demônios assassinos planetários satanistas antes e depois dele (como dizem por aqui em Urântia a querer, hoje, de formas sofisticadamente subreptícias e economicamente vantajosas, grupos de poderosos “iluminatis”): num esforço desesperado para acabar de vez com as misérias deste mundo, entre muitas outras atitudes de restaurações urgentes, importa agora que radicalmente se evite nascer quem ainda esteja ausente das sensações da Vida. Para tanto, solicito aos Administradores Vitais do Paraíso o desenvolvimento de uma campanha planetária à tomada de atitudes de adoções imediatas de todos os órfãos do mundo, a destruição de todos os bancos de esperma existentes e investimentos no desenvolvimento de métodos farmacológicos (e/ou cirúrgicos) a evitar todas as possibilidades de novas fecundações à continuidade excessiva da geração de futuros homens e mulheres a habitarem este mundo.

Tópico 10) Em reunião com outros relatores, a despeito da defesa irrestrita da promoção da extinção dos pré-humanos sobre Urântia, acreditamos que tais experiências, provenientes desta nova forma de viver, poderão fazer aflorar relacionamentos de fraternidade, ocasionando talvez o aumento dos níveis de qualidade humana de vidas sobre este planeta - embora seja considerada agora eficiências de mudanças apenas a partir do estabelecimento do controle absoluto da natalidade e distribuição do afeto entre os novos pais, mães, filhos e filhas de Urântia. Com isto, repito, espero o consequente resultado da geração da fraternidade entre os pré-humanos restantes, o que lhes promoverão créditos à continuidade da Vida em corpos pré-humanos sobre este mundo.

Tópico 11) Sei que, daqui até o Paraíso, há muitos que não concordam com o que sugiro aqui, estando outros considerando necessária esta nova solução final proposta para a aniquilação, não da Vida eterna (sabemos que ninguém é capaz disso), mas da presente e da futura miséria deste mundo, antes que o sofrimento global chegue a previstos níveis insuportáveis e o planeta seja artificialmente destruído.

OBSERVAÇÃO: Quero deixar claro mais uma vez que não sou adepto de extermínios de vidas existentes, como possam pensar outros. Como Agente Relator, não estou defendendo no tribunal do Paraíso a necessidade da tomada de atitudes radicais de extermínios de vidas em Urântia, ou a criação de novas “raças puras” a habitarem o planeta. Como é óbvio, não sou ainda nenhum Administrador Vital para ter o direito de fazer o que quiser com as criaturas sob minha responsabilidade de evolução. Se já fosse, jamais pretenderia condená-las a vivências em planetas infernais para a efetivação de radicais purificações, preferindo limpar toda mácula existente a regeneração de seus eus imediatamente de volta à vivências harmônicas com a Substância de todas as substâncias entre as que formam o Paraíso e os outros infinitos universos existentes além dele. Depois de ter visto muitas conjunções cósmicas dos confins do nada ao Paraíso, não acredito na existência de “raças puras”, presentes ou futuras, entre os níveis da atual estrutura dos organismos construídos aos experimentos da Vida neste planeta. Entretanto, não posso negar, principalmente à Vida que me vive e Se sabe, que meu desejo de optar pela suspensão de quaisquer futuras vidas “humanas” neste mundo não tenha como bojo de sua razão as angústias, as frustrações e o estresse puramente humano que sofro todas as vezes que dou atenção às barbaridades diárias e impunidades noticiadas nos mais variados informativos jornalísticos deste mundo. Barbaridades cometidas por bestas que certos piedosos insistem em classificar “humanos”.

Dessa forma, a despeito da inevitável natural eventual suspensão de formas da Vida em Urântia como recurso indispensável a aniquilar individual e indiscriminadamente cada um de todos os seres vivos sobre este mundo, pensando numa solução definitiva para toda desgraça presente - e crescente - ao invés de apoiar projetos de extermínios em massa (por mais limpos que grupos iluminatis possam ter a competência de fazer com que pareçam), sugiro a eliminação de quaisquer possibilidades de trazer a Vida quem dela esteja ainda ausente, estimulando a esperança e o esforço coletivo para que possamos encontrar formas de fazer com que todos os satânicos presentes possam sentir vergonha da inutilidade de seus males e parem de praticá-los.

Destino: Sede do Sistema do Paraíso

Título: Sobre o sistema perverso e como erradicá-lo

Autor: Agente Relator nº 143.694 / Julho de 2010 d.C.

“O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura”.

Jesus Cristo, Avatar

“A quarta guerra mundial será feita com pedras e paus”.

Albert Einstein, Pesquisador Quântico do Sistema de Satânia (século XX)

RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO 846.592

Tópico 1) Convivendo com os costumes dos habitantes deste planeta há alguns anos, em meu disfarce entre outros falsos, me disseram que não sou objetivo; que considero mais importante o culto a fantasias do que os fatos a perder tempo com devaneios, ao invés de me dedicar à tarefa de encontrar meios de superar os problemas do cotidiano.

Tópico 2) Com minhas vivências no mundo onde fui posto, adquiri os influentes pontos de vistas de meus predecessores, os enviados Jesus Cristo e Albert Einstein. Aqui os cito como baluartes dos argumentos do que seguirá, omitindo um tanto de outros que me fizeram enxergar melhor o mundo onde estou a essencialmente entender a presença incontestável da força do gigantesco poder que dá visão aos cegos.

Tópico 3) Em minhas convivências com os pré-humanos terrestres, alguns dizem que somente realizo um “exercício de auto-engano” quando tendo a considerar, como me disseram os citados Jesus Cristo e Albert Einstein – entre outros desbravadores do Homem e da Vida – o valor da subjetividade e do sonho como fundamento de tudo o que, bom ou mal, historicamente foi, está e será posto neste mundo a enfrentamentos no dia a dia.

Tópico 4) Entre os que defendem ser a “realidade fundamental” aquilo que nos conta a História mal escrita que os ascendentes dos terráqueos andaram produzindo – e que seus descendentes tendem a parecer automaticamente reproduzir (sendo uma verdadeira guerra o efeito dos debates ao estabelecimento de prioritários valores e metas de conquistas entre pais, mães e filhos) – lembro de um pré-humano que, “munido de extrema objetividade”, objeta a facilidade com que certo músico toca seu violão de ouvido. Ele diz que, por isso, tal músico não é músico e que o que faz não é música, uma vez que não expressa o que está escrito numa partitura. Por causa do valor que dá a objetividade, é-lhe difícil entender o poder da subjetividade no exemplo do grande cientista musical alemão Ludwig Van Beethoven que, estando surdo, continuava a compor músicas.

Tópico 5) Entre pré-humanos, argumento sempre que, fora o gigantesco Universo cósmico criado, a Natureza, e os organismos ainda deficientes que os sustentam a sensações da Vida aqui em Urântia, percebo que os problemas que enfrentaram gerações passadas são os que ainda enfrentam a geração de hoje – e, muito provavelmente, as de amanhãs - resultados maldosos do que andaram imaginando e realizando deliberadamente grupos de pré-humanos poderosos motivados por ancestrais instintos selvagens e associados a demônios assassinos, remanescentes bárbaros dos primeiros sistemas de Satânia.

Tópico 6) Munidas de subjetividades perversas, então, isentos do chamado "bom caráter", incompreensivelmente elas se tornaram herdeiras da má índole daqueles primeiros exploradores selvagens, habitantes além dos muros do Éden, os fundadores das primeiras formas de vidas neste mundo. Junto com seus muitos discípulos, ao longo dos séculos, os tais impuseram formas de vida que nada mais são do que a expressão do desejo de posses e dominações, motivado pelo egoísmo exagerado que produz o desrespeito a vidas e o estímulo à competitividade desumana.

Tópico 7) Política, econômica e burocraticamente manipulado, em Urântia tudo isso tem tornado sofisticados malfeitores em invejáveis bem-sucedidos campeões. A despeito do respeito que devemos conferir a poucas verdadeiras espirituais conversões, com suas imposições e forte poder de persuasão, os tais transformam os poucos homens de boas vontades restantes reféns sofredores das consequências deste secular persistente sistema satânico que tudo contaminou, manipulado literalmente por um considerável bando de desalmados vampiros e mantido pela covardia de bilhões que, por medo de um futuro incerto para si e suas famílias, a despeito de parecerem se crer crentes que abafam, submetem-se a este moderno sistema escravocrata a eles imposto por desumanas leis de mercado e por seus algozes patrões.

Tópico 8) Entretanto, malgrado essa vontade irracional da Vida de multiplicar-Se indefinidamente pelo vazio afora – vontade que, a despeito dos milhões de crianças abandonadas existentes neste planeta, mais poderosamente se reflete no desejo das fêmeas de várias espécies, e mais entre as chamadas “humanas”, de terem o que elas imaginam serem “seus" próprios filhos; e considerando ainda os imensos espaços vazios habitáveis do planeta, graças a este sistema perverso, suas terras chegaram a concentrados níveis populacionais insuportáveis.

Tópico 9) Em consequência, parece mesmo necessário, como forma de remediar tal situação, não que se elimine quem está vivo – como quis o satânico Hitler e outros grandes demônios assassinos planetários satanistas antes e depois dele (como dizem por aqui em Urântia a querer, hoje, de formas sofisticadamente sub-reptícias e economicamente vantajosas, grupos de poderosos “iluminatis”): num esforço desesperado para acabar de vez com as misérias deste mundo, entre muitas outras atitudes de restaurações urgentes, importa agora que radicalmente se evite nascer quem ainda esteja ausente das sensações da Vida. Para tanto, solicito aos Administradores Vitais do Paraíso o desenvolvimento de uma campanha planetária à tomada de atitudes de adoções imediatas de todos os órfãos do mundo, a destruição de todos os bancos de esperma existentes e investimentos no desenvolvimento de métodos farmacológicos (e/ou cirúrgicos) a evitar todas as possibilidades de novas fecundações à continuidade excessiva da geração de futuros homens e mulheres a habitarem este mundo.

Tópico 10) Em reunião com outros relatores, a despeito da defesa irrestrita da promoção da extinção dos pré-humanos sobre Urântia, acreditamos que tais experiências, provenientes desta nova forma de viver, poderão fazer aflorar relacionamentos de fraternidade, ocasionando talvez o aumento dos níveis de qualidade humana de vidas sobre este planeta - embora seja considerada agora eficiências de mudanças apenas a partir do estabelecimento do controle absoluto da natalidade e distribuição do afeto entre os novos pais, mães, filhos e filhas de Urântia. Com isto, repito, espero o consequente resultado da geração da fraternidade entre os pré-humanos restantes, o que lhes promoverão créditos à continuidade da Vida em corpos pré-humanos sobre este mundo.

Tópico 11) Sei que, daqui até o Paraíso, há muitos que não concordam com o que sugiro aqui, estando outros considerando necessária esta nova solução final proposta para a aniquilação, não da Vida eterna (sabemos que ninguém é capaz disso), mas da presente e da futura miséria deste mundo, antes que o sofrimento global chegue a previstos níveis insuportáveis e o planeta seja artificialmente destruído.

OBSERVAÇÃO: Quero deixar claro mais uma vez que não sou adepto de extermínios de vidas existentes, como possam pensar outros. Como Agente Relator, não defendo no tribunal do Paraíso a necessidade da tomada de atitudes radicais de extermínios de vidas em Urântia, ou a criação de novas raças puras a habitarem o planeta. Como é óbvio, não sou ainda nenhum Administrador Vital para ter o direito de fazer o que quiser com as criaturas sob minha responsabilidade de evolução. Se já fosse, jamais pretenderia condená-las a vivências em planetas infernais para a efetivação de radicais purificações, preferindo limpar toda mácula existente a regeneração de seus eus imediatamente de volta a vivências harmônicas com a Substância de todas as substâncias entre as que formam o Paraíso e os outros infinitos universos existentes além dele. Depois de ter visto muitas conjunções cósmicas dos confins do nada ao Paraíso, não acredito na existência de “raças puras”, presentes ou futuras, entre os níveis da atual estrutura dos organismos construídos aos experimentos da Vida neste planeta. Entretanto, não posso negar, principalmente à Vida que me vive e Se sabe, que meu desejo de optar pela suspensão de quaisquer futuras vidas “humanas” neste mundo não tenha como bojo de sua razão as angústias, as frustrações e o estresse puramente humano que sofro todas as vezes que dou atenção às barbaridades diárias e impunidades noticiadas nos mais variados informativos jornalísticos deste mundo. Barbaridades cometidas por bestas que certos piedosos insistem em classificar “humanos”.

Dessa forma, a despeito da inevitável natural eventual suspensão de formas da Vida em Urântia como recurso indispensável a aniquilar individual e indiscriminadamente cada um de todos os seres vivos sobre este mundo, pensando numa solução definitiva para toda desgraça presente - e crescente - ao invés de apoiar projetos de extermínios em massa (por mais limpos que grupos iluminatis possam ter a competência de fazer com que pareçam), sugiro a eliminação de quaisquer possibilidades de trazer a Vida quem dela esteja ainda ausente, estimulando a esperança e o esforço coletivo para que possamos encontrar formas de fazer com que todos os satânicos presentes possam sentir vergonha da inutilidade de seus males e parem de praticá-los.

Diante do exposto, penso que, com a proposta da definitiva ou temporária aniquilação de todas as possibilidades de gerações pré-humanas futuras – caso não consigamos que, na desgraça, os tais pré-humanos amem uns aos outros como esperamos - todos os filhos da Vida, depois de iniciado o projeto de supressão da natalidade e redistribuição filial global, depois do falecido último casal pré-humano sobre a terra - repito, caso o espírito fraternal não seja desenvolvido - se acabará de vez com a possibilidade da proliferação de todos os grandes males futuros que, a despeito da espera do iminente Apocalipse, parecem ainda possíveis de existir por muitos e muitos séculos sobre a face de Urântia.

Fim do relatório.