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Superação

Hoje, o brilho que se revela em nossos olhares, reflete um mix de emoções de tudo o que passamos comumente: alegria, tristeza, raiva, culpa, amor, ódio, entre outros que foram compartilhados em algum momento durante esses quatro anos. Entramos na faculdade, enfrentamos o preconceito de estudar numa instituição particular de ensino superior e hoje percebemos que somos capazes de competir no mercado de trabalho como qualquer outro graduado. Se aprendemos o que é fazer jornalismo e como ser jornalista, de acordo com a ética humana e profissional, vamos tentar sim levar todo nosso esforço para a prática, afinal, é sabido os obstáculos encontrados em nosso campo de atuação.

Aqui estão os vitoriosos que passaram pelas barreiras do universo acadêmico e concluíram com êxito, os quatro anos de curso. Sairemos daqui com a certeza de que o diploma é apenas o começo do sucesso que nos espera, restando a nós a garra de sermos os melhores.

Não seria possível falar de todo esse acontecimento sem mencionar as dificuldades que nós, especificamente, tivemos. Afinal, somos a primeira turma do curso de Jornalismo e, conseqüentemente, os “cobaias”. Não quero dizer que não tivemos acesso aos recursos que nos tornaram capazes, apenas estou lembrando de alguns empecilhos como achar um livro na biblioteca, computadores insuficientes para atender toda a demanda exigida pelo curso, equipamentos essenciais como os de vídeo que nos fizeram brigar muito na hora da reserva, etc. Apesar de tudo isso, podemos dizer que vencemos, e um outro fator para isso foi a competência de nossos mestres e doutores, que nos deram força e não nos deixaram desistir. Eles nos mostraram que o jornalismo, sobretudo baiano, precisa de nós. Sei que daqui irão sair profissionais com competência para criar e recriar projetos nas mais diversas áreas do jornalismo, melhorando a qualidade da verdadeira arte de fazer jornalismo.

As pessoas que aqui se encontram e aguardam o momento de sua colação de grau descobriram seu talento, no meio desse caminho acadêmico. Todos nós aqui descobrimos uma paixão, seja na mídia impressa, televisiva, radiojornalística ou no webjornalismo. E vamos nos agarrar a esse sentimento para que vocês da platéia não esqueçam desses nomes.



Esse texto foi parte do discurso lido por mim na minha colação de grau, no dia 21 de janeiro de 2006. Foi um dos dias mais felz da minha vida.
Sempre Viva
Enviado por Sempre Viva em 16/06/2006
Reeditado em 16/06/2006
Código do texto: T176314
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Sobre a autora
Sempre Viva
Salvador - Bahia - Brasil, 32 anos
7 textos (723 leituras)
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Sempre Viva