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a crônica de nós dois

A CRÔNICA DE NÓS DOIS
Existem pessoas que perpassam em nossas vidas sem deixar marcas, agora, aqui se expõem os critérios, as nossas formas de nos vermos por espelhos. Essas pessoas a que chamamos de especiais, na verdade, é um título da qual podemos realmente chamar de “honra” quando falamos em honra estamos separando este ser pelo a sua forma diferenciada de ser tratada com respeito e por que não com carinho. A minha amiga, a que em todo o momento se mantem firme em meu encéfalo, se depara a cada dia de frente ao meu coração, que emocionalmente se alimenta – por incrível que paressa -da ausência, pois, quem disse que as ausências não alimentam a imaginação? Principalmente quando nunca foi vista a pessoa querida. Hoje basta ter-se contato por Internet pra que saiba como é fazer verdadeiras amizades.Nem sempre é preciso que se tenha um contato visual pra que haja realmente uma firme alegação de que essa pessoa é verdadeira. Uma hipótese é uma hipótese, tese é tese, teoria é teoria, mas se analisado minuciosamente (o que não é nem preciso) se nota a grande diferença, pois pra se chegar a uma teoria, com certeza, é preciso passar por três estágios nesta vida, a saber: hipótese, teoria, e a lei, e com relação a minha amiga posso tirar de letra, depois de passar por vários testes, passou da fase tese, agora da heptose chega ao nível teoria se elevando ao nível lei. Pra você uma pergunta: Você conhece todos os que você chama de amigos? Por respeito suponho que os chamam de amigos, mas cá entre nós, não conhecemos o coração de ninguém, como diz o provérbio popular “o coração humano é uma terra em que somente Deus pisa”. Porém, temos formas de notar as sinceridade nos apresentada em frente aos olhos da alma. Personalidade é alma também. Existe percepção das coisas, algo que realmente vêem com a gente ao nascermos. Basta cada um desenvolver essa área.

Você amiga tem sido para mim uma nova forma de ver a amizade, em outro tempo era um pensamento vago, ou podemos dizer raso, na forma mais simples de se definir. Agora me vejo o quanto eu estava errado e me sinto mal por isso. Além posso imaginar do que eu posso estar certo, o quanto existe em você da melhor da personalidade, da afinidade. Imaginar, talvez, não me seja a melhor forma de dizer, acredito que você tem muito que me ensinar sobre a amizade.

Contemplo sua foto e me vejo diante de uma diva da felicidade e modéstia. Os teus lábios abraçando o seu rosto no melhor momento de felicidade e radiantemente brilhando por sobre minha fronte magra e sofrida. Acredito que, sua luz não se origina de sua própria natureza nem por ser merecedora, mas por ser a escolhida do Divino Deus. Acredito que, seu olhar é de um fenômeno farol pra brilhar em meu caminho. Isso não é uma hipótese é uma Lei. É por isso que escrevo essa crônica de nós dois.

A minha amiga Keyla.
Kalell
Enviado por Kalell em 24/08/2007
Código do texto: T622531
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Sobre o autor
Kalell
Itapevi - São Paulo - Brasil, 37 anos
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