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A quem se foi...

Assim como eu
           Sil Cervantes
 
Até quando, sufocará o gemido da tua carne?
Os apelos dos teus pelos que clamam os meus?
Até quando teu coração andarilho,
caminhará de del em del,
procurando em cada uma um pouquinho de mim?
Um cheiro, uma lembrança, um afago ...
Um punhado de sedução, misturado à meninice bandida
a inocência cega da  criança meiga,
fundida na
mulher enlouquecida de amor...
Mente, mente...
E nem de longe sente, que não é culpado
de andar  assim inclemente
Não vê, não percebe...
A liberdade que  tanto persegue,
te faz prisioneiro, um tolo cativo,
dos desejos do passado em instantes lindos
mas jamais realizados...
Caminhará...Seguirá teus caminhos
Não se perderá em  apelos internos,
nem aos meus tão pouco...
É  fera, é forte...
Mas, dobrar-se-a ao destino,
aos caminhos traçados pelas estrelas...
 Quero que saiba querido,
as estrelas são obedientes,
e se dobram à magia de uma mulher,
de uma mulher como eu
Silvana Cervantes
Enviado por Silvana Cervantes em 27/08/2007
Código do texto: T626695
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Sobre a autora
Silvana Cervantes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
402 textos (36653 leituras)
5 áudios (2200 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/08/17 04:40)
Silvana Cervantes