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Quando é preciso...Fazer as Pazes Comigo Mesma!!!

Momentos de revoltas nos fazem ir lá no fundinho de nós mesmos para buscar muitas respostas... Não andei pensando muito não, confesso, mas consolidei algumas coisas na minha cabeça... Pensando nestas revoluções, percebi as muitas mortes dos nossos eus e sobre o renascimento logo em seguida...Realmente, nascemos e morremos a cada dia, numa naturalidade quase imperceptível...
A morte de sentimentos e atitudes nada mais é que deixar uma fase para começar outra...Um ciclo sem fim; Se é natural, porque às vezes é tão difícil?

Meu reflexo no espelho esta certo quando diz que ás vezes (ou sempre, ou quase nunca) levo as coisas à sério demais; E, sei que isto nem sempre é bom... Mas complicado então é dosar essa seriedade (o que ás vezes no meu caso creio ser algo impossível); Acho que o segredo é saber o limite mais leve entre exigir-se demais e preocupar-se com o próprio bem-estar...

Acontece é que de vez é preciso desabafar mesmo, acreditar mais e brigar muito comigo mesma; para fazer as pazes logo em seguida...

Até porque, o relacionamento entre mim e eu mesma é um verdadeiro romance que precisa ser cultivado a cada dia, a cada nascimento...ou a cada renascimento...

Tânia Aranha
Enviado por Tânia Aranha em 12/10/2005
Código do texto: T59132
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Sobre a autora
Tânia Aranha
Fortaleza - Ceará - Brasil
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Tânia Aranha