O BRASIL EM 60  PUNIA COM MAIOR RIGOR. 
 
Depois de tantos escândalos e roubalheiras expostas ao mundo que envergonham a todos nós e, para higidez e saúde mental não se falará da gatunagem corruptora  da cleptocracia aliada ao Partido que tem uma estrela vermelha e que há mais de 4 anos desgoverna a nação,em especial nos últimos anos sob o comando de uma ex-terrorista assumida e que dizia ter lutado por bandeiras desfraldadas dos direitos humanos,melhorias salariais,desenvolvimento,amparo aos necessitados e trabalhadores,em geral. E, agora no 1º. de maio,último- contrariando a tradição dos que  chefiavam a nação,evitou de propósito a velha e surrada falação-(sempre o mesmo jargão de políticos no pódio)- do já não mais tão festejado Dia do Trabalho,em cadeia de todas TVs.Era a tradição.Eis que esta abrange a maior densidade populacional e eleitoral.O país todo de todas as casas do Amazonas ao Chuí tem algum aparelhozinho,ainda que seja aquele em branco e preto. A mandatária planaltina – seguindo a atual moda indigesta da  política- “terceirizou” a fala-mensagem,usando o chamada “rede social” da internet,tão em moda ultimamente.Covardia pura,que violenta seus antigos princípios doutrinários de suposta,quimérica e falsa Joana D´Arc de Brasília.Com aquele ímpeto que a caracteriza  falou via rede.
Por óbvio- os seus gurus- lhe avisaram de outra nova e estrondosa manifestação- o panelaço.Uma novidade nacional,tipo importação –até onde sei-acho da vizinha Argentina.A ex-noviça rebelde, ex-guerrilheira da década de 60, sabe e até pode surgir que hoje,agora,venha ainda a ter alguma  “culpa no Cartório”-embora pregue o contrário contra fatos irrefutáveis e inquestionáveis do assalto de seus asseclas partidários-(de ex. tesoureiro ou não)- junto a maior empresa brasileira- a PEBROBRAS, estatal que está –no mundo- “de pires da mão”,como se dizia antigamente.A Operação Lava Jato ainda vai longe.Com certeza.Tem muita água para rolar em Curitiba...Justiça há de ser feita! As alegações vãs de que,exemplo, as contas de campanha foram aprovadas pelas autoridades competentes na Capital da República,já não convencem nem mesmo aquela velhinha de Taubaté- que acreditava em tudo que se dizia.Essa última eleição presidencial-realmente- foi um escândalo,um escárnio a todos indistintamente. Fiquem tranqüilos,pois,o pior ainda virá.
Ou virá o melhor? Ninguém ainda se aventura esclarecer essa trama.
Não é dela palaciana que vai tratar agora,eis que com essa atual baixa popularidade,nem vem ao caso falar de seus desmandos,omissões,trapalhadas,juntamente com os integrantes de seu partido que têm somadas mais condenações que o aquele famoso e folclorico ladrão piedoso do início século passado,de SAMPA,o Meneghetti. Este por sinal sempre dizia que jamais tinha matado alguém em suas ações desvairadas e que poupava sempre os menos afortunados para roubar.A diferença entre o Meneghetti e os atuais “cumpanheiros” é que estes não ficaram mesmo atrás das grades...o resto,não se trata de “Papuda”,mas tudo de “papo furado”,mesmo. Meneghetti assumia seus delitos e não era quadrilheiro nem ligado a marqueteiros.Ficou mais de 45 anos preso,por furtos e era mitologicamente elevado ao extremo pela mídia e a própria polícia,no século XX.
Morreu Meneghetti livre e solto(1976) e, cheguei na minha juventude até conhecê-lo,idoso, na década de 60,onde conseguiu –milagrosamente- um alvará da Prefeitura de SAMPA,para trabalhar (sic) e explorar legalmente uma movimentada banca de jornais e revistas, próximo a avenida Ipiranga.
Falava manso e não era mais “perigoso”. Tudo era produto do fama que a mídia lhe deu...Nada mais que isso.
Não teve dinheiro na Suíça e nem trapalhadas com doleiros e políticos da época.Era assumidamente ladrão,nascido em Pisa e na juventude já roubava galinhas.Fugiu para a França e depois desembarcou no Brasil,onde casou e teve dois filhos.
Morreu pobre o ítalo-brasileiro Meneghetti,ao contrário dos atuais que andam por aí.Com 97 anos,segundo se sabe por trombose e não overdose,o “bom ladrão” Meneghetti se despediu da vida.