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O BOM CABRITO NÃO BERRA

Lá vamos nós de novo no céu azul de brigadeiro, viajar nas improváveis mutações de sentimentos, viajar nos apegos, viajar nas palavras soltas por aí.
A luz do horizonte é a mesma, focaliza na mesma ótica o que a muda palavra diz, então me vejo embrenhado neste vasto campo de intenções, intenções dissimuladas. O que difere na transposição dos fatos? O velejar é o mesmo com ritmo diferenciado no marolar do mar do lirismo; Cada um singra seu remo conforme a conveniência. E eu vou ficar vendo navios passando defronte minha ilha? Acho que não.
O que para uns é perfeitamente normal, inclusive a cumplicidade desregrada, para outros é pecado venal, embora os fatos e atos estejam na mesma sintonia e freqüência. Oras o que somos então? Bonecos de cordel ou papel? Projetos descartáveis? Marionetes? Há sempre olhares inquisitórios, duvidosos, haverá sempre a fala afiada onde a verdade jorra em profusão; Verdade de quem? Quem é o dono da verdade? Diria que é o dono dos mundos, mas Ele está muito ocupado pra vir fazer debate. Amigo uma coisa deve ficar no conceito: Se cotucar onça com vara curta lembre-se o bom cabrito não berra.


24/10/06
ANDRADE JORGE

ANDRADE JORGE
Enviado por ANDRADE JORGE em 26/10/2006
Reeditado em 26/10/2006
Código do texto: T273979

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Sobre o autor
ANDRADE JORGE
Jundiaí - São Paulo - Brasil
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