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A SAGA DO PAU-BRASIL

Welington Almeida Pinto

UM LIVRO QUE PASSEIA PELA HISTÓRIA DO BRASIL ATRAVÉS DA ECOLOGIA


Rebobinando nossa História, vale fazer uma viagem no tempo e passear pela história do Pau-Brasil, nesta parte do Continente Americano aqui contada de forma especial para alunos do ensino fundamental. E a quem mais possa interessar.
O livro A Saga do Pau-Brasil tem como base o princípio da Pedagogia de Projetos, capaz de estimular discentes e doscentes a promover pesquisas interdisciplinares, inclusive de campo, com o objetivo de facilitar o aprendizado de uma questão histórica em sala de aula.
Combinamos conteúdo de várias disciplinas, como História, Ecologia, Geografia, Ciências, Matemática, Estudos Sociais e Português, como suporte para avaliação de alguns trechos e melhor aproveitamento do conteúdo.
A idéia é apontar um caminho criativo para o estudo de várias matérias em torno de um assunto único.

Welington Almeida Pinto



A VIAGEM DE CABRAL

- Pau-Brasil? Nunca vi um, Professora.
- E Você, Maria Vitória?
- Só ouvi falar. Sei mais que a Ana Laura!
- E Você, Chico?
- Também já ouvi falar... Vi uma foto numa revista... Jornal... Que é bonita, posso garantir, Dona Diana.
A Professora:
- Levante a mão quem mais conhece ou já ouviu falar, viu fotografia, da árvore que é símbolo natural brasileiro.
- Direita ou esquerda? – brinca Maria Vitória.
- Só porque está com o braço na tipóia, aparecida! – caçoa Joana, no fundo da sala.
Chico, sempre gozador:
- Taí, gostei do aparecida... Só porque quebrou esse braço, fica levantando, na maior vantagem... Essas meninas, Dona Diana.
Maria Vitória pôs a língua para o colega, a Professora interfere:
- Chega de braço quebrado e de tipóia... Aposto que a Maria Vitória não quebrou o braço porque quis... Pelo jeito, mais da metade não ouviu falar e nem viu nossa árvore famosa. Isso mesmo, e nem uma, nem um de Vocês pode ter culpa nisso. Pau-Brasil quase foi extinto em terras brasileiras...


Depois dessa conversa de fim de aula, no Colégio Santos-Dumont, a Professora Diana combina com a classe dar um passeio até o Jardim Botânico e conhecer de perto, ao vivo e a cores, um exemplar de Pau-Brasil. Para os jovens, nada melhor: uma saída do comum das aulas entusiasma a todos. Motivação melhor? A árvore famosa ia favorecer uma boa escapada da floresta de pedra da cidade grande.
No dia combinado, lá vão todos contentes, inclusive o motorista do ônibus, o Tatão, um gorducho de queixo mole e cara arredondada, que adora passar a manhã longe do trânsito agitado e admirar a Natureza, principalmente uns passarinhos também raros, uma paixão de seus tempos de menino no Interior:
- Ô Dona Diana, a senhora é fogo com essas idéias.
Mal o especial estaciona em frente ao portão principal do Jardim Botânico, os estudantes, um mais assanhado que o outro, se debruçam nas janelas ou se levantam das poltronas para o corredor para descer o mais depressa.
- Já posso abrir a porta, Dona Diana? – pergunta o Tatão, cuidadoso.
A Professora, de pé junto à porta do ônibus, balança a cabeça, concordando:
- Só um minuto. Hei!... Hei!... Sem baderna, Pessoal! Sairemos em fila, bem comportados.
Os meninos, um a um, descem, falando e rindo. Acham graça em tudo.
Na entrada, orientados pelo Porteiro Juraci da Silva, um moreno troncudo, cara de índio e voz grossa, os meninos vão para a varanda do prédio da administração, onde aguardam o Diretor do Parque.
Manhã agradável, céu limpo e muito azul; poucas nuvens passeiam nas alturas. A vegetação desafiava a cidade, descia pelo Parque em camadas de glorioso verde. E nas árvores ao redor os passarinhos coloridos cantavam em galhos, ou cruzavam o ar em vôos rápidos de um lado para outro.
De repente, a voz rouca de um papagaio invade a varanda:
- Ô Felício! Ô Felício! Currupaco-papaco. Ô Esmaragdo!
Todos olham para cima, procurando o dono da estranha voz. Onde? Os mais danadinhos ameaçam correr para fora do alpendre, imaginando que o papagaio só podia estar no telhado. Chico sugere, metido a entender de papagaio:
- Podemos pedir uma escada e subir para procurar o bichinho no meio daquela folhagem no beiral da varanda.
Genial a idéia. Um alvoroço, um empolgamento; querem dar palpite. Nisso, sem ninguém imaginar, um homem aparece na porta da varanda e interrompe a algazarra:
- Tchã, tchã, tchã, tchã... Aqui estou eu, Cambada!
Num pulo, os meninos recuam um passo; se embolam. O estranho homem solta uma sonora gargalhada e pergunta:
- Nunca me viram?
Ninguém responde. Todos embasbacados, olhos arregalados de espanto e curiosidade.
- Meus Senhores! Minhas Senhoras! Sou o Felício Esmaragdo Valverde, o Professor Felício, se preferem. Vieram visitar o Jardim ou aprender mais alguma coisa sobre Botânica, aposto! Fiquem à vontade, por favor, Professora...
Aliviada pelo susto, sorrindo, aperta a mão do Professor e diz:
- Ambas as coisas. Meu nome é Diana; estes são meus alunos, conforme telefonei. Vamos cumprimentar o Professor Felício Esma...
- ... ragdo Valverde, Dona Diana, meu nome completo.
- Bom dia, Professor! – gritam em coro, com as mãos na boca, despistando uma risada pela novidade inesperada da situação.
- Bem vindos ao Jardim das Plantas.
Ana Laura, já descontraída, quer saber:
- Professor, ouvimos um papagaio tagarela por aí. Podemos ver o bichinho? Se é mesmo papagaio...
- Papagaio, aqui! Não é possível, Professora. Mas pode ser!... No Brasil, toda reserva florestal, por menor que seja, deve ter papagaio, que também simboliza esta terra...
A resposta do Diretor deixa o grupo encafifado. Entreolham-se, tentando entender a situação.
A Professora intercede:
- Vamos esquecer por enquanto essa história de papagaio. Estamos aqui para conhecer a árvore que deu nome ao nosso País. E para o Professor: - Sabemos que o senhor é botânico, ambientalista e especialista no assunto...
Felício percebe a inquietação geral e tenta acalmar o clima:
- Meu trabalho é uma obrigação e um prazer, aqui entre a Natureza. Muito bem, Garotada! Será que existe mesmo um papagaio aqui? Eu bem que desconfiava! Ouvi também voz de papagaio chamar meu nome por aí, mas ando tão entretido lendo um livro sobre vegetação brasileira que até nem prestei muito atenção... Bem, se existe um papagaio mesmo aí fora, vai ter que aparecer. Quem é vivo sempre aparece, diz o ditado. Aliás, este ambiente não pode ser melhor para um papagaio morar. Vai ver, fugiu dalgum cativeiro. O Jardim ainda não tem papagaio, a ave-símbolo do Brasil. Estamos providenciando um casal para povoar este pedaço... E também outras aves nacionais. Canários e sabiás já temos. Virão também jandaias e uns periquitos, o nosso pequeno e simpático tuim. Numa próxima visita, Vocês verão psitacídeos por todos os lados. Nosso pequeno paraíso vai ficar ainda mais bonito.
Maria Vitória, ainda um tanto confusa, insiste:
- Então pode existir mesmo um papagaio solto aqui?
Sem garantir nem que sim, nem que não, o Professor dá uma boa risada, que, para os alunos, soa com uma confissão. Felizes, se cutucam, com rizinhos de satisfação curiosa.
- Muito bem, vamos deixar esse papagaio falador para o final da história. Até lá, já mostrou a cara, quero dizer, o bico. Qual é mesmo o nome da árvore que vieram conhecer?
- Pau-Brasil! - gritam na maior euforia.
O Diretor ajeita a calça jeens, sempre escorregando para baixo da barriga avantajada. Vira o rosto em direção ao fundo do Jardim, arregaça as mangas da camisa e aponta na direção de uma árvore mais distante, alta e frondosa:
- Aquela bonita e cheia de espinhos é o nosso Pau-Brasil.
Os alunos levantam os olhos em direção da árvore, que se distinguia entre outras.
- Olhem: logo ali, eu vi primeiro – grita a Professora cheia de admiração, mordendo a ponta da caneta.
O Diretor, muito extrovertido, salta para o pátio. Os meninos, agitados, nem esperam pela Professora e descem atrás do Professor Felício, correndo, no rumo de uma estradinha de terra batida, toda riscada pelas rodas das carrocinhas dos zeladores até o pé da grande árvore.
Ainda na varanda, Dona Diana acompanha a felicidade dos alunos, também alegre e emocionada, aspirando o cheiro bom de mato. E elogia:
- Isto é um paraíso, Professor! E bem no perímetro urbano!
- Ou o que resta dele, nesta selva de concreto armado!
Os dois adultos descem ao encontro dos colegiais bem mais na frente, e já com estripulias em volta do tronco majestoso da árvore-símbolo do Brasil, apalpando com cuidado a casca áspera, apanhando folhas caídas para jogar uns nos outros, como se lançam confetes em bailes de Carnaval. Outros abrem os braços e rodopiam feito avião, em torno da planta.
Conheciam um típico exemplar de um Pau-Brasil: frondoso, bem copado, cheio de folhas miúdas e de casca espinhenta; mais grosso do que um poste de luz e mais de dez metros de altura.
O Professor pede atenção:
- Meninos e Meninas, hoje é o Dia da Árvore?
- Não! - respondem uns.
- Dia 5 de junho é o do Meio Ambiente. E o da árvore, qual é mesmo? – insiste.
- 21 de setembro – afirmam, em coro.
A Professora participa:
- Todo dia é dia de árvore, não é, Pessoal?
E depois de uma nova admirada na árvore em frente:
- Que tal agora todos assentados nesses banquinhos em volta do Pau-Brasil? O Professor vai-nos contar uma história interessante. Eu estou morrendo de curiosidade...
- Muito bem. Qual de vocês já tinha visto um pé de Pau-Brasil, assim tão de perto?
Rodrigo levanta um braço:
- Eu só conhecia de fotografia! Assim é muito mais bonito.
Daniel, que tinha estado calado, levanta também um braço:
- Só conhecia de gravura, de um livro de meu pai. Ao vivo, é a primeira vez. Legal!
- Eu também!
- Eu também!
- Eu também!
- Pela importância dessa árvore, meus jovens, ela deve ser plantada nas ruas, praças e jardins das cidades brasileiras.
- É só querer, não é, Professor Felício? – ajuda um no meio do grupo.
- Ainda tem muito Pau-Prasil em nossas matas? - pergunta, outra vez o Daniel.
Sorridente, o Professor apalpa o tronco da árvore e começa a história prometida:
- Está praticamente extinto, e isso tem uma explicação. Desde o descobrimento do Brasil, europeus ambiciosos, doidos para enriquecer, viram na extração dessa madeira um meio de conseguir, rápido e fácil, grandes fortunas.
- E ganharam muita grana? – quis logo saber o Beto, faiscando os olhos.
- Quem já era rico, mais rico ficou. Naquele tempo, cortaram Pau-Brasil por toda extensão das terras que iam de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ao Cabo de São Roque, em Pernambuco; um arraso! Coloriam a Europa de vermelho com a preciosa árvore. O Governo Brasileiro, hoje, está preocupado em incentivar o replantio de nossa árvore-símbolo. Já é um bom princípio, não acham?
Todos concordam, os braços levantados. A Professora Diana repete os gestos dos meninos.

O PRIMEIRO CONTATO


Entusiasmado com a motivação nos meninos, o Professor continua:
- Na quinta-feira, dia 23, assim que amanheceu, a esquadra cabralina avança um pouco mais, ancorando-se em frente à desembocadura de um pequeno rio, o Caí, ao sul do Monte Pascoal, aproximadamente meia légua (3 km) da costa.
Dos navios, a tripulação curiosa, avista um grupo de homens que andava pela praia. Nicolau Coelho, marujo que participou da viagem de Vasco da Gama à Índia, foi o primeiro a desembarcar para tentar um contato com os nativos.
- E o coitado foi sozinho? – se preocupa Ana Laura.
- Não, nem pensar... Levou o companheiro Gaspar da Gama, o judeu da Índia, conhecedor de vários dialetos hindus da costa de Malabar, um padre, um grumete da Guiné e um escravo da Angola.
E depois de um suspiro:
- Tudo era desconhecido até então. Ana Laura, venha ler o trecho em que a carta de Caminha registra este encontro histórico.
A menina, vaidosa:
- Sim, Professor. Parece que virei a narradora oficial do Jardim Botânico! Muito bem, me dá o livro.
- Não vale gaguejar – faz chacota a Maria Vitória.
- Eu não sou gaga. Muito bem, vamos lá: de acordo com Caminha eram poucos índios, cerca de 18 ou 20, pardos, todos nus, trazendo nas mãos arcos e suas setas, aguardavam na praia os estrangeiros com aquelas roupas mais espalhafatosas, jamais vistas por eles. Nicolau, por gestos, fez sinal para que pousassem os arcos. E eles consentiram. Dóceis, receptivos, tornaram fácil o primeiro encontro com o branco. Nicolau, para iniciar as relações diplomáticas com os índios, ofereceu-lhes o seu barrete vermelho, uma carapuça de linho e um chapéu preto. Em troca, os índios retribuíram com uns cocares de penas compridas, pintadas de vermelho, e colares de continhas brancas; o Padre dava-lhes a bênção, fazendo no ar o sinal-da-cruz, o que os índios, naturalmente, nada entendiam.
O Professor dá um tapinha de leve no ombro da estudante, agradecendo. E continua:
- Quando Nicolau regressou ao navio, todo satisfeito, Cabral esperava aflito no convés: - Vamos, Nicolau, (o Professor Felício acentua o sotaque português), diga logo o que viu, o que conversou com a gente dessa terra!
O marujo, o rosto avermelhado pelo sol forte da praia, o dólmã, um tipo de casaco militar, desabotoado no peito, responde ainda meio surpreso:
- Pura sorte!... Mal sabe o Capitão o que nossos olhos viram?
- Não me faça suspense, ó Nicolau. Sem trocadilhos, conte logo.
Nicolau, piscando muito, exclama:
- Todos nus, Capitão! Peladinhos! Peladinhos! Tanto homens como mulheres. Gente parda, de bons narizes e bons corpos. Ih!... Nusinhos, como Adão e Eva no Paraíso! Pobrezitos, de uma ignorância espantosa! Nunca dos nuncas meus olhos viram coisa igual. Mas, são muito agradáveis.
- Que nada vestem, isso lá eu sei, pá!... Afinal para que servem minhas lunetas! Diga que conversa teve com eles, homem de Deus? Não me minta pela gorja! – Cabral, impaciente, alisava com a mão direita a barba densa, arrebitando um pouco o dedo mindinho, onde exibia uma safira indiana, presa num grosso anel, reluzente ao sol.
Os olhos do Marinheiro Nicolau brilhavam como a safira do dedo do Capitão-Mor. E procura explicar melhor o encontro com os nativos:
- Ora, pois, pois, Almirante. Ih! Ih! Tentar, eu tentei falar no Português mais compreensível que pude. E nada. Não entendiam bulhufas. Também nada compreendemos do que eles falaram... Uma língua muito estranha! Entendemo-nos por meio de gestos. Capitão, isso garanto: aqueles lá não são negros, nem mouros, nem hindus.
- Arra! Isso eu também percebi, ora, Nicolau – bufa Cabral.
Cabral começa então a passear de um lado para o outro no convés do navio, absorto em pensamentos. Depois, torce o nariz e pergunta:
- Nicolau, diga-me mais: deu para saber se professam alguma religião; se temem ao nosso Deus?
Mais uma vez, com um sorriso amarelado, Nicolau Coelho se esquiva:
- Não, Capitão. Isso lá não me foi possível perguntar. Me perdoe... Nem lembrei.
Cabral andava cada vez mais ansioso pelo convés, com passadas tão rijas que tremem o soalho da embarcação. Pára e grita por um marinheiro, pede um jarro de água fresquinha, trazida da terra pelos companheiros de Nicolau, e bebe quase tudo num gole só. O calor tropical batia intenso; os portugueses não estavam acostumados com um clima assim.
- Jesus! De que adianta lembrar, Você só fala Português, Nicolau! Não ia entender nada mesmo! Os nativos terão pelo menos alma?
O marinheiro, num sorriso servil:
- Isso lá não foi possível observar, meu Capitão. Ih!... Se aqueles têm alma como nós, não mostraram. O padre pode responder com segurança. Assim que aterrarmos todos, vamos esmiuçar a vida dessa gente. Saberemos tintim-por-tintim o que se passa com eles. São pacíficos e curiosos, isso eu garanto, e facilitarão tudo, com certeza.
Após refletir, Cabral faz um sim com a cabeça e aplica várias batidinhas nas costas de Nicolau, aliás, confuso com tanta pergunta. Cabral, compreensivo:
- Pileca!... Está bem! Está bem, Companheiro! Todos ficam liberados para desembarcar, tão logo decida o dia e a hora. Um porém: não podemos esquecer que estamos aqui nesse fim do mundo para trabalhar; nada de excessos. Dos índios, primeiramente, cuidarão os religiosos. Encontre o Escrivão Pero Vaz de Caminha e relate tudo o que viu.
Terminada a conversa com o Marinheiro Nicolau, o Capitão-Mor, os olhos pregados no Continente, recosta-se num dos mastros do convés; emocionado pelo espetáculo de cores e de luz de um pôr-do-sol inteiramente novo.
O Professor continua:
- Vem a noite, Cabral ainda permanece na proa do navio, calado, namorando no infinito uma estrelinha solitária, que brilhava e tremia, muito viva, destacando-se no firmamento. E certamente pensando em Isabel de Castro!...
- Isabel de Castro! Quem era? - surpreende-se Isabela.
- A sua namorada. Muito ansiosa, esperava por ele em Portugal.
- Eles se casaram?
- Em 1503. Tiveram vários filhos e viveram felizes para sempre.
- Legal!
- Só mais tarde Cabral deixa o convés; dá algumas ordens à tripulação e entra na cabine para repousar. Junto à imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança, reza uma oração: Ó bondosa Protetora dos filhos de nossa terra, nunca desprezes as preces, daquele que em Ti, sempre espera.
Apaga o candeeiro e logo adormece; feliz da vida, encantado.
Maria Vitória quebra o silêncio dos ouvintes e tira uma dúvida:
- Índios! Por que chamaram nossos selvagens de índios? Para mim, índio deveria ser gente da Índia.
- Você tem inteira razão, minha querida! Esse foi o nome que Cristóvão Colombo deu aos nativos, ao descobrir o Continente Americano, em 1492. Colombo morreu acreditando que tivesse chegado em terras indianas; por isso, chamava de índios as criaturas que encontrou nas Antilhas.

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Enviado por Welington Almeida Pinto em 24/05/2005
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Sobre o autor
Welington Almeida Pinto
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 67 anos
31 textos (104065 leituras)
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Welington Almeida Pinto