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SONETO DA AMIZADE

quantas vezes eu sofrendo
de mim deixei ficar alma,
livre se foi fazendo
minha poesia com calma

era uma triste sina
esta de tocar sem cordas
cordas soltas de viola,
acabei escrevendo dedos

faço letras para fados
esquecendo fazer rimar
as unhas soltas, postiças

meu fado não tem guitarras
cantar de todas as farras
é vinho e mulheres amadas!...


Quero explicar... Ensaio tem como sinónimo tentativa, veja-se o uso da palavra no salto à vara, no salto em altura, no salto em comprimento...
Este poema ganha nome e tudo o mais a partir da leitura dum poema depois do qual escrevi:
«Gostei de (Tentativa) no título, o parênteses há-de ajudar quando o abrir numa tentativa que te hei-de dar a conhecer: aceita promessa... Abraço»
Fica o convite para irem ler:

«Soneto da Amizade (Tentativa)»
de Guilherme Lombardi Contador

O último terceto pertence a uma primeira quadra dum fado que escrevi há muitos anos e já esqueci..., o que me faria velho se a verdade não fosse o dia de hoje ser antes de amanhã.
Quero dedicar este soneto: em primeiro lugar a quem o devo, ao Guilherme, depois aos AMIGOS LEITORES (vide último ensaio, a eles era dirigido o Olá!...) que assim se assinando deixaram comentário, por último aos primeiros, ainda e sempre últimos...: a todos quantos aqui venho conhecer, lendo e dando a ler - um abraço. Sem esquecer quem mantém estas escrivaninhas a funcionar, a todos, por todos: Saravá!...
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 23/05/2005
Código do texto: T19130
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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