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As merdas que a política faz pelo meio do caminho

Se tem algo que me incomoda
Fico puto maluco quero morrer
E aí a minha rima não cola não dá liga
Fica na bronca não sai nada

É quando pessoas se dividem em alas
E defendem partidos acima da honestidade
Quando se rima rancor e dor

Acho um horror mágoa e ressentimento
Vingança como punição e intriga e falsidade
Quando a acidez predomina na cidade
Rios mortos, crianças pelo chão

É quando vejo pessoas se contaminando com a maldade
Não escolhendo vítimas numa guerra
Matando crianças em atritos covardes

Não gosto quando a política se mistura à bandidagem
Quando Maquiavel renasce forte e garboso
E todos justificam suas merdas no caminho
Pra atingir um fim nobre. Pura picaretagem

Como disse, a poesia fica feia,
Mas a bronca legítima/ verdadeira
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 19/09/2006
Reeditado em 20/09/2006
Código do texto: T244289

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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