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SHAKESPEARE.

Shakespeare teria dito: “Eu sempre me sinto feliz, sabe por quê? Porque eu não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre têm soluções. A única coisa que não resolve é a morte. A vida é curta, por isso, adoro isso!”

Muito se discute sobre a obra de Shakespeare, se realmente foi sua ou de um bloco de eruditos. E ajunta-se com fortes razões a justificativa para tanto. Não haveria tempo para tão grande produção e muito menos formação para o grau do trabalho, de imenso valor literário.

 Obras de vulto discutem a “Controversy Shakespeare”. Para mim, diante das provas e fatos, realmente é suspeito de ser só seu o acervo, existem dados fundamentais que colocam em suspeição sua feitura. Mas a obra de quem tão pouco estudou, vivendo nas coxias, é gigantesca.Mas não interessa esse ponto.

Recebi email com o que seria de Shakespeare, a construção que abre a crônica.

Podemos esperar alguma coisa de algo ou alguém, faz parte da vida a decepção e o conforto de receber aquilo que se espera. Doer ou não pelo recebimento indevido, ou o não recebimento, também faz parte da vida, a vida não é só festa, bem ao contrário, só para os totalmente inexperientes ou néscios.E há sim problemas eternos, insondáveis, tem sido assim desde o surgimento do homem, e lá se vai muito tempo, o como ele surgiu e para onde ele vai. Isso é eterno como  “a única coisa que não se resolve é a morte”.

Primeiro,  o que é eterno é eterno, envolve o próprio tempo, e a morte só pode resolver quem morreu, e a conhece, e dizem que é tão bom que ninguém voltou para dar notícia, embora alguns credos digam em contrário. E problemas sem solução são muitos. Os eternos nem deveriam obter consideração...são eternos.

Conheço uma grande inteligência que diz " o único barato que ainda não tirei é morrer".

Celso Panza
Enviado por Celso Panza em 29/06/2012
Reeditado em 28/07/2012
Código do texto: T3750881
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Celso Panza
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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