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PARA NÃO SER BANAL


Estamos em época de vida banal, vida que nem vida tem lugar que nem lugar tem ponto que nem ponto tem não identificável.
Tio dá uma moeda, Tio toma bala. Alma perdida, vida banal.
Nos cruzamentos das vias, vidas cruzadas e nem conhecer o destino assim desejou, Tio dá teu celular, na linguagem perdida e na forma desumana, vida banal. Nem a TV escapa, nem o jornal Nacional e nem o Bispo, depois do plin, plin nem o irmão reza, vida banal.
Quando desliguei os botões a TV calou e o mundo fechou, fiquei querendo amar o que ainda desconhecia para mudar o que já via: vida banal. O que faz o outro perder, o que faz o outro odiar, sinto um imenso vazio e procuro encher, será da forma agressiva ou da reflexiva? Não vivo uma vida banal. Nos jogos a raça explode o que esta contida, vitória, sorrisos e lágrimas pelo time feliz e na derrota a fúria na inveja da perda. Não jogo uma vida banal.
Ética, justiça, educação e amor para não ser banal.
Sitonio
Enviado por Sitonio em 12/11/2007
Código do texto: T734794
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Sobre o autor
Sitonio
Jaboatão dos Guararapes - Pernambuco - Brasil, 56 anos
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