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Mulher

Depois do segundo tapa ela disse que nunca mais olharia na cara dele. Canalha!
Mas ele prometeu levar uma vida regrada. Chegava cedo em casa sempre com um docinho.
Um dia, atrasou-se. E eis que irrompe pela porta e a usurpa.
Seria só dele se ele não me batesse com tanta força. – pensou ela com um sorriso no rosto esperando o dia seguinte.
marcelo qualquer
Enviado por marcelo qualquer em 29/10/2006
Código do texto: T276494
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Sobre o autor
marcelo qualquer
Curitiba - Paraná - Brasil, 42 anos
23 textos (2282 leituras)
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