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Praga de rapariga - Não deixe de ler

Depois de ser bastante tolerante e agradecer os invejosos pelos comentários maldosos, tomei uma decisão radical. Vou “deletar”.
Toda a crítica é bem-vinda, quando nos ensina algo novo ou alguma coisa que desconhecemos e por isso insistimos em fazer errado. Muita gente tem me chamado de crítico, outros me acusam de ter o ego maior do que o meu conhecimento e por aí a fora. Resolvi não discutir mais com esse tipo de gente. Quando recebo uma crítica construtiva, aprendo mais e agradeço por isso. Outro dia, minha amiga Kathellen, me mandou um e-mail alertando-me, que corrigisse uma palavra que escrevi!  Na pressa da digitação, engoli uma letra. Isso é muito legal entre nós.
Às vezes comentemos erros de digitação, não percebemos ou o nosso corretor ortográfico deixa passar. Isso na realidade não foi uma crítica, e sim um alerta. Porém, se eu conjugar um verbo de maneira errada ou um outro erro qualquer que eu cometa, ficarei muitíssimo agradecido se alguém me der um toque. Acho também que esse toque, deve ser enviado por e-mail. Eu já escrevi sobre isso, mas, não custa nada lembrar. Crônica não é crítica, e sim, uma  opinião de quem a escreve sobre qualquer assunto. Engana-se, quem pensa que cronista é crítico. Eu por natureza gosto de humor e por isso dificilmente escrevo uma crônica seria. Acho que fica sem sabor. Gosto de assuntos polêmicos e que sejam no mínimo engraçados. Ontem recebi um comentário, que depois de ler apaguei. Além de ser maldoso a pessoa que escreveu não está apta à criticar ninguém. Pensei até que fosse uma brincadeira. Mas, depois de visitar a página do cidadão, me certifiquei que tratava-se de um “neoloanalfabegismo”.  ( Bonita essa palavra hein?) Ou será  um “neolo-analfabe-gismo”  Com certeza vai entrar para o novo dicionário.
Entre tantas besteiras que ele escreveu, uma resolvi guardar para minha coleção. Veja que pérola de frase o infeliz escreveu.
“É  “constrangente” ver um escritor “corregendo” um “vocabular” de um médico ou de um “politíco” ou de uma “persona” quaisquer.” (risos)
O ênfase do (í) com assento em (politíco) é um charme.
Apaguei o comentário, para que ele - o infeliz - não fosse motivo de piada aqui no Recanto.
É mole?
Só pode ser praga de uma rapariga que conheci há anos atrás e por ser muito ruim... não paguei. Linda! Oxigenada, seios fartos, mas...( Tinha “cc”, mal hálito...) Não dei os "vinte-pilas" pra ela...
Vincent Benedicto
Enviado por Vincent Benedicto em 29/01/2006
Reeditado em 29/01/2006
Código do texto: T105436
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Sobre o autor
Vincent Benedicto
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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