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O tempo de ser poeta


Vale ser um dia de amor
Deixar os beijos sem faces
E esquecer quem sabe o terror

Escrever sobre faunos e Euripedes
Teatralizar a poesia ao extremo
Musicando versos em vida
Sobrevivendo poeticamente
Quem sabe em glória reinante.

Viver o poeta
Repartindo o lirismo criativo
Do âmago natural
Com um mundo
Cheio de medos
Confuso e macambúzio
Feito de versos depauperados.

Ser um poeta alexandrino
Decassílabo em idéias
Sem nunca deixar
De ser romântico
Exterminando o fogo ódio
Ascendendo a paixão incendiária:
Liberdade se faz em versos.

Quem sabe socializar a palavra
Meias palavras serem nossas
Deixar de ser um poema único
Escrever a vida humanitária
Alimentar com poemas
Todos os famintos de idéias.

Estamos em alto mar...
Constelações de palavras líquidas
Feito de sangue escravo...
Escravo é o poeta
Preso a este navio poema


Ps: Para vcs todos que me receberam tão bem até agora...
Lorenzo Giuliano Ferrari
Enviado por Lorenzo Giuliano Ferrari em 19/10/2007
Código do texto: T701159
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lorenzo Giuliano Ferrari
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1837 textos (51336 leituras)
1 áudios (2457 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 21:10)
Lorenzo Giuliano Ferrari