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Amor sem submissão = Amor sem escravidão

Amor sem submissão = Amor sem escravidão

Quando buscamos alguém para um relacionamento afetivo, que seja realmente duradouro, de imediato procuramos saciar três necessidades primarias que fazem parte de todo o conjunto humano.
Desejamos eliminar a solidão. Definitivamente não nascemos para viver sós. Podemos sonhar a sós, mas a realização dos sonhos, sempre é acompanhada por alguém que de alguma forma esteve ao nosso lado. De alguém que de alguma modo, abriu mão de sorrisos para compartilhar de nossas angustias.
Desejamos segurança. Não somente no sentido de proteção, de cuidados especiais, mas também para aliviar a sensação inconsciente da insegurança que nos ronda. É necessário acreditar que sempre haverá alguém a nos esperar. A sensação de segurança também pode ser representada como a pessoa que nos serve como base, como o pilar de sustentação nos momentos difíceis. A segurança em forma de um conselho prudente. A segurança de um tchau cheio de saudade na nossa partida ou o abraço caloroso na nossa chegada.
Desejamos encontrar também o amor, o mais sublime de todos os sentimentos humanos. Desejamos amar e ser amados. Procuramos o amor como forma de afetividade, como forma de compreensão, como carinho, como sexo. Enfim, desejamos o amor de todas as formas possíveis.
O amor é a locomotiva que puxa o nosso trem da vida, é nosso elevador de serviço, aquele que carrega um mundo sem se importar. O amor é a essência principal para a elaboração de todos os outros sentimentos. Não existiria a paz sem o amor, seria impossível a serenidade sem o amor.
O amor é a candeia do perdão. O amor é primordial para a escada da nossa evolução.
Mas basta apenas amar para sermos felizes?
Infelizmente não. Em um relacionamento amoroso, não basta apenas amar.
Quem ama tem a obrigação de analisar seu relacionamento. Verificar por A mais B se seu companheiro ou companheira, ou ainda, você mesmo não esta sofrendo por amar.
Antes de qualquer analise, é de fundamental importância que o amor seja no mínimo correspondido.
Quem ama não deve “escravizar” a pessoa amada e também não deve ser submisso.
O amor não pode e não deve ser submisso. O amor deve ser livre, como os pássaros que voam e cantam.
A submissão é a pior forma de amor, por trata-se de um amor infeliz. A pessoa que ama e ao mesmo tempo é submissa, confunde o verdadeiro sentido da felicidade. Essa pessoa passa a ser condicionada com a situação que esta vivendo.
A felicidade jamais poderá estar acompanhada da insatisfação.
Procure observar, fique atento a certos detalhes, que lhe trazem insatisfação. Lógico que a submissão, encaixa-se apenas a casos onde a pessoal sofre ao abrir mão de algumas coisas para satisfazer apenas a outra parte do relacionamento.
Converse, esclareça, defenda sua vontade e sua felicidade, desperte para esta idéia, pondere e compreenda que o amor e a insatisfação, não podem fazer parte do mesmo relacionamento.
Não devemos “escravizar”, nem tão pouco ser submissos.
Sejamos, portanto “livres” para sermos felizes!

Reginaldo Cordoa, futuro Administrador de Empresas e Apaixonado pela Vida.

16/01/2006

Reginaldo Cordoa
Enviado por Reginaldo Cordoa em 16/01/2006
Código do texto: T99597
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Sobre o autor
Reginaldo Cordoa
Matão - São Paulo - Brasil, 46 anos
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Reginaldo Cordoa