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Sing For The Moment*

*Cante Pelo Momento

Sonho com o dia
Em que todos vão poder viver em alegria
Sem ter que sofrer com o amor
Seja lá por quem for

A chuva cai lá fora
Tudo ficou melhor agora
Pois a chuva levou embora
Meus problemas, sem demora.

Memórias consomem
Tudo aquilo que lutei para esquecer
E então encontrei na música
A felicidade na ignorância

Mesmo que tudo pareça perdido
Mesmo que seu mundo esteja caindo
Observe a beleza do firmamento
E cante pelo momento

Porque sempre o primeiro a desabar
É também o primeiro a se levantar

Você acha que para se manter em cima
tem que me derrubar no caminho
Um ciclo perpétuo
No qual, fico jogado em meio ao concreto

Porque um papel amassado
Mesmo que ainda conservado
Não pode ser perfeito de novo
Acreditei em você, fui um tolo.

Pensei que tudo se resolveria com o tempo
Mas eu tento, juro que tento
Não te esqueço nem por um momento
Mas agora são só lembranças jogadas ao vento.

Na memória você me achará
Embora você tenha se apoiado em mim
Não há porque te odiar.
Não sei se você quer que seja assim

Mesmo que tudo pareça perdido
Mesmo que seu mundo esteja caindo
Observe a beleza do firmamento
E cante pelo momento

Mesmo que você tenha caído
Continue sorrindo
Não seja um vegetal na sociedade
manipulado pela igualdade

A chuva envia dolorosas gotas ácidas
De águas passadas
Que forçam a memória
E tiram as coisas do esquecimento

Porque ao se fechar os olhos
Tudo fica escuro de repente
Você perde o controle
Sendo dominado pela mente

Poças de sangue
Cobrem o chão
Queimam a mente
Como se fossem
Lembranças deprimentes
Queimando a carne viva
Alimentando a energia destrutiva

Porque no fim
Você destruiu tudo o que importava pra mim
Essa mente não se parece com a minha
Você cruzou a linha

Não me importa agora
O que você faz do seu coração
Embora
Caso você desabe
Eu estarei lá
Pra lhe estender a mão
Te ajudar a levantar

Mesmo que tudo pareça perdido
Mesmo que seu mundo esteja caindo
Observe a beleza do firmamento
E cante pelo momento

Porque sempre o primeiro a desabar
É também o primeiro a se levantar
E um momento ele vai perceber
Tudo o que ele deveria ver

Mesmo que a fumaça
Formada pelo som do esquecimento
Seja uma grande ameaça
Cante pelo momento
E continue sorridente
Mesmo que a queda seja eminente

A escuridão que me segura firmemente
Uma mancha de inundações
Dominando o próprio pensamento
Acabando com o ar dos pulmões

Da memória não me escapará
A mente fica aliviada
Mas eu não deveria me preocupar

Porque sempre o primeiro a desabar
É também o primeiro a se levantar
X
Enviado por X em 12/10/2006
Reeditado em 02/12/2006
Código do texto: T263090
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Sobre o autor
X
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 24 anos
9 textos (317 leituras)
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