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Condenado

Sangra... Como o sangue que jorra pelo pulso.
Esvai... Como a vida em sua essência.
Rápido... Parecendo um rio a seguir seu curso.
Toma-me... Como um louco insano em sua completa demência.

Estou fraco.
Vejo o vazio, a escuridão completa. O que mais me assusta é que não há luz no fim do túnel. Aquela fagulha de esperança mortiça que devemos seguir, e assim tornar-se maior nossa alegria ao ver que alcançamos a luz.
Estou fraco e assustado.
Não vejo luz, por mais que procure.
A vida deixa-me em forma de sangue jorrando apressadamente dos meus pulsos. Minha fraqueza é tal que apenas consigo mover os olhos focalizando a energia atônita e arrependida abandonar-me.
Um assassinato de mim mesmo por minhas próprias mãos.

Ingênuo... Não sei o que fiz.
Traído...  Por conseqüência dos meus atos.
Assustado... Não sei para onde vou.
Por amor... Cometi o maior dos pecados.

Estou fraco e assustado... Não há luz, tudo é somente trevas aos suicidas.
Tenho agora consciência:
Sou um condenado...
Garret
Enviado por Garret em 06/11/2007
Código do texto: T725733

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Sobre o autor
Garret
Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil, 33 anos
4 textos (2225 leituras)
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