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Abdicação

Muito bem, senhores, sejam lá quem forem, vocês venceram!!!
Aceito, uma vez que nada me resta, que não faço parte, ou que não levo jeito, ou que não nasci pra isso, ou que não tenho merecimento, ou, seja lá o que for, não possuo uma “tampa”!!! A minha metade da laranja caiu fora do saco, e foi minuciosamente chupada por algum indivíduo que pouco está se lixando para o tal do amor, ou para relacionamentos ditos Freudianos.
O que me leva instintivamente a pensar: Quem é que comanda esta porcaria de achados e perdidos no planeta Terra? Será que tal indivíduo já ouviu falar em ISO 9000 e qualquer coisa? É evidente que não amigos, pois seus serviços ao nosso planeta são ligeiramente desprovidos de qualquer garantia de entrega na data, ou mesmo de entrega sem data nenhuma, ou seja, estamos nus e sem bolsos e sem recibo algum pra processar qualquer incompetente que seja, como diria Simão, a luz ao final do túnel era mesmo uma locomotiva.
Bom, voltando ao assunto principal, aliás, esse é meu defeito grave em redações, ou melhor, como me alertou uma pessoa querida, “produção de texto”, e não mais redação, o nome mudou! (...) chique não? Pasmem! Como eu, o nome, redação não põem mais medo em fulaninho algum, o negócio agora é produção de texto... (oh), me parece algo muito mais difícil de fazer, isso sim dá medo... Mas, voltando, agora ao assunto que me fez desviar do tema principal, sim, porque ao tema principal volto no parágrafo seguinte (se ainda for esse seu nome...), embora eu deva confessar que já me esqueci de qual era ele... Enfim, me desvio muito da idéia central.
Mas, como eu ia dizendo lá no começo... Estou propenso a acreditar que o amor, sublime amor, não é para qualquer metido a escritorzinho não, o amor, sublime amor, pertence aos Vinicius de Moraes e Chiquinhas Gonzagas, a esses sim, o amor se apresenta aos pares, quanta inveja, amigos, tanto dos amores quanto das “produções de texto” (...) e arranjos musicais, que com a sua arte conquistavam também admiradores, amigos e puxa-sacos aos montes. Bom, tudo bem, vou me contentando com minhas duas queridas e prestimosas leitoras que adoram meu trabalho que, a bem da verdade são duas grandes amigas, mas não nos peguemos a meros detalhes e sim no todo, pois aí sim, no todo... É, parece que no todo também não levo vantagem... Ok, amigos, não nos peguemos a nada então, e que fique o dito pelo não dito e continuemos nossa luta.
Ah, quase me esqueci, a idéia central... Melhor deixá-la para lá, na verdade ela nem era tão importante assim!
Alexandre de Victor
Enviado por Alexandre de Victor em 04/12/2007
Código do texto: T764337

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Sobre o autor
Alexandre de Victor
São Paulo - São Paulo - Brasil, 45 anos
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