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Xeque mate

Se é uma virtude reconhecer que o adversário é melhor, eu admito, admito que perdi essa partida. O jogo do amor é como o xadrez... E não há mais nada que eu possa fazer. Sim, estou vencida. As peças estão além do alcance das minhas mãos...

Em xeque, antes que “mate”, reconheço a derrota... Não posso vencer esse adversário que diante do espelho reconheço. Xeque, antes que me mate esse amor não correspondido...

Escrito por Joyce Amorim e Sabrina Rodrigues em 31/08/07.
Joyce Amorim e Sabrina Rodrigues
Enviado por Joyce Amorim em 31/08/2007
Reeditado em 16/12/2011
Código do texto: T633134
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Joyce Amorim
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 27 anos
141 textos (15809 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 02:30)
Joyce Amorim