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NA CURVA DO DESTINO O BRASIL FICOU DE QUATRO

AMANHÃ À FRENTE
Na curva do destino o Brasil caiu de quatro. Na curva da história o Brasil dançou e se tornou terra inglória, do rouba e leva e ninguém fala. Hereditária capitania: o passado sempre presente subtraindo o futuro de amanhã e à frente.

QUEM NOS ROUBA E MATA
Na curva da história o povo do Brasil dançou, doou sangue, sal/suor. Degredado foi patrão; índio escravo no seu solo; negro carne barata para máquina da escravidão - que levou nosso ouro, subtraiu nossa mata. Engano de nação? Quem nos roubou e rouba? Quem nos faz trôpegos e há tempo nos mata?

ENCURRALAR CABRAL
Assim foi e assim não se fez: encurralar Cabral no livro de história; voltar no tempo ou começar do zero, de novo; impedir a invasão e destruir suas naus; lutar contra o roubo do ouro, da mata, da alma da nação; adiar o bacanal na terra brasilis; fazer a guerra e lançar o desafio: fora com a farra de Cabral! ontem e agora.

GRITO NEGADO
Esse foi o grito que a história negou e o legado deixado foi de medo e subalterno destino. Desatino Brasil. Desafio a vencer: Revelar a traição de quem nos destrói, de quem não quer o povo liberto, desperto, anti-colonial.

BRASIL PRIMEIRO
Brasil pandeiro. Brasil primeiro. De todos os povos herdeiro, mas que precisa ser rei no seu próprio reino.
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 19/10/2006
Reeditado em 28/12/2006
Código do texto: T268077

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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