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BEIJO NA BOCA É FALTA DE RESPEITO.

BEIJO NA BOCA É FALTA DE RESPEITO




Para fazer liquidação de uma associação de poupança e empréstimo, uns colegas do antigo Banco Nacional da Habitação no Rio de Janeiro foram trabalhar em São Paulo. Como o trabalho iria se estender por vários meses, eles, para diminuir as despesas, resolveram alugar um apartamento em São Paulo.
Na capital paulista, permaneciam de segunda a sexta-feira à noite, quando voltavam para o Rio de Janeiro e passavam o fim de semana na Cidade Maravilhosa, voltando  novamente para São Paulo  segunda-feira de manhã. Isso se estendeu por muitos e muitos meses, até se completar inteiramente o trabalho, pois uma liquidação judicial se arrasta interminavelmente.  Existem empresas nesse processo há mais de vinte anos e o trabalho ainda não foi concluído.
Mas voltado aos colegas do BNH, como era conhecido o Banco Nacional da Habitação. Eles por lá, além de alugar apartamento, arranjaram, também, uma senhora para tomar conta dos afazeres domésticos, principalmente, da limpeza do apartamento nos fins de semana.  Tal senhora, na época, já passava dos sessenta anos.
Certo fim de semana, um deles, conhecido por Canalhão, devido a seu comportamento, como o próprio nome sugere, fez grande farra na sexta-feira e não pôde viajar para o Rio de janeiro. Ficou sozinho em São Paulo no fim de semana.
Sábado pela manhã, acorda, cheio de ressaca, e a senhora encarregada da limpeza já estava fazendo o trabalho dela. Quando ela o viu até se assustou.
Chamou-o pelo verdadeiro nome, e comentou sobre ele não ter ido para o Rio de Janeiro.
Então, ele explicou da farra, e que devido à ressaca ficara em São Paulo e somente no próximo fim de semana iria pra casa.
Conversa vai conversa vem, a senhora começa a se queixar de uma enxaqueca terrível que estava sentido. A dor era tão intensa que quase não estava agüentando trabalhar.
Ouvindo a conversa, Canalhão comentou que fizera um curso de relaxamento com uns orientais e se ela confiasse, ele poderia lhe dar umas massagens que, certamente, fariam desaparecer as dores. Mas, seria preciso  plena confiança nele e no trabalho.
A velhota, não sei se por causa das dores, ou por confiança mesmo, aceitou de bom grado os préstimos de Canalhão, que imediatamente começou a massageá-la.
Massageia daqui, massageia dali. A velhota relaxa, e ele começa a tirar o vestido dela. Depois foi descendo mais a mão, até chegar nos peitos e os  massageia também. Tira-lhe o sutiã. Tudo isso sem a menor resistência: aceitação total. Depois do sutiã, baixou mais um pouco e começou a massagear a barriga, depois as coxas e finalmente os pés.
Feita a massagem total, volta e começa massageá-la de baixo pra cima, e foi subindo até chegar  e as mãos entre suas duas coxas, ou seja, na boceta da velhota mesmo.
Daí em diante desceu  as calças dela, que não opôs a menor resistência e de nada reclamava. Achando aquilo tudo  maravilho e muito excitante.
Lá pelas tantas, quando ele já havia massageado ela toda, ela empolgada; ele de pau duro, ela já sem  as calças,  não contou conversa: meteu a pomba na boceta da  velhota, que foi ao êxtase.
Sentindo aquele pau duro todo dentro dela, a velha relaxou ainda mais. Acho que há tempo não via uma pomba entrando na sua boceta, ela num suspirou, abriu os olhos e disse:
- Seu fulano, pois o chamava pelo próprio nome, não pelo apelido de Canalhão, me dê um beijo na boca, pediu ansiosa.
- Canalhão, não sei o motivo, mas acho que não teve coragem de beijar a velha, olhou pra ela e disse:
-  Dona Maria, beijo na boca é falta de respeito. E terminou de comer a velhota.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
SETEMBRO/2007
Henrique César
Enviado por Henrique César em 15/10/2007
Código do texto: T695335

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Sobre o autor
Henrique César
Fortaleza - Ceará - Brasil, 65 anos
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Henrique César