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9 Minha pérola, deixa-me ser a tua concha!... 9

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A MORAL NO MURAL (três parágrafos...)

Sair da escrivaninha para escrever no muro,
no mural, moral:
cremos e queremos tudo o que nos dão?
Não!

Esta moral não é imoral, não pretende ter moral, é amoral.
Moral
(há sempre uma, isto é muitas, tantas quantas as morais
dos moralistas, listas delas!),
escrever num muro ou numa escrivaninha - é diferente.

Uma moral da diferença?
Não!
Tão pouco um ataque de exibicionismo, cismo...

A MORAL NA ESCRIVANINHA
Sabe cada um de vós que escreve e lê porque escreve e porque lê?
Para quê, pensar naquilo que se sabe, se já se sabe?... Sabe?
Se não escrevermos a diferença, não faz diferença aquilo que escrevemos e, como tal, se é indiferente, para quê escrever?
Quando começamos a escrever geralmente estamos convencidos de saber o que estamos a fazer? Não, estamos a pensar noutra coisa, o que ainda está por fazer!
Lido aqui ou no Mural, o mesmo texto, qual é a diferença?
A diferença, se a há..., pode ser irrelevante. Vou pensar as diferenças assim: no Mural é como escrever numa grande vitrine, de preferência pouco e com visibilidade acrescida: um anúncio!
O que anuncio quando escrevo aqui não é um anúncio, não é uma denúncia, o que é? É o que é..., o que fica escrito na intimidade das palavras, mesmo tornadas públicas. É tudo, mas não será mais do que a intenção... de escrever e dar a ler!
Hoje não sei qual é a minha intenção ao certo, é incerta, insere-se numa procura de contrastes.
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 31/07/2005
Código do texto: T39086
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Francisco Coimbra
Portugal
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