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Será possível o surgimento de uma 7ª classe, Evolucionista?

Em referência ao artigo do matemático, articulista e escritor Haroldo Pereira Barboza (http://www.recantodasletras.com.br/artigos/78129) que diz: "O Mundo já possui mais de 6 bilhões de habitantes. Para efeito geográfico e didático, é dividido em continentes e países. Teoricamente, cada País é independente e livre para adotar as medidas que mais atendam aos seus interesses. Esta é a impressão que tentam nos passar nas escolas, livros, jornais e todo tipo de comunicação, ao longo de nossas vidas através de belos mapas coloridos e Constituições cheias de remendos literários e gramaticais para confundirem aos que só sabem assinar o nome. Na verdade, o Mundo é dividido em 6 grupos sociais: 1-Dominantes, 2-dominadores, 3-definidos, 4-dominados,  5-desesperados e 6-desalmados". E, com base no debate sobre o assunto: "O humanismo pode contribuir para melhorar o futuro do Ser Humano?"que o escritor Jax Levin colocou no fórum do site Recanto das Letras (http://www.recantodasletras.com.br/forum/index.php?topic=286.0) . Questiono:
Será então que para o surgimento de uma possível 7ª classe de forma Evolucionista, o "humanismo" poderia contribuir para melhorar o futuro do Ser Humano ou da Raça Humana no Planeta?
Pois... O Planeta não tem mais como suportar e "sustentar" uma população de mais de 6 bilhões de humanos. Pelas formas que caminhamos, chegará um momento, e não está muito longe, que o espaço desses 6 grupos sociais, definidos pelo articulista Haroldo P. Barboza, estarão escassos e o processo, queira ou não, seguirá pelos rumos de um Estado de forma Cruel. Por mais que não queremos, o processo desse estado já está em curso, é claro, em formas e estágios diferentes, basta observarmos as ações e reações em curso no planeta.
O período do humanismo inicia-se no século XV com a idéia renascentista da dignidade do homem como centro do Universo, prossegue nos séculos XVI e XVII com o estudo do homem como agente moral, político e técnico-artístico, destinado a dominar e controlar a Natureza e a sociedade, chegando ao século XVIII, quando surge a idéia de civilização, isto é, do homem como razão que se aperfeiçoa e progride temporalmente através das instituições sociais e políticas e do desenvolvimento das artes, das técnicas e dos ofícios. O humanismo não separa homem e Natureza, mas considera o homem um ser natural diferente dos demais, manifestando essa diferença como ser racional e livre, agente ético, político, técnico e artístico.
Creio que a melhor definição do Humanismo é como sendo uma filosofia REALISTA.  E, com base nas tantas nomenclaturas, teorias e na literatura, noto que há uma certa confusão, transformando as decisões mais de imediatas no tratamento dos efeitos, das teorias do Criativismo, da preguiça do pensar, do raciocínio fomentado pelo Fénatismo religiosos ("Sempre haverá mais ignorantes que sabedores, enquanto a ignorância for gratuita e a ciência dispendiosa" - Mariano José Pereira da Fonseca, o Marquês de Maricá (1773 - 1848), foi escritor, filósofo e político brasileiro. Foi ministro da Fazenda, conselheiro de Estado e senador do Império do Brasil de 1826 a 1848) e das paixões humanitárias, como a proliferação das comissões dos direitos humanos que mascaram, mistificam os reais humanos direitos.
Tais efeitos, na minha modesta visão, creio que são conseqüências das causas, logo... penso que o Humanismo é bem diferente das questões humanitárias.
O humanismo, e pelo o estado em que chegou a humanidade, tomaria a forma de um "estado cruel", pois, como disse, pelo estagio em que chegou a humanidade, a forma estaria voltada nos rumos da humanidade, de todos os meios, para a preservação da raça humana e tais rumos seriam mais realistas do que românticos.
Um bom observador verá que o mundo hoje está caminhando para o caos em diversos aspectos, a miséria está desenfreada, a criminalidade, o fanatismo religioso, a insensatez e a "sujidade humana" estão aumentando de uma forma espantosa em todo o mundo, já contaminaram instituições governamentais de diversos países, inclusive no Brasil.
Estamos presenciando  uma inversão de todos os valores éticos e morais em todo o mundo. A cada segundo 8,6 bebês estão nascendo em algum lugar do planeta. Serão 516 nascimentos por minuto, 30.960 por hora, 743.040 por dia que estarão se somando aos atuais 6,1 bilhões, (segundo as Organização das Nações Unidas ONU - 2001- dados de crescimento demográfico, já descontado o número de mortes) todas competindo por espaço, comida e água, produzindo lixo, respirando oxigênio e eliminando carbono (CO2) além do metano nas fezes.
Conforme o que diz um artigo que circula na Internet, o que é fácil notar, é que a terra tem o seu limite e quanto mais povoada, maior será a quantidade de recursos naturais utilizados. Quanto maior for o crescimento populacional desordenado, mais difícil será atingir o desenvolvimento sustentável. Conforme a população cresce, ela necessita de uma área maior para viver e para produzir seu sustento, e com isso, as florestas que cobriam aproximadamente 60% da área terrestre, hoje cobrem apenas 22%.  As florestas regulam a quantidade de carbono na atmosfera e ajudam a estabilizar o clima. Com o passar dos tempos os impactos causados pelo homem no mundo ficaram evidentes. As florestas tropicais foram destruídas, as reservas de água estão sendo contaminadas, a camada de ozônio vem sendo constantemente danificada, a emissão excessiva de carbono está causando o aquecimento global, que por sua vez, está provocando  mudanças abruptas no clima em todo mundo. As instabilidades que todos nós observamos no clima, como calor e frio extremos, secas, inundações, já estão afetando a produção mundial de alimentos, que apesar dos investimentos, já teve uma redução de 3,4% em 2005, demonstrando que o planeta já ultrapassou o seu limite de sustentabilidade há algumas décadas sem que pudéssemos perceber.
O aumento progressivo do desemprego e da miséria em todo mundo,  estimulado pelas inovações tecnológicas que a cada instante substituem a mão de obra braçal deixando-a cada vez mais ociosa e descartável, mostrando que futuramente não haverá mais espaço  para os não especializados. Só os latino-americanos e caribenhos chegam a 211 milhões vivendo  abaixo da linha da pobreza, com um aumento de 11 milhões desde 1990 (até Junho de 2002), um excedente populacional  não produtivo, que  sobrevive às  custas do assistencialismo regional e internacional. Infelizmente, não há  mais solução  para essa questão, ela se tornou  irreversível com o aquecimento global. Inúmeros cientistas já alertavam para essa situação há 30 anos, sendo todos ridicularizados pela cegueira coletiva da humanidade.
As variações e instabilidades climáticas serão piores a cada ano, pois sua velocidade de expansão é exponencial, ou seja; a cada ano as instabilidades climáticas e seus prejuízos se duplicarão e em breve nenhuma agricultura resistirá sem uma perda considerável da produção.
Com o crescimento da população mundial e o declínio da produção de alimentos, fica matematicamente fácil concluir que a fome transformará em curto prazo, milhões de habitantes de países pobres em refugiados ambientais. O resultado será o de migrações em massa e instabilidade política em todo mundo. As guerras e desastres causados pelo caos climático serão inevitáveis e matarão milhões de pessoas em todo o planeta.
Em pequena escala, os refugiados já começaram a invadir a Europa e outros países,  situação a ser refreada, apenas quando a população mundial regredir para níveis novamente sustentáveis.
Cada país terá que defender seu território como puder, será cada um por si. Os EUA Já triplicaram o número de soldados nas suas fronteiras e planejam construir um muro para conter a imigração em massa.
Ternos - Batinas - Fardas...
Homens - Idéias (interesses e invenções) - Causas - Efeitos
Dessa forma, haveria espaço para o Humanismo como função para o surgimento de uma 7ª classe no futuro dos homens? Estamos ultrapassando a casa dos 6 bilhões de humanos no planeta e isso incomoda as nações que querem estabelecer uma nova ordem mundial. Se não bastassem propagar a miséria, a fome e o financiamento da corrupção aos pobres paises, produzem doenças, dizem que que a aids foi produzida em laboratório, pois é muito interessante o alvo desse vírus e também muito interessante suas vias de contaminação, os atos que o homem moderno mais praticam. Pelo que eu percebo, não há o interesse de intensificar as pesquisas para a cura e sim, o interesse maior é na criação de remédios para manter por um certo tempo o doente vivo e assim, consumir essas vacinas, engordando a cada dia o faturamento das industrias farmacêuticas e para manter um certo equilíbrio sua cadeia de alguns milhares de empregos (o látex na produção de camisinha é comparado ao barril de petróleo nas ações das bolsas de quase todos os paises).
Muitos pesquisadores antes céticos ao tema, ou seja, aqueles que previam prejuízos mais graves só para o final do século 21, concluem que o caos será iminente e inevitável, pois as soluções de maior impacto, que realmente poderiam ter alguma eficiência para conter e reverter as catastróficas instabilidades climáticas, "são impraticáveis", seriam:
a) a redução imediata da população mundial em pelo menos 40% dos números atuais (aqui, nos países de terceiro mundo lidamos com a corrupção e com a violência desenfreada. Que o espectro da violência ronda o Brasil, onde nas ruas das grandes cidades morrem mais e mais pessoas, um numero bem maior do que as mortes das guerras de todo o mundo, não é novidade. Em duas décadas, pelo menos dois milhões de brasileiros morreram vítimas de assassinatos praticados por criminosos. A média de assassinatos era de 8.300 por mês em todo o Brasil. Dá 99.600 por ano. Multiplicando-se por 20 anos, da 1.992.000 pessoas vítimas de latrocínios. Os dados são de vários institutos de polícia civil. Não são divulgados. Mas os órgãos de informação do governo, como a Agência Brasileira de Inteligência, têm conhecimento deles. Os números confirmam que a banalização da violência está institucionalizada no Brasil), na África a fome, doenças, no Oriente as guerras e o terrorismo fomentado no fanatismo religioso. Assim sendo, vidas se acabando num perverso controle da existência humana;
b) reflorestamento de 60% das áreas devastadas;
c) redução da produção industrial em 35%;
d) substituição de todos os combustíveis fósseis;
e) redução na mesma proporção da população, dos animais criados para sustentar a mesma, como gados, porcos, galinhas, etc., que contribuem na geração de carbono e metano.
Medidas impossíveis de serem realizadas em curto prazo que não acarretassem o nosso "total" auto-extermínio.
A fome, a água, a miséria, as doenças, as guerras, as riquezas naturais, a ganância, o mercado, conflito de interesses, o dinheiro.
Ideais (ternos - Batinas - Fardas) - Homens - Idéias (invenções, interesses) - Causas - Efeitos
Para cada idéia (invenções ou interesse) há a causa, para cada causa gera uma ação e para cada ação gera uma reação. E, tudo depende do "capital". Os déspotas das poucas nações ainda socialistas, acumulam riquezas e empurram seu povo para miséria, necessitam do capital (como caso recente dos testes nuclear da Correia do Norte).  A "política" e a economia mundial será dominada por um pequeno grupo de gigantes mais forte que os governos. Eles vão comandar complexos empresariais funcionando no mundo todo.
Nos países desenvolvidos, a expectativa de vida chega aos 80 anos, como no Japão e a média de vida em alguns países da África não ultrapassa os 45 anos. No Brasil, a média é de 67,3 anos (norte e nordeste chega a 56 anos, nas regiões centro e sudeste chega a 70 anos e no sul, chega a 76 anos, um dos fatores dessa diferença é devido a corrupção que desvia recursos destinados a saúde e saneamentos básicos). Já é o perverso controle populacional global em sua forma cruel da preservação da humanidade. Há o avanço (a causa/ação) tecnológico em testes (se é ficção eu não sei) pode esticar a vida do homem nos paises desenvolvidos a uma futura expectativa de vida que chegará a 120 anos (pesquisas envolvendo os testes da célula tronco e chips que evitará acidentes cardiovasculares e derrames celebrais). Dessa causa de "ficção" futurista gerará a reação da cadeia de empregos e do sistema previdenciário. Seja futurista ou não, já há a preocupação de geração de empregos para um adequado sustento ao sistema previdenciário nesses paises onde a expectativa de vida chega aos 80 anos. No Brasil, nos tempos do "milagre econômico", havia 10 trabalhadores para 1 beneficiário da previdência, hoje, devido as políticas econômicas que inibe a geração de empregos com carteira assinada, essa proporção está em 1 por 1.
Temos uma população de 6,1 bilhões de habitantes e ainda é tímido o controle de natalidade, mas há uma expectativa para 2025 de 8,5 de bilhões de habitantes na planeta. Isto representa um crescimento de 90 milhões de pessoas por ano, quer dizer, um país do tamanho do México a cada ano que logo resultará numa equação a ser resolvida:
[{(Espaço + conflito de interesses) ÷ (nascimento + fome + empregos + expectativa de vida + sistema previdenciário) ÷ Recursos}] = X
Esse "Xis da questão" poderá resultar na redução da população mundial em pelo menos 40% dos números atuais (Temo que algumas cabeças pensantes dessa "ordem mundial" pensem em um vírus mortal que atingirá apenas o sistema imunológico dos idosos. O "realismo" das nações consideram a massa de idosos como uma população ociosa.  Nesse tom, é de estranhar que o avanço tecnológico não produziu um vírus, uma bactéria, não mutantes, que ataque apenas as culturas de drogas: maconha, cocaína, papoula. Ficção? Na concorrência do mercado agrícola, os EUA são conhecidos por produzirem organismos infeccioso nas lavouras concorrentes, preservando assim, seu mercado e seus empregos. Há algumas décadas, o cancro-cítrico foi introduzido no Brasil por um agente americano e em 2003, nas lavouras produtoras de papel-celulose, foi detectado uma praga produzida nos laboratórios americano. Primeiro eles infectam e depois que esses mercados concorrentes estão abalados nas bolsas, no cenário mundial, eles vem com as vacinas e defensivos agrícolas que não combate a causa, apenas tratam os efeitos. Lembra do defensivo agrícola americano chamado BHC usado nas lavouras brasileiras nas décadas passadas? Então... por que não produzirem uma praga que levará a extinção das culturas de drogas que vitimam milhões de humanos?).
Na substituição de todos os combustíveis fósseis, poluentes, o capital da livre empresa vem trabalhando em pesquisas na criação (idéias) de fontes alternativas na geração de energia. No Brasil, não tem mais como construir uma nova usina hidroelétrica, pois sua construção com a inundação de uma vasta área, agride o meio ambiente. E, dezenas de empresas (agroindústrias, agropecuárias, usinas de álcool e açúcar) já operam com fontes alternativas de geração de energia, como: o aproveitamento das fezes de porcos (http://www.pnud.org.br/energia/reportagens/index.php?id01=2009&lay=ene) e do bagaço de cana para a geração de energia (http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=11120). Nas formas-pesquisas de reduzir emissões poluentes na atmosfera, desde 16 de novembro, nas ruas de São Bernardo do Campo (SP), está rodando um ônibus movido por hidrogênio. O veículo foi projetado para emitir apenas vapor d’água e quase nenhum ruído.
Nossas florestas, nossos rios, nosso solo são cobiçados.
Pelo estado-estágio em que chegou os avanços, como também os retrocessos da humanidade, em pouco tempo, haverá um pequeno grupo de gigantes que vão traçar os (cruéis) rumos da humanidade e o Brasil, se cuidar bem de nossas florestas, nossos rios, nosso solo, teremos uma forte presença na preservação da raça humana, sendo também, aqui, o celeiro do mundo.
O ambiente muda o comportamento.Todo organismo deve fazer tudo para sobreviver da melhor maneira possível e a maneira pela qual um ser humano sobrevive é usando sua mente para o benefício da raça humana (ou da sociedade), como um todo.
Mas, os atuais aspectos dos interesses políticos e econômicos preocupam e muito, os rumos da humanidade, e por mais que se espera da fé democrática dos órgãos mundiais, como a ONU, creio não ser suficiente na conscientização no real sentindo do humanismo. Essa conscientização é muito mais do que esse jogo de conflitos e interesses, pois o regime democrático não é reinante no planeta. Creio que os aspectos colocados aqui, nada mais são que uma leitura do que é o mundo hoje. Desculpe-me usar aqui um termo chulo. A "merda"  já está no pescoço e talvez algum "florescimento" na direção do humanismo no melhor sentido da palavra como contribuição para melhorar o futuro do ser humano, a preservação da raça humana no planeta, apareça quando a "merda" estiver na altura da boca.
Mesmo assim, não haverá outra alternativa senão pela força do militarismo. E note que essa força já é atuante. Países reconhecidamente Democráticos estão com suas forças no Planeta. A Força Militar dos EUA no Iraque, a Força Militar do Brasil no Haiti.  Busch filho foi até a Rússia e cordialmente teve que engolir alguns sapos, na tentativa de ter a Rússia como aliado contra o Irã, pois, o Irã planeja beneficiar urano para fabricação de sua bomba nuclear. O alvo do Irã é Israel. Os EUA não estão preocupado com o extermínio de massas na região de Israel e sim, sua preocupação é o desastre ambiental que pode ocorrer, pois os EUA não estão nem aí pelo seu quintal e sim, pelo quintais de outras nações.
Na verdade, o "real desenvolvimento" do humanismo para o surgimento de uma 7ª classe que poderia contribuir para melhorar o futuro do Ser Humano ou da Raça Humana no Planeta, os interesses seriam globalizados, estariam acima das Soberanias Nacionais, estariam acima de qualquer jogo de conflitos. É nesse sentindo então que vejo o Militarismo como forma e força de Ação.
Veja as especulação sobre a mundialização da nossa Amazônia. Nesse sentindo, a intervenção por uma futura Ordem Mundial para a preservação da Raça Humana no Planeta seria democraticamente pelas forças militares.
A evolução pressupõem continuidade temporal, acumulação causal dos acontecimentos, superioridade do futuro e do presente com relação ao passado, existência de uma finalidade a ser alcançada.
A vida, por ser interação ativa com o meio ambiente, leva a mudanças nos organismos para a adaptação dos indivíduos e a manutenção da espécie (Uma curiosidade, os índios da América do Norte foram encontrados vestidos e montando cavalo. Os índios no Brasil foram encontrados pelados. Aqui os índios colocavam fogo numa parte da floresta para acuarem suas caças e ficavam na outra parte da floresta a espera, então, de suas caças acuadas). Como essas transformações ocorrem no tempo e como se considera que os organismos progridem ou melhoram o desempenho graças à invenção de mecanismos novos de adaptação, define-se então, a finalidade da evolução como sendo a preservação da espécie. Surge, então, a pergunta:
O que leva a vida à finalidade evolutiva?
Será então que para o surgimento de uma possível classe de forma Evolucionista, o "humanismo" no melhor sentido da palavra poderia contribuir para melhorar o futuro do Ser Humano ou da Raça Humana no Planeta?
Se observamos bem, veremos então as conseqüências desse Estado Cruel tomando a sua forma.
Só para citar um exemplo: o progresso e a evolução da ciência biológica são espantosos, por que então não há estudos e pesquisas para a invenção e produção de uma praga que levaria a extinção das culturas de drogas que vitimam milhões de humanos?
Repito: Na minha percepção de que É o mundo hoje, pelo estágio em que chegou a humanidade presenciamos um " HUMANISMO" tomando a forma de um"ESTADO CRUEL. Talvez a cegueira do capital se tenha ainda a ilusão que podem planejar uma preservação de no máximo uns 70 anos, para que seus herdeiros diretos continuem com a devastação gananciosa.
Plínio Sgarbi
Enviado por Plínio Sgarbi em 03/12/2006
Reeditado em 29/03/2007
Código do texto: T308129
Classificação de conteúdo: seguro

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