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Poesia & Sexo sem limites


A poesia se encontra no leve e ritmado compasso do bater das asas de uma gaivota, em seu vôo contra o vento calmo e ameno do entardecer, como no veloz e feroz ataque rasante de um gavião em direção a sua presa indefesa e fraca. Está nos olhos repletos de pureza e candura, existente no sorriso angelical e puro de uma linda criança cheia de inocência, como nas pétalas brancas macias da rosa e em seus espinhos.
Também no sexo. Ela existe no cheiro envolvente e embriagador de uma fêmea que exala sensualidade e promessas, através da sua carne quente e sedenta. No desejo e nas fantasias de volúpias e posse do macho, que anseia libidinoso as carícias que ela tem para lhe dar.
Não tem limites e só o poeta pode, com a sua pena, comandar os seus parâmetros e colocar no papel as restrições. Quando há alguma limitação ela se encontra no poeta, em sua imaginação restrita ou em sua parca sede de vida, e nunca na poesia.

CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Enviado por CARLOS CUNHA o Poeta sem limites em 26/10/2007
Código do texto: T710382

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Sobre o autor
CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Japão, 63 anos
369 textos (437961 leituras)
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CARLOS CUNHA o Poeta sem limites