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Pesca

Certo dia meu pai foi pescar, e não quis que eu fosse junto, falou que era muito perigoso.
Como eu era bastante curioso, não perdi essa chance de ver o mar e me escondi debaixo do banco do barco.
Lá fomos nós naquela escuridão, também era umas cinco da madrugada.
Por fim chegamos ao mar fundo, onde lá existiam peixes mais grandes e pesados.
Eu lá de baixo do banco só conseguia ouvir o barulho do mar. E do remo batendo na água.
Meu pai já estava com a vara de pesca quando deu uma batida enorme no barco, aquele “puff” me assustou tanto que eu gritei de medo.
Aí meu pai descobriu que eu estava ali e me deu um sermão daqueles, mas tudo bem é assim mesmo.
Aí ele jogou a vara de pescar ao mar, demorou uns vinte minutos para algum peixe cair na isca, mas de cara era o peixe que tinha batido no barco, era um peixe espada, um dos mais difíceis de pegar.
De novo aquele “puff”. Mas dessa vez não me assustei tanto que nem a última.
Meu pai então, conseguiu-o fisgar mas ele se debatia tanto que o fio de pesca se arrebentou.
Aí ele pegou a rede e jogou-a no peixe. O peixe se enrolou tanto que meu pai o pegou.
Voltamos então para casa com aquele peixe tamanho família, algumas partes fritamos, outras cozinhamos e outras demos para nossos vizinhos que por acaso também queria pescar esse peixe.
Me deu um baita sono e fui dormir tranqüilo para próxima pesca, há mas isso se meu pai deixar porquê se não deixar eu dou um jeito, mas dessa vez eu subo é na vela.

Gabriel Henrique Melero
Enviado por Gabriel Henrique Melero em 20/08/2006
Código do texto: T221255
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Sobre o autor
Gabriel Henrique Melero
Curitiba - Paraná - Brasil, 21 anos
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Gabriel Henrique Melero