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TESTO EN PROZA

“Acho orrível quando vejo testos mau escritos. É diveras dezinteressante. Fico preocopado com o níveu de excrita desas peçoas. Filizmente agente encontra aqui e acola algumas peçoas que lêm. Por que a letura é indispençavel. Quem não ler não consegui progreção. Progrede quem perçevera. Purisso mermo é pricizo qui si miore o niveu di nosa excola e tamém o salareo dus profezores. Quem ganhar cum isso será todos.  Nas prochima elesão pricsa votá cum cociencia e sabê iscolher os canidato. Num si pode elejer anafabrecos e muto menos us corrúpitos. Aquels qui roba tomem pricisa ficá di fora dos palanque e num merece nós vota neles. Pricisa abre os olho. Puriso vamo ficar otentos. Num desânime qui tudo vae dá certo. Tomém num aduvide das coisa qui nóis vai vencê as dificulidade.  Vou me adespeço-me dezejano todo bem. Abrassos e beijus para tudos qui mi desapoiaram neçe intento bem inteçionado de trasmitir algos prufundo. Brigado di coraçao. Arguém qui ler munto e qui sabi apriciá os livru de grama-tica.”

(estraído das “Lissões de um Ingnorante”, edissão re-vista e sentetizada)
José de Castro
Enviado por José de Castro em 15/09/2006
Código do texto: T240909

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Sobre o autor
José de Castro
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
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José de Castro